por Wilian Delatorre

Wilian Delatorre Personal Travel,
o seu agente pessoal de passagens com milhas e roteiros.

sábado, 16 de julho de 2016

Demais reservas de toda viagem excluindo voos, o que fiz e como fiz. Por Celso

Bom dia pessoal. Continuando o relato do Celso.

Nova Zelândia


Temos que ter em mente que iremos a dois destinos totalmente diferentes e extremos em termos de gosto. De um lado a Nova Zelândia um país agrícola, onde a pecuária tem peso no PIB, pouco povoado, com paisagens deslumbrantes, estilo de vida onde ser é mais valorizado que ter, país dos esportes radicais, do contato íntimo com a natureza. Do outro, iremos aos USA, em especial a Califórnia e ficaremos em Beverly Hills, a meca do consumo e futilidade. O que cada destino tem a nos oferecer e agradar será nosso desafio explorar. Viajar a Oceania requer preparo e planejamento muito maior que uma viagem a Orlando, por exemplo. A começar das informações disponíveis serem muito menos fartas e das diferenças culturais encontradas. Tenha em mente que tirando talvez as 6 maiores cidades da Nova Zelândia, não é provável encontrar hotéis de alto padrão. O Neozelandês hospeda-se muito em motéis, que quando avaliados como de luxo (4*) não são melhores que os quartos de um Holiday Inn, limpo, mas com mobiliário ultrapassado e decadente. Imagine os inferiores! Nesse país com baixa densidade demográfica na Ilha Norte e mais ainda na Sul road trips noturnas não parecem muito adequadas e animais nas estradas são comuns. Antes de iniciarmos a viagem há necessidade de providenciarmos o VISTO DE TRANSITO pela AUSTRALIA. Todo cidadão brasileiro necessita de visto para embarcar rumo a Austrália. O visto Australiano é totalmente eletrônico e vem no seu e-mail. Preencha o formulário e envie obrigatoriamente para a embaixada em Brasília. Cidadãos brasileiros que permanecerão MENOS que 72 h em território australiano, com bilhete confirmado de chegada e saída, são candidatos a obter o visto de transito (NÃO COBRAM TARIFA SOMENTE POR ESTE VISTO). Atente que o visto é condicionado ao seu nome e número de passaporte. Obtido o visto se seu passaporte vencer é obrigatório reiniciar o processo, pois novo número de passaporte não lhe permite embarque com o visto concedido anteriormente. Portanto, renove antes seu passaporte. O visto é válido para múltiplas entradas no período concedido, entretanto todas as entradas e saídas devem estar documentadas e tais documentos enviados previamente a solicitação do visto. Você nem embarque consegue se no sistema da companhia aérea ou fluvial não estiver seu visto. A Austrália pune com rigor embarque de passageiros por empresas fora do padrão exigido. A última vez que solicitei visto Australiano ele foi concedido no meu e-mail em menos de 24 h! Não solicite qualquer visto antes de 11 meses da data de retorno da viagem. Muitos países limitam a validade do visto de transito há 12 meses da data da solicitação. Desta vez os vistos foram concedidos com 48 h do envio do Sedex a Embaixada em Brasília. Entretanto, ao tentar imprimir o meu visto que estava em e e-mail diferente do da minha esposa, misteriosamente o mesmo sumiu! Saiu da caixa de entrada, não estava nos itens excluídos, não estava na lixeira e nos arquivos .pst (corrompidos e armazenados). A saída foi ligar na embaixada e forneceram um e mail para solicitar o reenvio o que ocorreu em outras 48 hs.. Isto nos leva a outro ensinamento, solicitar visto com antecedência suficiente, sempre.
Passaportes- Neste item esteja atento a grandes contratempos. Ora a Casa da Moeda não emite passaportes suficientes, ora o sistema da Policia Federal está fora do ar, ora, ora, .... Evite contratempos, tenha um passaporte valido por no mínimo 6 meses da data do retorno da viagem ou emita um novo com 180 dias da data do embarque, o que é suficiente para transtornos de toda ordem e embarcar na data que deseja. Eu mesmo estou aguardando meu novo passaporte cujo prazo de entrega neste momento foi dilatado de 5 para 30 dias.
Seguro viagem- Se você for imprudente faça seguro de viagem obrigatoriamente! Se for prudente faça uma apólice de alto valor. Lembre-se que seu cartão pode lhe oferecer tal benefício com custo já embutido na anuidade.
Liberar cartões para uso no exterior antes do embarque é desejável. Tenha fácil na nuvem os números de emergência de todos os serviços que pode eventualmente necessitar.

AMAZON - produtos com preços sem oscilações ou sujeitos a promoção compro na Amazon, com antecedência e solicito envio direto ao hotel. Não perco tempo no destino e economizo com outras despesas. Consulto hotel SEMPRE se recebem e cobram taxa para guardar e informo data do meu check in. No pedido da Amazon há um campo onde sempre escrevo: “ THE GUEST ARRIVE IN ........”

GPS NZ – Leve seu próprio GPS e atualizado! Mesmo que no carro locado tenha GPS! Não faça como eu que aluguei um Lexus com GPS on board nos Emirados Árabes que apesar de novo estava com mapas totalmente desatualizados. Que sofrimento! Para a Nova Zelândia especificamente, se você tiver GPS GARMIN este site lhe oferece mapa gratuito, veja isto: http://gwprojects.org/forum/viewtopic.php?f=16&t=700 ou neste site mapas do mundo inteiro gratuitos para GPS GARMIN: http://garmin.openstreetmap.nl

Smartphone-
Leve seu telefone para inclusive registrar fotos ou pequenos vídeos. Caso vá adquirir um novo, o que é permitido sem impostos alfandegários, lembre-se de retirá-lo da caixa. Para gozar da isenção do imposto ao menos um dos membros do seu grupo deve ter ido sem smartphone ou descartado o velho ainda no exterior. Lembre-se de limpar todas as fotos que ocupam espaço no dispositivo, antes de iniciar sua viagem. Eu não compro chip de dados onde tenho viajado pois acho totalmente desnecessário e nos hotéis que me hospedo sempre tenho wi fi gratuito, quando não ultra veloz. Wi fi em todo mundo está se popularizando e em alguns países a tecnologia Li Fi chegará com força, transmitindo facilmente 1 GB/s (isso mesmo, você não leu errado).

O que talvez você nunca imaginou ou não saiba!
1- No ano passado o site Orbitz rastreou atividades online das pessoas para testar uma pequena experiência: usuários do Mac gastam mais em viagens do que os usuários de PC? Acontece que, em média, os usuários de Mac gastam $ 20 a $ 30 por noite em hotéis e optam por alojamento em mais estrelas, de acordo com o Wall Street Journal. Como resultado, o site de viagens online mostra para esses diferentes usuários opções de viagem mais caras, em primeiro lugar. Para evitar inadvertidamente pagar mais utilize um PC em cotações
2- A reserva garantida é quase impossível de encontrar, mas o risco de descobrir que seu voo ou hotel está lotado aumenta com provedores de terceiros. O software do intermediário não está imune a erros do sistema, por isso sempre ligue para o hotel ou a companhia aérea para se certificar de sua reserva foi processada. Confirme em Check my trip, Virtual there, na própria rede hoteleira, etc.


Iniciamos rumo a Londres, Bangkok, Sydney e chegaremos em nossa primeira parada entrando na Nova Zelândia pela sua maior cidade na Ilha Norte, Auckland, conhecida como a cidade das velas (veleiros). A capital Wellington, conhecida como cidade dos ventos, está no extremo sul da Ilha Norte. Chegaremos num final de tarde e também decolaremos de Wellington num final de tarde. Há farta disponibilidade por vários meios de transporte entre os aeroportos de AKL e WLG, rumo a downtown e vice-versa, com preços justos, lembrando que estamos num pais pouco populoso e cidades pequenas, sendo Auckland a maior com 1,5 milhão (2015). Auckland tem custo de vida 77% superior ao de São Paulo (http://www.numbeo.com/cost-of-living/city_result.jsp?country=New+Zealand&city=Auckland ), o índice de crimes 43% contra 75% de São Paulo. As demais cidades da Nova Zelândia têm menor custo e criminalidade.


Optei por locar no aeroporto o carro que nos levaria depois de AKL a WLG cortando quase toda ilha norte. Das várias locadoras na Nova Zelândia, com preço muito inferior e carros não tão novos e com 650 km entre as duas cidades optei por locar com a Europcar. Uma Tracker, por 6 dias com preço final de 416NZD. Na escolha pesou: 1-) Permite locação one way sem cobrar taxa de retorno do veículo, 2-) Road Assistence 24 h em caso de pane no veículo, 3-) Veiculo novo, 4-) Loja de retirada e devolução DENTRO do aeroporto e ainda com o ticket discount que obtive era o melhor preço dando pontos em dobro num programa de fidelidade que sou associado. As estradas na Nova Zelândia são de pista simples, exceto no entorno de Auckland e há controle rigoroso do excesso de velocidade cujo limite máximo é 100km/h. Só é permitido locar veículos clientes com mais de 25 anos. Prepare-se para baixas velocidades médias nas estradas, pois a maioria é muito sinuosa. Wi fi é fartamente disponível. Tenho notado com certa frequência ao locar veículos, em muitas locadoras, há preço decrescente até uma proximidade da data de locação, quando passam a subir o valor novamente. Realizo várias simulações de reserva e normalmente o preço final atinge uns 30 % a menos do maior inicialmente encontrado. Vale a pena em longas locações. Auckland tem poucos hotéis 5*e iríamos nos hospedar no Sofitel Viaduct Harbor. Não tem executive lounge. Reserva pós paga custou 1395NZD (924USD) no período e ganharia pontos pela fidelidade com meu cartão Platinum (na rede Sofitel seria algo como uns 7% do valor). Já feita a reserva pós paga, recebo um e-mail da Kaligo que reservando até tal data receberia no Executive Club da British Airways um bônus de 5000 avios fora o que eles creditam em tempos normais. O preço 591USD pelo mesmo período com bônus de 6.800 avios (valor de 105USD), mas pré-paga. Cancelei a reserva e fiz nova reserva com a Kaligo, pré-paga, mas cancelável sem multa até próximo do início da hospedagem. Todos os passeios desta viagem que não necessitem reserva serão pagos em cash no local. Este site pode lhe ser muito útil na escolha de um hotel e na decisão de locar ou não carro. https://www.walkscore.com/score/ , após acessar o site, digite o endereço de seu hotel e aparecerá um score indicando proximidade de transporte público, trafego no local e acesso ao local com transporte público nas abas. Londres onde o transporte com táxi é caro conhecer a proximidade de seu hotel ao transporte público pode gerar grande economia. Conhecer a qualidade do transporte público no seu destino então nem se fala! Antes de chegar na Nova Zelândia a primeira surpresa ao turista. Viajaremos somente com USD+cartões. O programa FF da Qantas é parceiro da Travelex que oferece generosos pontos em câmbio de moedas. Acontece que a taxa de cambio é imensamente desvantajosa tanto em Sydney como no Aeroporto de Auckland. Para ganhar uns pontinhos há prejuízo no câmbio em uns 10% do valor real no dia. Cuidado. Farei cambio no centro de Auckland. Os hábitos do povo da Nova Zelândia são diferentes do nosso. A maioria do comercio fecha as 5pm, incluindo padarias. O povo tem hábitos predominantemente diurnos. Poucos aeroportos tem voos noturnos e no interior das ilhas os voos domésticos não ultrapassam as 10 pm. Existem sites que oferecem preços muito reduzidos para serviços de última hora ou próximo a data para a atração desejada: http://new.grabone.co.nz ,https://www.bookme.co.nz/bookings Neste caso, a compra antecipada é imensamente vantajosa e será feita quando a oferta atingir as datas que estaremos lá. Anteriormente aquela promoção dos 5.000 avios, a Kaligo via e-mail faz outra promoção onde somente para a primeira reserva haveria bônus de 3.000 avios mais a pontuação normal oferecida em qualquer dos parceiros da Kaligo. Reservei e ganharei 3.300 avios pelo Novotel em Hamilton, onde só pernoitaremos para no dia seguinte ver as cavernas de Waitomo.Tinha um problema a resolver antes de deixar Auckland. Minha bagagem. Nos voos em classe superior não havia problema, mas nos voos intra ilhas gastaria quase USD 200 pelo excesso de peças, apesar de estar com pouco peso. A ideia inicial seria deixar parte das malas no Luggage store do aeroporto. Impossível, pois o preço é proibitivo nos aeroportos onde passarei. A saída foi fazer uma reserva de um pernoite no Novotel Auckland Airport e deixar essas malas antes de deixar Auckland rumo ao sul e só pegá-las na volta antes de deixar o país, pois eles não tarifam este depósito existindo reserva futura confirmada. Em Wellington o Sofitel será inaugurado em julho de 2016 e nossa reserva na capital foi feita diretamente no site da Accor com o melhor preço na Net. Não tem executive lounge.


