por Wilian Delatorre

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sábado, 26 de dezembro de 2015

Como definir o tempo de permanência nos destinos por Celso

Olá pessoal !!!
Tudo bem?

Segue mais um artigo do Celso. Tema de hoje: Como definir tempo de permanência nos destinos. Desfrutem.



Escolhido o destino após afastar todas as variantes indesejadas, planejamento de rota feito, vamos a um item personalíssimo. O tempo de permanência no destino pode variar muito segundo os desejos específicos de cada viajante. Indo a Auckland um amante da vela querendo velejar irá esticar a permanência, se gosta de esportes radicais a Nova Zelândia é o paraíso, se aprecia moda Paris terá longa permanência, design em outros locais e assim por diante.

Começo minha pesquisa pelo Tripadvisor que me serve somente como referência inicial do que fazer no local, suas atrações e peculiaridades dando algum valor a nota média das avaliações do local somente quando numericamente estas avaliações são estatisticamente significativas. Em seguida voo ao site de turismo do país, da região ou da cidade, e também coleto informações dos destinos que gostaria vistos no Tripadvisor ou que aparecem no site do local.

Na Nova Zelândia é este: LINK para pesquisa Nos sites de turismo dos respectivos países descarto qualquer avaliação das atrações que venham a fazer. Lembro-me bem dos Australianos falando que a Great Ocean Road era uma das 10 estradas mais maravilhosas do mundo. Quando na realidade é bonita, nada mais! Foi uma imensa decepção.
Macau

Feita essa avaliação inicial, vou colhendo informações e as salvo num arquivo do Word. A seguir, continuo coletando informações do que me interessa nestes sites:
(vou colocar em forma de texto, escolham os links copiando e colando)

http://www.nytimes.com/section/travel , http://en.arrivalguides.com/en , http://edition.cnn.com/travel , http://www.cntraveler.com/travel-inspiration?src=concierge , http://www.gogobot.com/ , http://www.minube.com.br/ , http://www.mydestination.com/ , http://www.travelchannel.com/ , http://www.10best.com/destinations/ , http://www.theguardian.com/travel , http://www.travelfish.org/ , http://www.travelpulse.com/ , http://www.travelmuse.com/ , http://www.virtualtourist.com/, http://www.worldtravelguide.net/ , http://www.travelpulse.com/ , http://www.roughguides.com/# , http://travel.nationalgeographic.com/travel

Neste momento você pode achar que há exagero no número de sites para pesquisa. Mas este número pode eventualmente ser até pequeno. Na última viagem entrei nos Emirados Árabes Unidos por Sharjah que é um dos 7 Emirados e é a capital cultura dos Emirados. Pois bem, vocês não imaginam a dificuldade que foi encontrar informações de Sharjah. Todos os sites acima têm abrangência mundial, ou representam o que há de melhor em informação de uma região, ou colaboram com imagens e vídeos para dirimir dúvidas de pesquisa de informações. Viajar para Paris é muito diferente que viajar para Ko Phi Phi Don. Na primeira há uma infinidade de informações, parâmetros claros e estatisticamente validos para optar por uma avaliação ou outra, etc. Nessa praia paradisíaca onde Leonardo Di Caprio protagonizou “The Beach” a quantidade de informações e a precisão de avaliações é muito menor. Quando eu me deparo com esta situação de poucas informações do local faço uso de Google, mas com o máximo de precisão, conforme instruído aqui:
Pesquisa Eficiente

Aproveitando já que estamos falando de pesquisa uma ferramenta muito útil em alguns momentos é esta Link
Imagine que você precisa acessar qualquer site e não consegue. Entre nesta ferramenta digite o nome do site e saberá se o site está com problema ou se o problema é na sua máquina/navegador/etc.. Isto é importante pois alguns sites podem não aceitar operar com o seu navegador ou sistema operacional e você fica tentando, tentando, e não consegue realizar a operação. Eu abandonei o Google Chrome e o Opera por não darem mais suporte atualizado ao Flash Player o que é necessário em muitos sites.

Amsterdam

Com tudo o que me interessa selecionado num arquivo do Word, incluindo o horário preciso de abertura e fechamento da atração, o dia da semana que não funciona, se possível o tempo gasto para conhecer o local, começo a ver avaliações das atrações. Atrações com avaliações próximas da unanimidade e quem são de nosso interesse serão obrigatoriamente visitadas. As atrações com avaliações discrepantes requerem pesquisa de avaliação via Tripadvisor, com método que já tinha explicado em outro post. No mundo cristão muitas atrações fecham nas 2@ feiras, no mundo Islâmico as 6@s (lembrar do período de Ramadã). Alguns destinos turísticos estão quase que totalmente fechados fora de temporada (Ilhas Gregas ou Punta de Leste). Uma vez que tudo está selecionado vou ao Google Maps e coloco cada atração num mapa para evitar deslocamentos em 4 atrações seguidas nos 4 extremos cardeais de uma cidade. Agrupo se possível atrações por proximidade. Pronto, já sou capaz de montar um roteiro e ter uma ideia de quanto tempo ficarei na cidade. Aqui um alerta, para evitarmos erros comuns. No dia da chegada e da partida evito programação intensa e se possível, no primeiro, procuro ficar próximo do hotel. Outro alerta importante é saber com precisão o tempo de deslocamento no dia e horário que partirá para o aeroporto junto ao pessoal do hotel, entrando inclusive no site do aeroporto informando-se sobre obras no entorno. Sempre, no mundo inteiro, projeto estar no interior do terminal de passageiros do aeroporto para fazer o check in com 4 horas de antecedência do horário de partida previsto do voo. Nunca perdi um voo, mas em pelo menos umas duas ou três vezes só fiz o check in por estar em classe superior se fosse na fila única da classe econômica perderia o voo com certeza. Nem todo aeroporto é pequeno com fácil acesso.

Sydney Opera

Se você tem dificuldade com o idioma inglês, o uso de tradutores relativamente eficientes podem lhe auxiliar:

http://tradutor.babylon.com/ingles/portugues/ , https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR , http://www.worldlingo.com/products_services/worldlingo_translator.html , http://www.online-translator.com/

Agora que já sabe quantos dias ficar, que tal colorir sua viajem com comida Gourmet?
Se quer saber onde comer bem no mundo inteiro, siga este site First Bite TV ou este brasileiro Gastrolandia
Mas há fóruns específicos de avaliação de restaurantes, veja isto : LINK as reservas podem ser feitas diretamente no site do estabelecimento, ou usando o Concierge do seu cartão de Crédito que não terá custo pelo serviço.
Eu tenho alguns blogs que sigo servindo inclusive de fonte de informação e vou enumerá-los indicando o motivo de cada um:

http://www.aluxurytravelblog.com/ - Este site traz informações que leio e quando relata algo do próximo destino que pretendo ir, seleciono num anexo.
http://grantourismotravels.com/ - Este espetacular site traz informações do mundo inteiro. Vale a pena a leitura.
http://www.groundedtraveler.com/ - Apesar de residente