De Wellington voaremos a Queenstown no Sul da mais intocada Ilha Sul, num A 320. A Air New Zealand tem voos intra e interilhas em muitos casos com aviões menores ATR e mesmo menores o que não aceito voar. A Jetstar tem voos domésticos e outras voam internacional como Emirates, Qantas, Air New Zealand, Singapore, Cathay, Thai, United, Chinesas, Korean, etc. principalmente pousando em Christchurch ou Auckland. Existem 4 passeios de trem panorâmicos festejados, nós faremos somente o Transalpine. Um passeio turístico muito recomendado é cruzar com Ferry da ilha norte a ilha sul ou vice-versa, conhecendo o Estreito de Cook, numa travessia de 4 horas. Em função de tempo e como já iriamos ver inúmeras paisagens exuberantes optamos por voar entre as ilhas. No verão o clima em Auckland será ameno. Temperaturas próximas a de Buenos Aires em Queenstown. Não pegaremos neve no Sul da Ilha Sul. Chegando a Queenstown tive que equacionar alguns problemas. Alugaria um outro carro para conhecer o Milford Sound, uma das maravilhas da Nova Zelândia, que ficava a Oeste e deixaremos o carro em Greymouth a 600km ao norte, onde pegaremos o trem TransAlpine até Christchurch no Leste, viagem 4 h montanha abaixo. A locação de um Cruze foi feita na Buget, pois era a única que não cobrava taxa de retorno na locação one way nessa rota e tinha preço muito vantajoso. Nunca aluguei carro na Buget. Agora para reflexão, um fato no mínimo curioso. Fala-se muito da conduta politicamente correta dos Neozelandeses. Lá parece que ser é muito mais valorizado que ter. Eis que me deparo com algo nunca visto por mim. Quando você vai comprar os bilhetes do trem TransAlpine que normalmente são vendidos em 3 tarifas diferentes entre 179 e 239 NZD por passageiro, eu me deparo com uma informação. Se você comprar num computador cujo IP está fora da Nova Zelândia somente esses preços aparecem. Se seu IP está na Nova Zelândia há dois outros preços 99 e 139 NZD, para o mesmo trajeto e assento. É inacreditável, leia isto: http://www.seat61.com/TranzAlpine.htm#.VxqodUfNzIC . Diante disto contornei o problema instalando no Chrome a extensão ola.org que permitiu a compra na tarifa 99 NZD. O Cruzeiro no Milford Sound deve ser comprado com antecedência e optei por um com 2,5 horas de duração, sem pernoite ou refeição. Faremos um único pernoite em Christchurch onde nos hospedaremos no Novotel com reserva direta no site da Accor. Não teremos carro alugado nos valendo do transporte com taxi, nesta cidade não tão grande. Na noite seguinte pegaremos um voo da Air New Zealand, em um A320, em classe única rumo a Auckland.


Chegando novamente a Auckland, pernoitaremos no Novotel Auckland Airport para no dia seguinte decolarmos num A332 da Qantas em voo direto para Perth no Oeste Australiano. Nesse voo de 7.15 h voarei na nova classe executiva da Qantas. Após 4 horas embarcamos no A388 da Emirates, em First Class, rumo a Dubai. Eis que a Qantas mudou o horário do voo e não teremos como chegar antes da decolagem rumo a Dubai no voo direto AKL-PER. Como esse bilhete foi emitido no Executive Club da British, após uns 10 dias, veio a resposta definitiva e fomos reacomodados em dois voos, num A333 de AKL-SYD, e depois num A332 de SYD-PER (Fico muito atento na troca de terminais internacional-domestico em Sydney, pois perder voos lá é MUITO comum se o tempo for pequeno entre voos). Ficaremos no lounge de First Class da Emirates por 9 horas quando decolaremos em outro A388, em First Class, rumo a Los Angeles pelo Polo Norte. Como a Emirates fornece serviço de Chauffer até 100 km do aeroporto e como o voo seria muito longo, optei por dormir num hotel próximo da nossa primeira atividade no dia seguinte que seria o Booxing Day: “compras no Outlet”. O carro alugado seria retirado na manhã seguinte no próprio hotel do pernoite e foi um Buick Lacroisse locado da Hertz por apenas 1 dia e depois entenderão porquê. A loja da Hertz fechou e agora terei que pegar o carro no aeroporto de Oxnard. O melhor código de desconto que encontrei na Hertz foi o código da parceria com o Marriott que dava 10% de desconto. Esse carro de luxo, custou-me USD 93 por um único dia e na locação semanal os preços da Hertz estavam bem salgados para a segunda quinzena de dezembro do corrente ano. Após muita pesquisa, consegui preço muito bom na Sixt para ficar com outro carro por mais 9 dias. O carro alugado foi uma perua Mercedes GLE, ou BMW X5 ou Cadillac Escalade. Consegui carro desse nível por preço inferior ao mero Buick da Hertz. Veículos similares na Hertz pelo mesmo período chegavam a custar USD 1800 no período, mas consegui tarifa pós paga por USD 388, isso mesmo. Como consegui tal custo? Incialmente troquei pegar o veículo na loja do aeroporto de Los Angeles com a loja de Beverly Hills. Depois consegui ficar na categoria Sixt Platinum e finalmente obtive esse excepcional desconto. Usuários Sixt Platinum tem direito a duplo upgrade gratuito de categoria somente nos USA se houver veículo disponível. Vejamos o que irão me oferecer. Tenho nível Diamond na rede Hilton e numa promoção fiquei com uma diária no Hilton LAX Airport por preço irrisório e devolveria o carro no dia seguinte para pegar o a Sixt, indo para Cabazon ao sudoeste de Los Angeles, para ir a outro outlet.
A reserva em Los Angeles foi feita no Sofitel Beverly Hills onde já me hospedei há uns 4 anos quando vim de Toronto onde me hospedei no Ritz. Esse hotel 4* tem um superatendimento, comparável ao Ritz, com estrutura inferior, mas preço alto se comparado com demais hotéis da categoria, ao custo final de USD 370 a diária, no quarto mais simples, sem café. Se você pretende se hospedar em Beverly Hills não achara custo muito diferente disso nesse nível de hotel e o atendimento será com certeza inferior. Esse hotel não tem lounge executivo. Se busca hotéis nesse nível mais barato, na região do aeroporto de Los Angeles estão na faixa de USD 180 e Long Beach USD 250. A localização deste Sofitel é excepcional. O menor preço foi encontrado no site da Accor e as diárias serão pagas com vouchers. Café da manhã é muito bom ao custo de USD 35 por pessoa/dia. O estacionamento é caro ao custo de 37 USD/dia. Os custos em Beverly Hills são altos.
Reservei o Tour ao Universal Studios via internet. Antes de realizar uma reserva via internet, acesso o Google e digito discount code + o nome do local e com imensa frequência encontro código de desconto com pequenos a consideráveis valores. Para a reserva seguinte, Warner Studios encontrei desconto de 10 USD no ticket. Ambos os estudos enviam os tickets no seu e mail, entretanto o da Warner demora exatos 4 dias (nunca tinha me deparado com isso, toda reserva sempre é seguida de envio imediato do ticket no seu e mail). Logo, se deixar para reservar o ticket na última hora pode ficar com a reserva debitada no seu cartão e sem o e-ticket ainda, um problema! Os dois tickets podem ser comprados nas bilheterias locais, mas em função da proximidade do réveillon e as visitas, não optei por arriscar em filas no dia. No segundo estúdio se optar por tour em espanhol o mesmo só é disponível de segunda a sexta.
Todas as demais reservas serão feitas em cash no momento de desfrutar a atração ou no caso de sites de descontos com 60 dias aproximados da data, quando os ingressos com tais descontos podem ser adquiridos.


Nosso retorno de LAX a GRU, será com a Avianca via Bogotá. No primeiro trecho de 788, em poltrona full flat bed, e no segundo trecho num A 332 também em executiva, porém assento recliner seat. A conexão em Bogotá será de 3 h. e nunca viajamos na Avianca.
*Todas as informações deste post são válidas na data em que foi escrito.



segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

As reservas efetuadas por Celso

Chegou a hora de iniciarmos as reservas.
Algumas coisas que aprendi:
1-) Há programas de fidelidade que não abrem disponibilidade para emissão com milhas NUNCA em algumas rotas ou em algumas classes e outros nos períodos de pico,
2-) Há programas de fidelidade que não abrem disponibilidade sempre na 6@ e Sábado, sendo 2@ e 3@ os dias com maior disponibilidade,
3-) Há programas de fidelidade que abrem disponibilidade mas cobram taxas tão exorbitantes que a emissão do prêmio pode ser mais cara que comprar um bilhete,
4-) Dos programas ativos que estou inscrito, de longe o Executive Club da British Airways é o mais transparente com o passageiro frequente, porém NUNCA tente decolar de Londres (LHR) pois as taxas são altíssimas. Em segundo lugar o FF da Qantas, tem farta disponibilidade, em múltiplas datas e permite emitir Emirates. Em terceiro lugar o Lifemiles, que vem melhorando, mas ainda é inferior aos anteriores, o Multiplus é sempre o pior e o Smiles nem merece comentário. O Amigo da Avianca Brasil é uma roubada! A TAP deixou meu cartão e o FF da Alaska Airlines será avaliado num futuro.
Diante do que tínhamos comentado e com o pedido de minha mulher que não fossemos para Nova Zelandia via Chile tinha em mente os seguintes fatos:
1-Ficou determinado voo da Emirates no A380 de Dubai (DXB) para Los Angeles (LAX) no A388, em First Class, como inegociável.
2- A data limite de retorno a São Paulo seria o dia 04 de janeiro pois no dia 05 teria compromisso inadiável. Como pretendia ficar 7 dias em Los Angeles minha data limite de chegada a Los Angeles seria dia 27 de dezembro.
3- A viagem poderia ter duração máxima total incluindo decolagem e pouso de 27 dias.



Iniciei as reservas com 430.000 milhas no FF da Qantas, 439.000 no Executive Clube da British e 250.000 no Life Miles, mas esta última em duas contas diferentes. 88.000 milhas no Amigo da Avianca Brasil. Tinha 200.000 milhas no cartão que poderiam transferir a qualquer dos programas.
A emissão começaria pelo meio da volta, ou seja, somente após emitir o voo da Emirates iria emitir os demais. Como eu já estaria voltando da Nova Zelândia via Dubai para agradar a vontade de minha esposa que adorou o filme “Sex and City2” onde as personagens divulgam o serviço de First Class da Emirates, tinha que acertar um voo até Dubai com o mínimo de escala possíveis e sem visto tarifado. Os voos desde a saída da Nova Zelândia deveriam permitir o trajeto mais conveniente até atingir Dubai.
Poderia fazer a reserva via net no site da Qantas no FF Program onde tinha as 288.00 milhas para os dois bilhetes de Dubai a Los Angeles em First Class. Já tinha feito pesquisa onde o voo de DXB para LAX tinha disponibilidade farta toda 4 e 5@ e nos demais dias da semana a disponibilidade era de variável a sempre inexistente.
Eu observará que no Executive Club o voo da Qatar com 77W de Perth a DOH em executiva com conexão para Dubai, tinha farta disponibilidade diária. Após conexão, em First Class iria a DXB com a Qatar de A333 em voo curto. O bilhete no Executive Club deveria ser emitido por telefone (0800 no Brasil) pois o site tinha problemas, mas o programa permitia misturar cabines na mesma reserva (business + first) ao custo de 216.000 milhas. Entretanto, essa combinação permitiria que conhecesse o lounge Al Safwa em DOH, exclusivo dos passageiros de First Class da Qatar Airways. Aproveitaria para desfrutar de todo luxo do lounge numa ultralonga conexão. Não voaria novamente no A380 da Qatar em First, mas aproveitaria este espetacular lounge. A desvantagem desta opção é que teria retido R$ 10.000,00 pelos dois vistos de transito nos Emirados além da taxa de visto. O valor retido é reembolsado no cartão após deixar os Emirados e solicitar tal devolução. Voando Emirates para entrar e sair dos Emirados essa taxa não é cobrada e a própria Emirates providencia o visto. Passageiros em transito chegando e saindo com a Emirates, em prazo inferior a 24 h, tendo ambos os voos pelo aeroporto de DXB não precisam de visto, desde que permaneçam durante todo tempo de conexão na área de transito.
Na pesquisa descobri que no programa FF da Qantas havia possibilidade de emissão de Christchurch (CHC) para Sydney (SYD) e Perth (PER), quer com stop em SYD, ou somente com conexão. Sem stop cobrariam 100.000 milhas. Havia farta disponibilidade diária e com conexão de maior ou menor duração. No programa Executive Club não havia disponibilidade nunca nesta rota.
Pronto, a saída de CHC a LAX parecia montada.
Eis que descubro que via FF Qantas você conseguiria voar em First no A388 da Emirates, PER-DXB-LAX, voos de 13 e 16 horas por 384.000 milhas como cobrança de prêmio para os dois bilhetes. Rapidamente reforcei a conta de FF Qantas. Aguardaria o dia que abriria disponibilidade.
Nesta viagem estávamos preocupados em voar FIRST e não no gasto com milhas.
Entretanto fui surpreendido com o fato da Emirates abrir disponibilidade muito depois das demais empresas. O que dificultaria a minha confirmação de ida.
Nisto a Emirates anuncia que passaria de 7 para 14 voos semanais com o A380 em dois destinos a partir de Dubai– PER E LAX! Agora pensei, seria praticamente impossível não voar de First no A 388 da Emirates.
Para dificultar ainda mais o voo no A 388 da Asiana em First Class, tanto do JFK como de LAX rumo a ICN para de lá ir a Sydney em executiva, tiveram como última data de disponibilidade 04 de dezembro e somente há disponibilidade aberta em 24 de dezembro em First Class. Com isso a rota ficou inviável e toda pesquisa perdida. Não sendo possível ir pelos EUA e pelo Chile, minhas opções se restringiam a ir via África ou Europa. Via África teríamos a Ethiopian, cuja executiva no 788 não é full flatbed – descartado, ou com a South African até Perth via Johanesburgo. A332, A343 ou A346, não me encantaram.
Noto que o Executive Club sempre tem ao menos 2 assentos, todos os dias, em First Class rumo a Londres, inclusive aos sábados.
Continuei pesquisando e vejo que a Thai abre disponibilidade de 2 lugares em First Class no A388 rumo a Bangkok e após longa conexão há disponibilidade com a Thai em First Class no 744 reto fitado rumo a Sydney e após curta conexão vamos de 789 da LAN para Auckland. Não pensei duas vezes emiti a ida por essa rota arriscando, pois senti que poderia não encontrar a volta quando a Emirates abri-se o voo para LAX. Pelos dois bilhetes GRU-LHR – off pick- 204.000 milhas, os LHR-BKK por coincidência mais 204.000 milhas, os BKK-SYD mais 120.000 milhas e os SYD-AKL mais 40.000 milhas. Já gastará 568.000 milhas.
Pronto estava aguardando a volta com a Emirates já tendo emitido em First GRU-LHR (British 744), First LHR-BKK (Thai A388), First BKK-SYD (Thai 744) e business LAN 789 SYD-AKL. Foi o possível, todos assentos full flatbed em companhias Skytrax 4*.
Do momento que terminei a emissão de ida até hoje se passaram 23 dias e ainda não há disponibilidade aberta nos voos da Emirates. Entretanto, se não tivesse emitido a ida teria perdido a possibilidade de ir em First Class até Sydney. Hoje ainda há voos no período, entretanto TODOS combinam classes nos voos, parte econômica com First, parte executiva com First, sempre via Europa/Atlântico. As companhias incluem Air India, United, .....
Fiz uma excelente opção tendo emitido naquela ocasião. Na Thai é possível escolher o menu antecipadamente em First e com menos opões e em menor número de rotas em Business. No voo LHR-BKK iremos de Lagosta Thermidor e no SYD-BKK de Camarão flambado.
Mas minha experiência e feeling com voos emitidos com milhas na primeira semana de janeiro de todos os anos sempre foi ruim, obrigando adiar volta muitas vezes, inclusive postergando a ida.



Tinha 88.000 milhas no Programa da Avianca Brasil que obrigatoriamente deveriam ser usadas, mas cometi um erro grosseiro! Iludido por parceria com o cartão que dava 100% de bônus na transferência de pontos para o Programa Amigo transferi o que tinha na data achando que era muito esperto, SEM CONHECER a fundo o programa! AH, se arrependimento mata-se! Mas ao menos aprendi para não incorrer nesse erro novamente! Você sabia que: 1-) O Programa Amigo da Avianca Brasil e o Lifemiles da Avianca são totalmente independentes e inclusive não tem a mesma disponibilidade, 2-) Você sabia que em rotas que voa a Avianca ela é somente e sempre a única com disponibilidade? Por exemplo, se GRU – IAD (Washington_Dulles) a United voa direto e a Avianca voa via Bogotá não importa que dure 24 h com a Avianca, só haverá disponibilidade SEMPRE com a Avianca! Isso vale para todos os destinos que a Avianca/TACA operar! 3-) Você sabia que a disponibilidade só aparece com 90 dias da data do voo, exceto com Avianca/TACA onde a antecedência para emissão é de 355 dias, 4-) Bilhete não permite stop over, 5-) As milhas tem validade de 2 anos, improrrogáveis! 6-) Não há como comprar milhas diretamente do programa, 7-) Bilhete emitido não permite mudança de rota ou de data, podendo as milhas serem retornadas a conta se ainda estiverem no período de validade, com consequente cancelamento de cada bilhete, ao custo acreditem de USD 200 por bilhete, 8-) Falta de acesso a essas informações que não estão publicadas e divulgadas em nenhum lugar em desacordo com o previsto no Código de Defesa do Consumidor e 9-) Treinamento ainda precário dos funcionários do Call Center, de tal forma, que tenha em mãos as datas e números dos voos que deseja, pois senão SEMPRE lhe dizem que não há disponibilidade (por puro desconhecimento, não por maldade!). Enfim, por enquanto ter fidelidade com o Amigo e milhas na conta é um ENORME MICO!
Eu precisava reparar meu erro me livrando desse mico! Comecei a ver a disponibilidade através do site LifeMiles da Avianca (que somente quando inclui voos da AVIANCA/TACA tem a mesma disponibilidade do Amigo- mas no Call Center eles negam isso, o que não é verdade). Noto que os voos entre LAX (Los Angeles) e GRU na primeira semana duram sempre 23 horas com paradas em SJO (São José – Costa Rica) e Lima para depois virem a São Paulo. Somente um dia havia voo via Bogotá com 16 h de duração. Ao procurar os voos qual a surpresa quando somente o voo de LIM a GRU era num A 330 da TACA onde a executiva é apertadíssima, de LAX para SJO um A 320 com executiva com recliner seat, velho e ultrapassado, o que se repetia de SJO a LIM. Ao ver este voo do dia citado um 788 onde a business era full flatbed vinha até BOG onde um A 330 mais confortável vem a GRU. Ao invés de ficar perguntando; “Pode isso Arnaldo? ” e perder a única chance de vir com algum conforto não pensei duas vezes, e vamos emitir imediatamente! Ligo no Call Center do Programa Amigo tendo defronte a mim uma tela aberta na minha conta do LifeMiles onde havia disponibilidade de 2 lugares. Sou atendido por uma simpática e destreinada colaboradora do Amigo que rapidamente me comunica que havia disponibilidade somente fazendo duas escalas! Resumindo, finquei o pé que havia no outro voo e no final foi emitido no voo que queria. O mesmo bilhete no mesmo voo, na mesma data, custou 70.000 milhas no programa Amigo e 46.000 no LifeMiles. Porém, fiquei livre de quase todo mico! Já gastei no total até aqui 684.000 milhas.



Estou ainda esperando há 17 dias para começar a emissão da volta.
A tensão aumentara, pois dependia da disponibilidade da Emirates que não abria nunca e já estava com todos os voos emitidos até Auckland e a volta de Los Angeles a GRU. Poderia pôr tudo a perder, mas optei pelo risco frente ao aumento de oferta da Emirates nas duas rotas.
Eis que abre a disponibilidade no voo de Perth para Dubai e de Dubai para Los Angeles, porém somente nos dias 24 e 25 de dezembro. Nem titubiei! Emiti para voar na noite de Natal tomando Don Perignon – milesime – e muito caviar Russo. E se der vontade, depois de uma longa conexão no Lounge First Class da Emirates, repetimos a dose por mais 16 e poucas horas, até chegarmos a Los Angeles onde dois motoristas com dois sedãs nos esperam para nos levar ao hotel pois teremos muita bagagem e a Emirates não permite que seus passageiros viagem apertados (parece piada!, mas assim me foi dito). Foram mais 384.000 milhas, totalizando gasto até aqui de 1.068.000 milhas.
Agora com calma fui ao site da British e emiti na executiva da Qantas o voo direto Auckland –Perth. Gasto de mais 120.000 milhas, totalizando 1,188 milhão de milhas.
Bingo! quase todas emissões feitas. Faltava definir eventuais voos dentro da Nova Zelândia.
A Air New Zealand, Star Alliance member, não abre disponibilidade nunca em nenhuma rota de longa distância em classe executiva do LifeMiles. Dentro da Nova Zelândia voam somente com cabine econômica. Se pensar em conhecer Auckland voando Star Alliance em classe executiva, prepare-se para dificuldades imensas na emissão com milhas! O acesso somente agora pode ser feito com a Singapore SIN-WLG (Wellington – num voo com 772 com escala em Camberra – capital da Austrália) que não existia no GDS no momento que emiti e agora a Thai passou a disponibilizar no LifeMiles o voo BKK-AKL direto, no 772 que não era disponível no momento da emissão. Cathay de Hong Kong (Executive Club ou FF Qantas), Qantas ou Emirates de Sydney, Melbourne, Perth, Brisbane para Christchurch e Auckland em combinações variadas incluindo First Class (no FF Qantas) tem farta disponibilidade. American Airlines irá voar para Auckland, mas não tem disponibilidade em business para emissão com milhas.
Bem agora, vamos emitir os voos internos. De carro irei de Auckland para Wellington. Defini que irei voar de WLG para Queenstown (ZQN). Isso custa 21.000 por bilhete no LifeMiles e tem disponibilidade, ou 25.000 no Amigo e não se sabe se abrirá disponibilidade. Quando vejo o preço de cada bilhete USD 154, incluindo taxas, percebo que emitir bilhete pagante é mais barato que gerar as milhas. Logo, compraria os dois bilhetes. De Queenstown iria para Greymouth e de lá de trem chegaria a Christchurch onde novamente voaria com a Air New Zealand para de Auckland deixar a Nova Zelândia rumo a Perth. Neste último trecho pelo mesmo motivo o bilhete foi comprado. Entretanto, descobri um site parceiro da Air New Zealand que só vende bilhetes da mesma por um preço muito menor, http://grabaseat.co.nz/, mas atente que há tarifas que permitem somente bagagem de mão. Entretanto, o preço final aproxima-se de 60% do valor quando comprado o mesmo voo direto com a companhia. Um excepcional desconto!
Só para conhecimento a parceria do Santander Parceria Santander onde você pode emitir o bilhete pagando com bônus + dinheiro tem o preço tão, tão desvantajoso que somente as taxas cobradas superam o preço do bilhete se comprado direto da companhia e você ainda tem que acrescentar bônus. Algo mais módico seria razoável e o cliente que descobre tal fato após ter comprado o bilhete pela parceria sente-se totalmente enganado. No meu entender isso é anti-marketing.
Agora sim, todos os voos emitidos, gastos de 1,188 milhão de milhas + taxas e 2 trechos comprados e preparando reservas nessa viagem de exatas, 42.106 milhas voadas.
O post do próximo mês será as reservas de toda viagem, o que fiz e como fiz.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Como comprar reservas em Hotéis, passeios e carros – os erros comuns e estratégias mais adequadas. Por Celso

Olá pessoal !
Segue mais um imperdível artigo do Celso.

Como comprar reservas em Hotéis, passeios e carros – os erros comuns e estratégias mais adequadas



Como você reserva seu hotel para viagem?
Como reservar seu hotel para viagem?!

Sua estratégia para reservas de hotéis poderá variar muito em função da frequência e duração de suas viagens.
Viajantes que ficam num único final de semana no ano podem optar por estratégia diferente do viajante de múltiplas viagens ao ano.
No primeiro caso, dentro de alguns limites, o foco no preço absoluto pode ser a melhor estratégia. Para o viajante frequente NÃO.
Tanto o viajante esporádico como o frequente podem se associar a rede hoteleiras em seus programas de fidelidade. Entretanto, este último quanto mais frequente e duradouras forem suas viagens maiores benefícios (gratuitos) poderão ser obtidos.

Quanto custa o full buffet breakfast, internet hi speed 24 h ilimitada em qualquer área do hotel, acesso a lounge executivo incluindo bebidas alcoólicas e alimentos variados 24 h por dia, up grade de quarto, early check in, later check out, drink de boas vidas, mimos no quarto (chocolates, ou frutas, etc...).
Somente a título de ideia, há hotéis com café de USD 50 pp/dia, internet há USD 10/HORA, acesso ao lounge tem acréscimo de tarifa de no mínimo USD 100, Up grade de quarto uns USD 30 no mínimo, antecipar e retardar entrada e saída uns USD 30 cada.... Isto pode variar muito de local para local, entretanto os benefícios dos programas de fidelidade nos níveis mais altos são tão vantajosos ao viajante frequente que se torna praticamente obrigatório inscrever-se num programa frente as indiscutíveis vantagens dessa fidelização.

Ao escolher seu programa de fidelidade, primeiramente atente aos seguintes fatos:
1- A contrapartida que darei ao programa me permite permanecer num nível de benefício que desejo?
2- As regras são claras e pouco restritivas dos meus direitos e prêmios?
3- A rede oferece disponibilidade de hotéis em destinos que você vai com frequência ou tem oferta mundial?
4- Pratica black out dates impedindo o uso dos benefícios em determinadas datas?
5- Limita o uso do benefício em x unidades por hotel na mesma data?
6- A rede opera no Brasil?

Não adianta ter o programa com o nível de benefício e as exigências para atingir o nível não forem possíveis para você (1),
Paralelamente, antes de tomar uma decisão de reserva é necessário saber quem é você em termos de decisões financeiras? Você é o investidor que só aplica na poupança? Só na Renda Fixa? Só em Bolsa de Valores? É um misto entre vários tipos?
Essa introdução tem muito sentido e você logo mais entenderá porquê.
Ao viajar, esteja sempre atento que estará colhendo experiências de prazer e correndo riscos, mas o último deve ser sempre avaliado para evitar aborrecimentos incontornáveis e marcantes.
Antes de pensar em reservar seu hotel (compra de bilhetes aéreos tem tática similar) saiba responder imediatamente as seguintes perguntas:
1- As minhas datas de viagem estão totalmente definidas não podendo ter mudança por outros fatores que não dependam da minha única vontade?
2- Tenho pequena, média ou grande flexibilidade com mudanças de data caso necessite?
3- Eu tenho seguro para imprevistos em caso de cancelamento da viagem já embutido no custo da anuidade do cartão ou irei contratar para essa viagem?
4- Meu seguro cobre totalmente o que pretendo investir em pré-pagamento de tarifas caso tenha que cancelar.
5- Não me importo em perder o valor total investido desde que seja muito vantajoso o preço na condição que estou contratando.
Diante das respostas sua reserva ficará obrigatoriamente enquadrada em uma das
seguintes condições:
a-) reserva totalmente pós paga
a1-) com cancelamento a qualquer momento não taxado
a2-) com cancelamento tarifado (evite este tipo de reserva por ser pouco vantajoso).
b-) reserva imediatamente pré-paga
b1-) com cancelamento a qualquer momento não taxado
b2-) com cancelamento tarifado mediante pequena ou maior taxa.
B3-) sem possibilidade de cancelamento ou com perda total do valor caso seja cancelado ou ocorra no show (sempre é a tarifa mais barata).
Eu particularmente opto sempre pela reserva MUITO ANTECIPADA, totalmente pós paga e sem nenhuma taxa de cancelamento. Com isso estabeleço um valor inicial da reserva. Ao longo do tempo vou recebendo promoções que quando muito vantajosas implicam na mudança da reserva para a nova tarifa. Disponho de seguro nos meus cartões onde despesas decorrentes de viagem não realizada por imprevisto sendo cancelada tem cobertura pelo seguro por até USD 6000. Evito pagamento de despesas não canceláveis superior a esse valor ficando coberto em caso de imprevistos.
Agora que você já definiu que tipo de tarifa irá buscar, diante das condições pessoais dos seus familiares envolvidos na viagem vamos ao passo seguinte.
Onde reservar?
1- Sempre que possível, SEMPRE, compre de empresa que tenha operações no Brasil. Isto é importante para lhe proteger frente ao Código de Defesa do Consumidor em caso de descumprimento do contratado ou por transtornos imprevistos. Eu não troco a segurança da relação de consumo do Brasil, por desconto na compra num fornecedor no exterior. 2- O foco no preço! Cuidado, preço discrepante é altamente suspeito de golpe. Avalie SEMPRE a reputação do fornecedor da reserva na net ANTES de reservar. Descarto qualquer compra em fornecedor não conhecido ou sem ampla gama de referências positivas. Fornecedores com avaliação ruim de consumidores em sites tipo reclameaqui.com.br, consumidor.gov.br ou similares não fazem parte das minhas opções de relacionamento comercial em NENHUMA HIPÓTESE. Também excluo sites que não dão atendimento adequado no pós-venda. Nestas situações nem que o preço oferecido seja o melhor não aceito relacionamento.
3- O disfarce no preço. Você irá reservar 4 dias de hospedagem no apartamento duplo do hotel X na cidade Y. No site A você encontra por R$ 1.200,00, no site B por R$ 1.250,00 e no C por R$ 1.300,00. Naturalmente parece que o site A é a melhor opção. Cuidado! Tenha certeza que este site é de empresa que opera no Brasil, pois há sites em Português que exprimem o valor da reserva em Reais, mas são empresas que estão no exterior e em letrinhas pequenas vem escrito “valor como mera referência, o preço cobrado será em USD” ou algo semelhante. Neste caso, além da cobrança ser em Dólar convertido para Reais, acrescente ao preço mais 6,38% de IOF além de risco cambial quando há maior incerteza na projeção da taxa de câmbio e o site A na realidade lhe cobrará via cartão R$ 1.276,56 não sendo em princípio o melhor valor. O site B tem então o melhor valor R$ 1.250,00, ao finalizar a reserva num cantinho do site está escrito, taxa resort paga diretamente no hotel de USD 30/dia. Pronto, o valor já não é o inicialmente divulgado. O terceiro site exclui IVA, I.... ou o I... ou cobra taxa de reserva e assim por diante. Portanto, para saber efetivamente qual é o menor preço, mas não obrigatoriamente o melhor, inicialmente esteja atento ao seguinte:
a-) Inclua no preço final o IOF de 6,38% ou não que terá que pagar pela reserva,
b-) Saiba exatamente quanto é o GRAND TOTAL PRICE da reserva, ou seja, o preço final, incluindo taxas administrativas (veja se há menção de impostos a serem pagos no hotel no momento do check out, se houver inclua no custo para comparar entre os sites),
c-) Só podem ser comparados os mesmos quartos (LUXURYXLUXURY ou SOFTXSOFT), nas mesmas condições (com café ou sem café da manhã, Continental Breakfast, Buffet Breakfast ). Reserva pré não deve ter seu preço comparável com pós paga e totalmente cancelável com penalizada. Imprima a tela da reserva e guarde-a. Sob condições diferentes sua experiência irá lhe direcionar para a melhor compra. d-) O menor preço frente ao melhor preço. Numa situação que simulei hoje somente para escrever este post o site Logitravel.com.br oferece por R$ 1.401.00 3 dias de hospedagem no hotel Wynn de Las Vegas. Pelo equivalente em reais a R$ 1.460,00 o espanhol Atrapalo.com lhe dá o mesmo direito e o kaligo.com por R$ 1.465,00. Você ficaria tentado a comprar no primeiro. Entretanto, o kaligo oferece um bônus de 1.000 milhas LifeMiles por essa reserva. Se você não tem conta no LifeMiles, isso não lhe interessa. 1.000 milhas LifeMiles podem ser compradas por USD 33. O que nesta data equivale a R$ 141,47. Portanto, no meu caso, a compra no site cujo valor numérico é maior me trará muito mais benefícios, e na realidade seria como reservar por uns R$ 1.324,00, pois irei usar as milhas. (Eles também têm oferta para outros programas de fidelidade). Não vai usar milhas, nesse caso feche na Logitravel.
e-) Faça Hedge! Você vai viajar e há uma expectativa ruim para o câmbio, como agir?
Se há uma tendência claramente definida de piora no câmbio, comprar moeda antecipando-se a deterioração do Real é adequado. Se a tendência é incerta, compras parceladas até atingir o volume total de moeda estrangeira que deseja lhe permitirá pagar um valor médio pela moeda que pode ser mais interessante que o risco total ou a compra total antecipada. Se há uma tendência claramente definida de melhora no câmbio, o que neste momento ninguém vislumbra, adiar a compra de moeda aproveitando-se da apreciação do Real é adequado.
Outras formas de Hedge serão relacionadas no post.


Onde comprar? Primeiramente saibam que não recebo nenhum tipo de vantagem de quem quer que seja para indicar A, B ou C. Não induzo de forma disfarçada você a comprar de A, B ou C e fico recebendo comissão sem você saber, como muitos fazem e publicam na internet.
Vou iniciar lhe dando uma relação de sites que NUNCA tiverem o menor preço em TODAS as pesquisas que fiz, ou seja, nestes sites nas mesmas datas e condições seus preços NUNCA são os menores:
a-) Booking.com, b-) Hotelcombined.com, c-) Decolar.com.br, d-) Submarino.com.br, e-) americanas.com.br, f-) bestday.com.br, g-) kaiak.com, h-) travelocity.com, i) expedia.com, j-) trivago.com, k-) cvc.com.br
b-) Sites onde já comprei encontrando menores preços e vantagens de um comentado:
http://www.goseek.com/ este site tem cobertura mundial e preços extremamente competitivos.
http://www.logitravel.com.br/ este site tem as mesmas características do anterior, mas encontra-se no Brasil e, portanto, os preços anunciados não têm acréscimo de IOF.
http://www.atrapalo.com/ já operou no passado no Brasil, hoje encontra-se na Espanha e no passado seu preço era imbatível. Sempre deve ser consultado.
http://www.rocketmiles.com com as mesmas características de cobertura mundial, entretanto está hospedado no exterior (acrescentar IOF ao preço), mas juntamente com o preço bonifica o usuário com milhas na sua conta FF da sua companhia aérea. O bônus em milhas deve ser precificado para avaliar se está optando pelo melhor preço.
http://www.kaligo.com idêntico ao anterior, entretanto bonifica com mais milhas dependendo da reserve. Compare-os.

Como eu faço uma reserva?

Leve em consideração que sou um viajante frequente e isto modifica algumas situações que podem não ser o seu caso. O viajante frequente pode se beneficiar de bonificação pela fidelidade tanto nas redes hoteleiras, como nas companhias aéreas, como nas reservas de carros, etc. A questão é saber até quanto essa bonificação pela fidelidade que lhe é oferecida é compensadora.
Particularmente sou fidelizado na rede Le Club Accor Hotels. Existem muitas redes hoteleiras com programas similares e com vantagens que podem lhe ser mais ou menos interessantes. Procure e avalie a que atende melhor seus interesses. No Le Club há hotéis no mundo todo (são muito mais fracos em disponibilidade de cidades/hotéis na América do Norte quando comparados com outros programas, mas recentemente compraram a rede Fairmont, Westin e Swisshotel ampliando sua cobertura quando integradas e dispõem de maior disponibilidade de locais na Europa). Para atingir o nível mais alto no programa, PLATINUM são necessárias 60 noites de hospedagem ano ou 25.000 pontos, este último facilmente atingível. A rede tem hotéis dos mais simples aos mais sofisticados, onde para cada Euro gasto você acumula 44 pontos nos hotéis superiores no programa. Sua reserva pode ser paga, em média 3 vezes ao ano fazem vendas bonificadas com descontos de 40% ou mesmo 50% no valor das diárias. Cada 2.000 pontos podem ser trocados por um voucher de 40 Euros que pode ser utilizado no pagamento de qualquer despesa do hotel (diárias, café, estacionamento, ceias, spa, restaurante, etc). No nível de fidelidade (PLATINUM) conforme o nível da rede hoteleira, MERCURE, NOVOTEL, PULLMAN e SOFITEL, etc. lhe dão os estes benefícios: acesso ao lounge executivo quando existir no hotel gratuitamente, incluindo consumo de bebida alcoólica, café da manhã, snacks, up grade de quarto gratuito se disponível, early check in e later check out, internet gratuita hi speed ilimitada no hotel e no quarto, frigo bar free em alguns hotéis, em outros o melhor quarto disponível (hotéis inferiores), Welcome drink. Sem dúvida, esses benefícios podem agregar valor significativo como redutor de suas despesas na viagem. Há lounges tão bons que você não consegue sequer comer fora do hotel. Lembro das Tâmaras gigantes em Dubai e dos camarões como petisco, das excepcionais cervejas em Singapura com suas castanhas deliciosas, em Bangkok vinhos franceses Bordeaux e desserts inesquecíveis...... Como é bom chegar as 07.00am depois de um transoceânico voo de 14 h e ir direto ao seu apartamento, num early check in. Naquele dia que seu voo decola as 11pm você pode tomar seu banho as 5 pm e só após fazer o check out, hummm que conforto! Portanto, se vier a ser viajante frequente ou já é associar-se a rede de fidelidade é obrigatório para auferir mais benefícios reduzindo seus custos.
Isto posto vou ao site da Accor e vejo os valores da reserva para o hotel na data que desejo, sempre no quarto mais inferior e sem nenhum benefício, desde que seja no nível Mercure para cima e obviamente se tiver hotel e disponibilidade na data na região. A partir daí vou no Tripadvisor e vejo FOTOS reais do hotel feitas por hospedes e NUNCA olho fotos fornecidas pelo hotel pois sofrem tratamento eletrônico e não revelam as condições reais do hotel.
Se o hotel é aprovado visualmente, passo a ler atentamente as avaliações dos hospedes. Eu excluo a escolha de hotéis que tenham poucas avaliações. Não leio avaliações de hospedes que publicaram 2 ou 3 avaliações somente. Considero avaliações de hospede nível 6 do Tripadvisor. Considero o país de origem do avaliador, dando maior credito aos que vivem em países mais desenvolvidos e com maiores afinidades conosco e com nossa cultura. Dependendo de relato de hospede ainda posso excluir a escolha, o que será sistemático se vários hospedes relatarem fatos que me decepcionem. Também dou crédito as respostas do gerente do hotel nas avaliações ruins para sentir o comportamento da gestão do local.
Escolhido o hotel faço a reserva! Em seguida vou aos sites que descrevi e avalio se há preço melhor. Lembrando que ao reservar eventualmente por esses sites os benefícios associados são perdidos. Raramente consigo preços mais vantajosos. Entretanto, tenho que usar esses sites quando o Le Club não tem hotel na cidade, o hotel é mau avaliado pelos hospedes, está em localização ruim, não tem disponibilidade na data ou desejo especificamente ficar hospedado num hotel icônico, Chateaux du Frontenac em Quebec, Wynn Las Vegas, Península Hong Kong,....
Com a reserva feita aguardo as eventuais promoções e se aparecem troco a reserva pela nova.
Agora, há ferramentas que lhe ajudam quando efetuar uma reserva: http://labs.orbitz.com/allvscore/ - nada de achismo, saiba a melhor data em termos de antecedência para pagar menos por uma reserva? Entre nesta ferramenta. http://labs.orbitz.com/dayofweek/ ou esta que lhe mostra em que dia é mais barato ou mais caro a ocupação na cidade escolhida. http://labs.orbitz.com/calheatmap/ e está ferramenta lhe mostra quando ao longo do ano as tarifas variam.
Tanto no programa da parceria com hotéis da VISA como da MASTERCARD nunca achei os melhores preços.
Já encontrei preços espetaculares de hotel aqui: http://www.cnnpartners.com/special-deals , nohttps://www.lmtclub.com/secure/PageRegistration.aspx?registration=true&promocode=MAYNOJ#, no Google hotel finder, no https://www.hotelpower.com/ , no http://www.galahotels.com/en/Home , no https://www.fairmont.com/fpc/great-rates/ . No Expedia ASAP (não confundir com o Expedia) https://www.expedia.com/g/c/dailydeals .
Sites de leilão: Priceline e Hotwire. No passado já usei muito a ambos. Minhas últimas experiências com ambos não foram nada espetaculares, motivo pelo qual não os tenho utilizado mais.
Sempre que for fazer um reserva avalie eventual promoção do tipo ficando um dia a mais tem desconto de 30% em todas as diárias. Em Las Vegas as diárias de domingo a 5@ são muito mais baratas. Pernoitar somente no sábado em determinados hotéis pode ter a mesma tarifa de 4 pernoites de domingo a 5@. Simule sempre nos destinos chegar em dias diferentes para obter melhores tarifas quando for o caso. Em Washington, D.C. a tarifa de sexta a domingo é tão ínfima que você até pensa estar errada. Em Sydney a tarifa de 30 de dezembro até 2 de janeiro a diária custa facilmente mais de USD 1000, mesmo em hotéis mais modestos com vista para a baia, e os melhores não aceitam reservas inferiores a 4 ou 5 diárias consecutivas nestas datas.


Reserva de carro – É comum encontramos manifestações na internet indicando que você deve ou não locar um veículo numa determinada cidade. Desconsidere estes informes. Vejamos o motivo com o exemplo mais emblemático, a cidade de Nova York. Sempre há indicações que não devemos locar carro em Nova York. Pois bem, tais informações têm como base a eficiência do transporte coletivo de uma cidade, a facilidade de deslocamento com transporte público, a abrangência da malha, a facilidade de estacionar, o custo do estacionamento.... mas esquecem de avaliar o mais importante: suas necessidades. Em Nova York ficando restrito a Downtown o uso do transporte público e taxi é suficiente. Entretanto, se for visitar localidades ao redor, a locação de um veículo é obrigatória. Se pretende ir a locais distantes é obrigatório locar um veículo. Para decisão de reservar ou não um veículo sempre inclua suas reais necessidades, o local, condições de segurança do país e principalmente da região do trajeto, condições climáticas, idioma da sinalização, condições da estrada no trajeto, apoio ao turista no trajeto, etc. Não se deixe influenciar por formula pronta. Em países de mão inglesa, prepare-se previamente para guiar o veículo com treino e informação na NET.
Feitas essas considerações vamos aos erros mais comuns numa locação.
1-) Locação em empresas que não operam no Brasil- ocorrendo problemas você se sujeita a legislação do país de destino. Deseja discutir prejuízo no fórum em Pequim? NUNCA efetue locação em empresas que não operam no BRASIL, exceto em condições excepcionalíssimas. Este erro só é visível quando há problemas.
2-) Locação visando melhor preço em locadoras pequenas- Locadoras com cobertura maior em termos de localidades via de regra tem preço de locação maior. Somente a título de exemplo hipotético digamos que em carro X na Hertz tem custo final, semanal, de USD 300 e o mesmo na locadora XINGU USD 200. Apesar do desconto ser considerável esta situação pode ser desde pouco arriscada a totalmente impossível. Vejamos. Digamos hipoteticamente que o carro seja alugado em São Paulo e devolvido no Rio. A Hertz tem loja nas duas cidades e a Xingu só em São Paulo – nesse caso você nem sequer pode alugar na Xingu. A Xingu abre uma loja também no Rio, mas cobra taxa de retorno de USD 150. Neste caso, locar na Xingu é mais caro. A frota de Xingu é tão nova ou mais que a da Hertz? Entre São Paulo e Rio a Xingu e a Hertz tem muitas lojas e em caso de substituição do veículo estão prontas a rapidamente lhe socorrer? O preço final, nas duas locadoras, é o divulgado ou no local há exigências adicionais OBRIGATORIAS como seguro, mesmo você já o tendo no seu cartão? Alugando no aeroporto o preço é diferente que em downtown? Qual é o custo do taxi do aeroporto ao seu Hotel?
3-) Locação sem ler os seus direitos – Conhecimento detalhado sobre as cláusulas contratuais são fundamentais. Ao reservar na NET, LEIA o contrato e salve a tela. A quilometragem é ilimitada ou tem adicional por km rodado? O seguro tem franquia, de quanto? Tem como reduzir a franquia e isso quanto custa? O tanque deve ser devolvido cheio? Como é tarifado eventual atraso na entrega do veículo? Quantos minutos há de tolerância? Em caso de devolução antecipada há multa, de quanto? Qual é o tipo de combustível utilizado no veículo, GASOLINA, GASOLINA PREMIUM, DIESEL, FLEX? QUAL É A COR DA BOMBA QUE CORRESPONDE A ESSE COMBUSTÍVEL e como ele se chama no idioma do destino? Se for devolver o veículo numa loja que naquele horário está fechada, onde estão escritas as instruções detalhadas de como fazê-lo, onde estacionar o veículo, como deixar a chave, etc. Salve no seu computador!
4-) Se na sua viagem você ficar restrito ao perímetro urbano de uma única cidade e nela seja obrigatório locar veículo, como Los Angeles, por exemplo, somente neste caso entendo que você poderia pensar em aceitar preço imensamente vantajoso. A mim esta opção não me agrada. Em todas as outras opções o preço mínimo encontrado implica em redução de qualidade e eficiência de atendimento no mínimo. Logo, sempre busco locar de empresas mundiais: ALAMO, AVIS, EUROPCAR, HERTZ,.....
4.1-) HERTZ – por anos fui cliente fiel da Hertz, entretanto ultimamente venho tendo assim como meus familiares, inúmeros problemas com locações e procedimentos inaceitáveis da empresa. Inclusive meu genro recebeu uma carta ameaçadora na sua casa acusando-o de não ter devolvido uma perua Mercedes Benz, quando já estavam no Brasil há mais de 15 dias. Eventualmente loco na HERTZ, mas como segunda opção, nunca mais a primeira como no passado.
4.2-) http://www.rentalcars.com/br/ , aluguei um carro em Montevideo, neste site pelo melhor preço. Próximo da data da locação a reserva foi cancelada por eles pois “ não seriam capazes de honrar a reserva” e fui obrigado a fazer locação de última hora em outra empresa com preço imensamente maior! Obviamente que nunca mais alugo nada com eles, sem falar que cometi o erro 1.

Como fazer a reserva do seu carro agora?

Definido pela reserva do veículo, o número de pessoas que irão usar o veículo, e a quantidade de bagagem – sistematicamente determinada – incluindo o limite máximo para devolução o que deve estar claramente colocado para as mulheres, de tal forma que cada ocupante do veículo terá direito a X malas e Y malas de mão, você já poderá diagramar o ou os veículos que se enquadram na locação. Se todos os ocupantes do veículo não estiverem claramente cientes dos limites máximo de bagagem, numa viagem longa num destino de compras, talvez dois carros do mesmo que você alugou ao chegar podem não ser suficientes.
Use nas locações os códigos promocionais de sua companhia aérea, ou outros que venha a ter.

SOMENTE para locações de veículos o preço com muita antecedência costuma cair. Neste caso, o preço da reserva com um ano muitas vezes é maior que com 6 meses. Como tais reservas são canceláveis sem penalidade monitore ao longo do tempo o valor que constuma cair.
Quando você loca pela Hertz United Kingdon o preço costuma ser menor que pela Hertz Brasil para a mesma condição de prazo e veículo. https://www.hertz.co.uk/rentacar/reservation/
Esta vantagem financeira também é obtida na SIXT quando você loca no site da SIXT UK, https://www.sixt.co.uk/

Economia em locação- situação 1- Se no seu destino a locação no aeroporto é sobretaxada como PREMIUM LOCATION acrescentando valor considerável na tarifa, exemplo- em Los Angeles, alugar e pegar o carro na loja do LAX (Los Angeles International Airport ) acrescenta na tarifa total 15%. Numa locação de US 700 voce pagará USD 805. Entretanto, se pegar o shuttle do hotel Marriot LAX ou o do Hilton LAX o mesmo carro no mesmo prazo não tem acrescida esta taxa e você economiza o valor que em certas épocas do ano lhe dão para pagar exatamente uma diária grátis. Ambos os hotéis estão há 500 m do aeroporto.
situação 2- Digamos que você chega tarde a Los Angeles. Faço o transfer para um dos dois hotéis e quando da locação do carro inicio somente a partir do dia seguinte. Economia de uma diária.
situação 3- Avalie quanto lhe custa a locação pelo número de dias. Saiba que alugar por 7 dias não tem o mesmo custo proporcional a 6, 5, 4, 3, 2, 1 dia. Na imensa maioria dos países isto é verdade, mas há exceções. Nos USA o custo de 8 dias de locação é muito maior que o proporcional 7+1, ou seja, a tarifa é a de 7 dias mais a de 1 dia. A titulo de exemplo, numa locação de 7 dias, ao custo de USD 100/dia, a locação semana custaria USD 700, a de um dia USD 200 e a de 8 dias USD 900 e não USD 800 como esperado. Lá as locações de 5,6 e 7 dias tem exatamente o mesmo preço.

Peça upgrade- Use o clássico: “ Do you have a free car upgrade for me “. Como resposta no máximo poderá ouvir: “ NO ou talvez I have a car upgrade for you for only...” já ouvi todas estas situações, mas por bagatela tive upgrade para Corvette que não aceitei por não caber minhas malas, tive Cadilac CTS, Aston Martin DB 9, Volvo S 80, Volvo XC 90, Mercedes S 350 que não aceitei pelo custo, mas no máximo fiquei com o que tinha locado.

Cuidado com o downgrade! Certa vez aluguei um Mercedes C 300 e no momento de pegar o carro não tinham e me oferecerem um Lincoln Town Car, bati o pé que era downgrade e sai com um Aston Martin DB 9 pois não tinham outro carro inferior acima do Mercedes. Fique atento neste caso na hora de assinar o contrato para que se mantenham as cláusulas iniciais do Mercedes, pois o Aston tinha cobrança de 1,1& por milha rodada acima de 200 milhas por dia.
FOTOGRAFE com seu smartphone TODO O VEÍCULO EXTERNAMENTE NO MOMENTO DA ENTREGA DO CARRO. FAÇA RESSALVA NO CONTRANTO SE O CARRO LHE FOR ENTREGUE EM AMBIENTE ESCURO OU MOLHADO. ESCREVA ISTO JUNTO A SUA ASSINATURA. EXIJA QUE CONSTE EXPRESSAMENTE NO CONTRATO QUALQUER AVARIA EXISTENTE NO VEÍCULO QUE LHE É ENTREGUE, POR MENOR QUE SEJA. Atenção, contrato assinado é sinônimo de contrato cumprido.

Houston - Texas


Compra de passeios


Agora estamos diante de um ítem mais complicado. Primeiramente, que muitos passeios são vendidos por empresas que operam exclusivamente no exterior, em outros quando vendidos no Brasil os preços podem ser exorbitantes, eu particularmente resolvo isto nesta ordem:
a-) Compro de empresa idônea que opera no Brasil se o preço for parecido,
b-) uso o Concierge do cartão de crédito e compro por lá se o preço for parecido,
c-) Tento comprar pelo Concierge do Hotel que irei me hospedar se o preço for parecido,
d-) Compro da empresa no exterior somente após pesquisar na net sobre a mesma e eventualmente com terceiros.
e-) avalio o risco de ir sem reserva e comprar na hora e no local se for o caso.


O post do próximo mês será: A efetiva reserva de todos os voos para a Nova Zelândia e Los Angeles.



sábado, 26 de dezembro de 2015

Como definir o tempo de permanência nos destinos por Celso

Olá pessoal !!!
Tudo bem?

Segue mais um artigo do Celso. Tema de hoje: Como definir tempo de permanência nos destinos. Desfrutem.



Escolhido o destino após afastar todas as variantes indesejadas, planejamento de rota feito, vamos a um item personalíssimo. O tempo de permanência no destino pode variar muito segundo os desejos específicos de cada viajante. Indo a Auckland um amante da vela querendo velejar irá esticar a permanência, se gosta de esportes radicais a Nova Zelândia é o paraíso, se aprecia moda Paris terá longa permanência, design em outros locais e assim por diante.

Começo minha pesquisa pelo Tripadvisor que me serve somente como referência inicial do que fazer no local, suas atrações e peculiaridades dando algum valor a nota média das avaliações do local somente quando numericamente estas avaliações são estatisticamente significativas. Em seguida voo ao site de turismo do país, da região ou da cidade, e também coleto informações dos destinos que gostaria vistos no Tripadvisor ou que aparecem no site do local.

Na Nova Zelândia é este: LINK para pesquisa Nos sites de turismo dos respectivos países descarto qualquer avaliação das atrações que venham a fazer. Lembro-me bem dos Australianos falando que a Great Ocean Road era uma das 10 estradas mais maravilhosas do mundo. Quando na realidade é bonita, nada mais! Foi uma imensa decepção.
Macau

Feita essa avaliação inicial, vou colhendo informações e as salvo num arquivo do Word. A seguir, continuo coletando informações do que me interessa nestes sites:
(vou colocar em forma de texto, escolham os links copiando e colando)

http://www.nytimes.com/section/travel , http://en.arrivalguides.com/en , http://edition.cnn.com/travel , http://www.cntraveler.com/travel-inspiration?src=concierge , http://www.gogobot.com/ , http://www.minube.com.br/ , http://www.mydestination.com/ , http://www.travelchannel.com/ , http://www.10best.com/destinations/ , http://www.theguardian.com/travel , http://www.travelfish.org/ , http://www.travelpulse.com/ , http://www.travelmuse.com/ , http://www.virtualtourist.com/, http://www.worldtravelguide.net/ , http://www.travelpulse.com/ , http://www.roughguides.com/# , http://travel.nationalgeographic.com/travel

Neste momento você pode achar que há exagero no número de sites para pesquisa. Mas este número pode eventualmente ser até pequeno. Na última viagem entrei nos Emirados Árabes Unidos por Sharjah que é um dos 7 Emirados e é a capital cultura dos Emirados. Pois bem, vocês não imaginam a dificuldade que foi encontrar informações de Sharjah. Todos os sites acima têm abrangência mundial, ou representam o que há de melhor em informação de uma região, ou colaboram com imagens e vídeos para dirimir dúvidas de pesquisa de informações. Viajar para Paris é muito diferente que viajar para Ko Phi Phi Don. Na primeira há uma infinidade de informações, parâmetros claros e estatisticamente validos para optar por uma avaliação ou outra, etc. Nessa praia paradisíaca onde Leonardo Di Caprio protagonizou “The Beach” a quantidade de informações e a precisão de avaliações é muito menor. Quando eu me deparo com esta situação de poucas informações do local faço uso de Google, mas com o máximo de precisão, conforme instruído aqui:
Pesquisa Eficiente

Aproveitando já que estamos falando de pesquisa uma ferramenta muito útil em alguns momentos é esta Link
Imagine que você precisa acessar qualquer site e não consegue. Entre nesta ferramenta digite o nome do site e saberá se o site está com problema ou se o problema é na sua máquina/navegador/etc.. Isto é importante pois alguns sites podem não aceitar operar com o seu navegador ou sistema operacional e você fica tentando, tentando, e não consegue realizar a operação. Eu abandonei o Google Chrome e o Opera por não darem mais suporte atualizado ao Flash Player o que é necessário em muitos sites.

Amsterdam

Com tudo o que me interessa selecionado num arquivo do Word, incluindo o horário preciso de abertura e fechamento da atração, o dia da semana que não funciona, se possível o tempo gasto para conhecer o local, começo a ver avaliações das atrações. Atrações com avaliações próximas da unanimidade e quem são de nosso interesse serão obrigatoriamente visitadas. As atrações com avaliações discrepantes requerem pesquisa de avaliação via Tripadvisor, com método que já tinha explicado em outro post. No mundo cristão muitas atrações fecham nas 2@ feiras, no mundo Islâmico as 6@s (lembrar do período de Ramadã). Alguns destinos turísticos estão quase que totalmente fechados fora de temporada (Ilhas Gregas ou Punta de Leste). Uma vez que tudo está selecionado vou ao Google Maps e coloco cada atração num mapa para evitar deslocamentos em 4 atrações seguidas nos 4 extremos cardeais de uma cidade. Agrupo se possível atrações por proximidade. Pronto, já sou capaz de montar um roteiro e ter uma ideia de quanto tempo ficarei na cidade. Aqui um alerta, para evitarmos erros comuns. No dia da chegada e da partida evito programação intensa e se possível, no primeiro, procuro ficar próximo do hotel. Outro alerta importante é saber com precisão o tempo de deslocamento no dia e horário que partirá para o aeroporto junto ao pessoal do hotel, entrando inclusive no site do aeroporto informando-se sobre obras no entorno. Sempre, no mundo inteiro, projeto estar no interior do terminal de passageiros do aeroporto para fazer o check in com 4 horas de antecedência do horário de partida previsto do voo. Nunca perdi um voo, mas em pelo menos umas duas ou três vezes só fiz o check in por estar em classe superior se fosse na fila única da classe econômica perderia o voo com certeza. Nem todo aeroporto é pequeno com fácil acesso.

Sydney Opera

Se você tem dificuldade com o idioma inglês, o uso de tradutores relativamente eficientes podem lhe auxiliar:

http://tradutor.babylon.com/ingles/portugues/ , https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR , http://www.worldlingo.com/products_services/worldlingo_translator.html , http://www.online-translator.com/

Agora que já sabe quantos dias ficar, que tal colorir sua viajem com comida Gourmet?
Se quer saber onde comer bem no mundo inteiro, siga este site First Bite TV ou este brasileiro Gastrolandia
Mas há fóruns específicos de avaliação de restaurantes, veja isto : LINK as reservas podem ser feitas diretamente no site do estabelecimento, ou usando o Concierge do seu cartão de Crédito que não terá custo pelo serviço.
Eu tenho alguns blogs que sigo servindo inclusive de fonte de informação e vou enumerá-los indicando o motivo de cada um:

http://www.aluxurytravelblog.com/ - Este site traz informações que leio e quando relata algo do próximo destino que pretendo ir, seleciono num anexo.
http://grantourismotravels.com/ - Este espetacular site traz informações do mundo inteiro. Vale a pena a leitura.
http://www.groundedtraveler.com/ - Apesar de residente na Alemanha, fonte maior de informações, o autor mostra com riqueza muito do mundo e de sua experiência.
http://gutsytraveler.com/ - Variedades com informações dos mais diversos destinos e com ótica feminina.
http://www.urbantravelblog.com/city-breaks/ - Nos destinos publicados há informações de experiências reais e não encontradas com facilidade na net.
http://www.worldofwanderlust.com/ - Muito rico em informações de qualidade do mundo todo. Vale a pena.
http://gadling.com/ - Completo e maravilhoso.
http://www.justluxe.com/ - Para sonhar e quem sabe....
http://www.luxurytravelmagazine.com/ - Para conhecer o excepcional....
http://www.luxurytravel.com/locations/ - o que existe de melhor....
http://www2.wayn.com/ - muita informação dos destinos...
guias mundiais pagos com versão on line gratuita (com algumas limitações), mas ainda assim muito uteis:
http://www.fodors.com/
http://www.frommers.com/

Wellington Train Station

Com estas informações você já definiu de forma segura o tempo de permanência em cada destino e no destino os caminhos/rotas mais curtas, ou mais rápidas e mais bonitas que fará para visitar os locais.
Pode ainda lhe persistir alguma dúvida sobre um local e visita-lo com imagens pode lhe ajudar a decidir. Apesar do afamado Google Earth utilizo este que no meu entender é muito mais completo não precisar ser baixado, Show My Street .
Erros comuns ao definir permanência é desconsiderar a época exata da viagem, lembrando que o clima interfere inclusive nos horários de funcionamento das atrações e programar idas a atrações fechadas por não ter exato conhecimento dos horários de funcionamento.
O GPS veicular – Em pelo menos 2 situações o GPS veicular foi equipamento de viagem ineficiente. Tenho locado carros que com frequência tem GPS on board, entretanto tais GPS não estão obrigatoriamente atualizados e você pode ter inúmeros problemas com isso. Leve sempre seu GPS. Utilizo um GPS Garmin e em todas viagens com os mapas atualizados foi plenamente eficiente. Não tenho experiência com GPS no i phone e parece existirem buracos na recepção do sinal o que tornaria o equipamento ainda ineficiente em muitas rotas além de precisar de chip especifico do local onde irá se deslocar para aquisição dos dados.
Em 3 situações o GPS causou-me transtornos. Indo de Nice para Mônaco, ao chegar em Mônaco tive queda de sinal no GPS do carro. Por sorte liguei meu GPS e consegui chegar no local reservado em tempo. Nos Emirados o GPS do carro estava totalmente desatualizado apesar do carro ser novo e perdi inclusive uma visita a uma atração. Em Sydney estava com o GPS e no dia do Réveillon o centro de Sydney tem bloqueios policiais e só poderiam ser ultrapassados com credencial que tinha. Mas num determinado ponto um policial não me permitiu seguir por aquele trajeto e o GPS somente me informava tal rota para atingir o destino. Sempre levo mapa impresso dos pontos mais importantes do destino. Proei um outro local no GPS para conseguir atingir o ponto que queria e então o GPS me auxiliou fornecendo outra rota. Portanto, mesmo com GPS tenha um plano B com um pequeno mapa impresso em casos de imprevistos.
Combustível – procuro sempre que o tanque chega a metade já abastecer para evitar imprevistos. Embora antes da viagem saiba informações precisas (incluindo limites de velocidade) no site do pais sobre o transito em rodovias. Entre Sydney e Melbourne são aproximadamente 1.000 km. pela estrada mais rápida e num trecho de 160 km não há nenhum posto na rodovia. Há regiões no deserto Australiano que a distância entre postos é de 400 km. portanto informação é fundamental.
Comida no carro- num país como o Canadá onde a cada 40 km na estrada em muitos territórios há postos com áreas de conveniência superequipadas é totalmente desnecessário. Entretanto, entre longas distancias em áreas pouco povoadas ou em países cujas condições de higiene não sejam exemplares, que tal ter água e alguma guloseima embalada no interior do carro em caso de imprevistos.

O post do próximo mês será como reservar hotéis, passeios e carros.

sábado, 21 de novembro de 2015

Bilhetes Emitidos para Viagem á Nova Zelândia. Por Celso.

Olá pessoal. Mais um post do Celso. Ele mostrará como pretende emitir as passagens para a próxima viagem. Está sensacional. (Sim, ele pensa em tudo). ;)


Emitindo bilhetes para a viagem

Eu já tinha escrito no blog sobre emissões neste artigo no ano passado. Algumas informações importantes podem ser revistas numa nova leitura.

LINK POST BLOG

A emissão dos bilhetes é um fator a mais para obtenção do visto quando necessário sem maiores burocracias. Nesta viagem, neste momento, tenho visto válido para os USA e a Nova Zelândia não requer visto para turistas brasileiros no período que ficarei lá, uns 15 dias. Eu estarei atento a necessidade de visto, inclusive de transito nos eventuais pontos de conexão.
A emissão pode ser feita com bilhetes pagos, neste caso, cote neste site o melhor valor e depois faça a emissão no site da companhia aérea ou da sua operadora.

MATRIX SOFTWARE

Mas novamente minha emissão será totalmente com milhas.

Tinha muitas milhas no Executive Club da British e no Lifemiles da Avianca, que podem ter sua validade renovável facilmente, mas seria bom gastá-las. Tinha muitas milhas no Programa Le Club e algumas milhas no Programa Amigo da Avianca Brasil e no Multiplus. Tenho muitas milhas no cartão que posso debitar a qualquer momento em várias companhias, incluindo as nacionais, a TAP Victoria, Smiles ou Executive Club (via Ibéria). Aparecendo promoção, e somente neste caso, transfiro milhas do meu cartão cuja validade nunca expira.
As informações sob visto sempre obtenho neste site que é oficial, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil,

PORTAL DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

e confronto com o da Emirates, para brasileiros.

Site da Emirates

ainda pesquiso no site da Star Alliance, que inclui também informações de saúde.

Star Alliance Information

o que também pode ser visto neste site, Visa Mapper

Nesta viagem evitaria visto, exceto no aeroporto, se possível e evitaria pernoites se possível nas cidades envolvidas na rota. Procuraria evitar multiplos check in.Ter opções para poder emitir e não ser surpreendido com falta de disponibilidade de assento numa viagem tão longa é fundamental e ciente da viagem na altíssima temporada. Teria como emitir ONE WAY pelo Smiles, pelo Lifemiles, pelo Amigo, pelo Multiplus e pela Star Alliance somente com a TAP ou com a ONEWORLD via Executive Club, com a Singapore via Krisflyer, com a Virgin Austrália através do Velocity e com a Qantas através do seu programa de FF.

Exclusões para emissão –
a- Impossível viajar com a BRITISH AIRWAYS ONE WAY no sentido LHR>GRU e também em qualquer rota que inclua decolagem de LHR. Eles inventaram taxas que carregam os 2 bilhetes com algo como quase USD 2000 de taxas extras.
b- Emitir com a TAP para empresa da Star Alliance implica emitir ROUND TRIP o que poderá ser feito em parte do roteiro talvez. Entretanto, a TAP é parceira da EMIRATES que voa para Christchurch (CHC) e Auckland (AKL.) No programa Ibéria Plus ocorreria o mesmo problema o que me obrigou a transferi-las ao Executive Club onde é permitido emissão ONE WAY.
c- AIR FRANCE/KLM – até a Ásia- está excluída por penalizar o custo no Smiles excessivamente e não estou disposto a pagar o solicitado.
d- IBERIA- recentemente viajei na nova executiva vindo de Madri para GRU no A 346 e o serviço e o conforto foram muito, muito ruins. Não viajo mais com eles.
e- ETHIOPIAN, ETIHAD, TAP, LUFTHANSA, SWISS, ALITALIA, AIR CHINA são empresas que partem do Brasil e pelos mais variados motivos foram descartadas na elaboração das rotas. Caso lhe interesse ainda há estas opções. Elas foram descartadas por ao menos um dos seguintes motivos: a- empresa aérea de qualidade inferior, b- não tenho milhas suficientes para emitir nesse momento no programa, c- emissão exclusivamente em round trip, d- prêmio solicitado muito alto e e- indisponibilidade de emissão com milhas no trecho seguinte.

A emissão específica
Antes de elaborar o roteiro para emissão utilize-se destes sites atualizados, super práticos e rápidos para fornecer informação:
LINK
- Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde e a frequência nos dias da semana na rota. Quando você clica em cima do símbolo do avião no dia e com a empresa que deseja voar, abre-se nova janela, onde há várias informações, como tempo de voo, terminal de partida e chegada (muito importante saber se for fazer conexão em voos em aeroportos imensos) e o tipo de aeronave que opera o voo,
o segundo siteLINK 2 Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem e a classe da cabine que pretende viajar, aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde, o preço do bilhete, informações como tempo de voo, tipo de aeronave que opera o voo, recursos da cabine (wi fi), etc. e ainda atrubuem um score comparativo entre todos os voos da rota. o terceiro site LINK 3
ao indicar a sigla IATA do aeroporto que deseja partir mostra num mapa todas as rotas possíveis a partir deste aeroporto e ao clicar no item listar rotas são exibidas uma a uma.
Com auxilio destes sites vamos começar o planejamento.


A viagem, com emissões obrigatórias em classe superior, sempre voando para leste que é menos cansativo, seria até Auckland-na Ilha Norte da Nova Zelândia ou Christchurch na Ilha Sul. Diante das exclusões e condições impostas – haveriam as seguintes opções-
1.LAN– pura – Os voos de GRU a AKL, com escala em Santiago tem esta rota como a mais curta. Nunca viajei na LAN, no trecho SCL-AKL ela opera com o 787 que também nunca voei. Tem disponibilidade razoável em executiva de somente 02 assentos por voo e não operam nenhum voo em First Class. Parte a tarde de GRU com rápida conexão em SCL. Minha esposa não gostou da ideia e viajaríamos no sentido Oeste o que é muito mais cansativo. A emissão via Executive Club não tem prêmio ou taxas exorbitantes.
2- South African Airways + Qantas – GRU-JNB-PERTH com a primeira, com curta conexão em JNB, e PER-AKL com a segunda. A SAA voa A 346 mais velhos ou mesmo os A332 mais novos. Entretanto a companhia vem passando por algumas dificuldades financeiras. Disponibilidade farta na rota, mas não opera First Class. A segunda perna PER-AKL já tem alguns problemas. O voo da África chega em Perth muito em cima da hora, o ideal seria pernoitar em Perth. Existe rara disponibilidade via Executive Club com a Qantas no voo direto PER-AKL somente aos sábados com o A 332. Como frequente flyer Qantas há disponibilidade farta, porém com escalas e parte do trajeto com 738 sempre. Tanto ir como voltar nesta rota não é tão tranquilo. Com o Velocity da Virgin Austrália há mais opções, inclusive via ilha sul da Nova Zelandia-Christchurch.
3- Ir via USA–teria inconveniente de compras na ida e viajar lotado o tempo todo e viagem no sentido Oeste. Descartado.
4- Ir GRU – LHR com a British. Stop em Londres de dois dias. Embarque para BKK via DOH com a Qatar em First Class ou Embarque com a Singapore Airlines em Suítes no A 380 até Sydney. De BKK a AKL podemos ir de Thai em Business (emissão TAP round trip) ou Emirates em Business e First com A 380. Quando você pesquisa nota disponibilidade em todos os trechos, mas o custo em milhas sobe muito. Logo, optando por essa emissão haverá necessidade de emitir com stop em LHR E BKK ou SYD, o que poderá sacrificar um pouco o tempo de permanência na Nova Zelândia. Seria nossa primeira opção. Esta opção poderia combinar as Suítes do A 380 até Singapura com a First class do 77W de Singapura até Auckland. Optando por ir via Sydney abre-se dois trajetos para a Nova Zelândia, se optar por iniciar na ilha norte Auckland pode ser acessada pela LAN em executiva (Executive Club) com farta disponibilidade diária ou com a Emirates em executiva ou primeira via FF da Quantas ou ainda com o Velocity da Virgin Austrália. Caso optemos por iniciar pela ilha sul, podemos ir a Christchurch ou Queensland com os mesmos programas.
5- Ir GRU-LHR-SIN-SYD com a British fazendo um único Stop em LHR. O custo do trecho seria muito alto por passageiro pois o Executive Club cobra por distancia voada. Nesse caso uma combinação com o trecho SIN-SYD com a Singapore em A 380 não estaria afastada e por sinal seria opção interessante. Há ainda a possibilidade e continuação no SIN-CHC com 772ER ou SIN-AKL com o 77W ambas as rotas diretas com a Singapore. No 772ER interior da aeronave em padrão mais velho e no 77W não há suítes.
6- GRU-DOH-BKK e BKK-AKL
7-GRU-DOH-BKK E BKK-CHC
8-GRU-DOH-SYD e SYD-AKL OU SYD-CHC
9-GRU-IST-DXB-MEL- ILHA NORTE OU ILHA SUL.
10- em muitas outras combinações….
Emissão
Nessa viagem na volta passaríamos por Los Angeles (LAX). Nosso destino final será a Nova Zelândia. A porta de entrada principal Kiwi é Auckland (AKL) a cidade mais populosa e como Wellington (WLG), a capital, ambas na Ilha Norte oferecem aeroportos internacionais como Christchurch (CHC) é a segunda cidade mais populosa e Queenstown (ZQN) essas duas últimas na Ilha Sul. O pais é formado por duas ilhas a norte e a sul, divididas pelo estreito de Cook e ambas têm largura de aproximadamente 120 km, mas de AKL a ZQN a distância aproxima-se de 1500 km.
Todos os custos dos bilhetes expressos neste post são para dois passageiros.
Em 2014 aprendi outra regra: cadastre-se nos melhores programas de fidelidade no mundo. Isso é gratuito e há muitas promoções interessantes que exigem que você já possua conta com seu número fidelidade aberta previa mente, x dias antes da promoção. Para isso avalie os programas que mais lhe interessam. Cadastrei-me na American Airlines, na Alaska Airlines, na Qantas, na Virgin Austrália, na Etihad, na Singapore e na Emirates. Com frequência esses programas lançam promoções para compra de milhas com preços atrativos, mas para voar em classe superior. Descarte viabilidade financeira na compra de milhas para viagem em classe econômica.
Diante das rotas para esta viagem vejamos os custos dos prêmios-
A rota mais curta é GRU-SCL-AKL na ida e AKL-SYD-LAX e depois LAX-GRU. A ida até AKL nessa rota operada pela LAN tem disponibilidade razoável, com 788 em executiva, pelo programa Executive Club. Custo 220.000 milhas. O trecho AKL-SYD tem disponibilidade diária com a LAN, no voo de AKL que segue para Sydney. Custo 40.000 milhas. SYD-LAX é operado pela UNITED que não desejo viajar pelo serviço ruim e não aceitaria como opção. Seriam opções SYD-HND-LAX com a ANA ou SYD-ICN-LAX com a Asiana. Tanto o voo do Japão como da Coreia do Sul para LAX pode ser feito em First Class e com a Asiana o voo é operado com o A 380. Nesse caso a emissão com o Life Miles custaria 260.000 até LAX fazendo o segundo trecho em First Class como emissão de 4 bilhetes, 2 em executiva e os demais em First pois o Lifemiles não permite emissão com trechos em classes diferentes. Neste caso penaliza o passageiro. De LAX a GRU como virei muito carregado não quero voo direto e voarei via BOG com a Avianca, promocionalmente custa 100.000 milhas e há farta disponibilidade. O voo direto da American LAX-GRU não tem disponibilidade no Executive Club em classes superiores com milhas nunca. Austrália e Japão exigem visto de transito, não tarifados.
Sou filiado ao programa Acoor Hotéis que permite transferência para a Qantas na proporção 1:1. Acontece que ao transferir do Multiplus para a Acoor a transferência agora é 3:1, entretanto a disponibilidade do programa da Qantas para emissão é muito boa, inclusive tendo como parceiro a Emirates com disponibilidade em todas as classes, inclusive nas suítes da First Class tanto no A 380 como no 773ER. Neste momento tenho 150.000 milhas na Acoor.

A rota que gostaria seria viajar novamente na Qatar de 1@ classe, conhecendo o lounge Al Safwa em Doha que acaba de abrir e é espetacular em termos de serviço, na Thai de 1@ classe e na Asiana também de 1@ Classe. Analisando as possíveis emissões, para utilizar o lounge Al Safwa (exclusivo de passageiros Qatar First Class) que irá abrir em Doha e desfrutar de todos os serviços. O Smiles oferece uma barbada e por 65000 milhas podemos voar em First Class do Oriente médio a Ásia. O A 380 da Qatar opera DOH-BKK. Procurar um destino inicial no Oriente Médio que permita uma conexão longa em Doha seria o suficiente para desfrutar dos serviços espetaculares do futuro lounge. Entre outros Amâ na Jordânia permite isto (há outros destinos, mas depois entenderão porque Amã). Este trecho AMM-DOH-BKK seria feito com a Qatar em First Class sendo o segundo voo com o A 380. Ama foi escolhida pois no Lifemiles o trecho América do Sul – Oriente médio em executiva custa 195.000 (one way) o que permite combinação excelente até Bangkok. A Jordânia emite visto na chegada para brasileiros por USD 30 por passageiro. O Lifemiles tem farta disponibilidade com a Turkish em voo até Istambul e de lá a Amã. Conexoes rápidas, mas a rota é cansativa e talvez uma parada de uma noite em Amã poderia valer a pena. Em Amã rápida partida com a Qatar até Doha. Em Bangkok faria um stop e no dia seguinte voaria:

a-) de First Class até Sydney com a Thai e em rápida conexão com a LAN até AKL. Com a Thai no Lifemiles 120.000 e com a LAN no Executive Club 40.000. Ambas com farta disponibilidade.

b-) de BKK round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 140.000 (round trip) podendo ir BKK-AKL e voltar CHC-BKK ou vice-versa. Há disponibilidade, mas é limitada em classe executiva somente.

c-) de First Class até Sydney com a Thai e de SYD round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 100.000 (round trip) podendo ir SYD-AKL e voltar CHC-SYD ou vice-versa. Esta opção implica num stop de um dia em SYD na ida ou na volta. Há boa disponibilidade em classe executiva com a Emirates.

d-) de BKK one way com a Emirates emitindo pela Qantas tanto para CHC como para AKL e se quiser round trip. Preços competitivos, farta disponibilidade e combinações de classes.

e-) TAP permite somente emissão round trip, mas tem disponibilidade no voo BKK-AKL com a Thai em classe executiva toda 2@,3@ e 4@, permitindo num mesmo prêmio seguir de AKL as demais cidades da Nova Zelândia, com a Air New Zealand, mas agora em econômica. 140.000 milhas. Entretanto, neste caso podemos voltar de Queenstown também num mesmo prêmio, porém em econômica até AKL e de lá em executiva até BKK.

Emirates para AKL e BKK de Sydney voa A 380 e de CHC para SYD 773ER.

O Life Miles não tem disponibilidade com a Thai no voo direto BKK-AKL nunca. Doha em conexões menores que 24h permanecendo na área de transito não requer visto. Austrália permanecendo menos que 72 h aceita emitir visto de transito não tarifado. Tailândia requer Vacina contra Febre Amarela para procedentes do Brasil.

Quando eu estava escrevendo este artigo, leio num site australiano que a Qantas que transfere pontos do programa Le Club Accor na proporção 1.1, mas durante um curto período iria bonificar esta transferência em 50%. A Qantas é parceira da Emirates, tinha 190.000 milhas no programa Le Club que foram imediatamente enviadas para o programa FF da Qantas onde posso emitir bilhetes de DXB para Melbourne ou para LAX, em First Class, no A 380. Há farta disponibilidade para emissão com milhas nessas rotas. No primeiro caso por 252.000 milhas e no segundo por 288.000. Pronto, um dos trechos da viagem estava definido com a Emirates em First Class no A 380.
Passa uma semana e agora a Virgin Australian também lança promoção bonificando em 25% a transferência do Le Club e esta última permite transferir para o programa da Singapore Airlines na proporção 1.35/1. Não descartaria ainda o uso de Suites do A 380 da Singapore.
Hoje foi um dia importante onde notei que faria novamente um erro que há muito não cometia. Querer ir em muitos destinos numa mesma viagem! Estava fujindo muito da regra numero de dias viajando dividido pelo número de destinos deve ter resultado próximo de 5 e teria no máximo 24 dias de tempo total para esta viagem. Conhecer realmente as ilhas norte e sul da Nova Zelandia é impossível em menos de uns 13 dias.
Diante desta reviravolta já está definida a rota como sendo, GRU-SCL-AKL ( LAN em executiva por 220.000 milhas)+ carro até Wellington+ Air New Zealand bilhete comprado até Queenstown, pois emitir com milhas é mais caro que o preço do bilhete+ carro até ZZZZZZZZ+ trem Trans Alpino até Christichurch+ CHC-MEL ( Virgin Australian em executiva – com a promoção saiu 55.000 milhas)+ MEL-SIN-BKK-DXB ( com a Singapore Airlines e o ultimo trecho com a Thai, em executiva, 170.000 milhas)+DXB-LAX ( com a Emirates , em First, com a promoção 192.000)+ LAX-BOG-GRU ( com AVIANCA AMIGO – 140.000 milhas)= Total = 777.000 milhas.
Num posto anterior no blog já tinha comentado que tinha um custo de R$ 0,04678, mas agora com a moeda Americana cotada no cartão a R$ 4,1688 o custo para gerar cada milha seria R$ 0,05045. Neste caso, o custo total para gerar tais milhas foi de R$ 39.200,00 o que equivale a USD $ 9.403. Vejamos o custo isolado dos bilhetes: A- 2 BILHETES Emirates first class DXB-LAX, one way (simulado numa segunda feira, onde o bilhete é mais barato, em First descontada) = USD $ 16.099,47*. Veja que somente o preço do bilhete da Emirates, com desconto, supera todo custos do pague contas e saíram gratuitos os voos GRU-SCL-AKL , CHC-MEL, MEL-SIN-BKK-DXB, LAX-BOG-GRU. Se os bilhetes forem emitidos exclusivamente com geração de milhas por pague contas isto seria o custo real! Na realidade, devemos diminuir ainda desse custo as milhas geradas por compra com o cartão, que pode variar segundo o apetite de compra de cada um e a estratégia de aproveitar promoções de pontos em compras.
Com isso a parada que minha esposa desejava em Londres desapareceu, pois tornaria a viagem inviável. A ideia de ir pela Europa acrescentaria muito tempo a viagem.


No planejamento inicial, chegaríamos na Austrália onde são destinos de maior disponibilidade de voos para ir a Nova Zelândia, Melbourne e Sydney, apesar de Brisbane também permitir acesso a Auckland com facilidade.

O destino de chegada na Austrália não é importante frente as opções de rota que dispomos. A entrada no destino adequado na Nova Zelândia nos evitaria pernoites em destinos na volta até LAX.

Para encurtar tempo terei que fazer um voo interno na Nova Zelândia em rota direta que só voam com classe econômica. Entre Wellington(WLG) e Queenstown(ZQN) ele é operado pela Air New Zealand.


Se o retorno fosse de Sydney, você tem as opções de rota mostradas a seguir, mas dependendo da rota terá que pernoitar ao menos uma noite em Sydney. Leia acima como ir a Los Angeles.
O retorno seria de BKK? Neste caso a ida a NRT (Narita) ou HND (Haneda) em Tóquio quer com a Ana ou a Thai e de lá a Los Angeles com a Ana, no Life Miles pode ser feita numa única emissão em executiva ou em duas emissões o primeiro trecho em executiva e o segundo em First Class.


Todas as opções de Sydney com uma única escala ( não pretendo voar com United ) são mostradas no mapa acima.


Neste mapa você visualiza a continuidade dos voos segundo o ponto de escala. Mas, a rota efetiva será outra.


Ao analisar as emissões possíveis, descobri que o Lifemiles permite emitir com farta disponibilidade MEL-SIN-BKK-DXB, inicialdo em Mel com o 773ER da Singapore, seguindo para Bangkok com o 772ER e de lá para Dubai no A333 da Thai, todos os voos em executiva. Entre Christichurch e Mel a Virgin Australian opera com o 738 em executiva. Essa rota não teria problemas com bagagem e somente em Dubai chegaríamos por volta das 20 h com decolagem na manha seguinte com a Emirates para Los Angeles.


Logo pela manhã embarcaria no A 388 da Emirates em First Class rumo a Los Angeles num voo de 16.20 h no stop, em bilhete emitido pela FF da Qantas.


De Los Angeles voaria a GRU com a Avianca no 788 via Bogota, empresa que nunca viajei.

No próximo mês o post será: Como definir o tempo de permanência nos destinos.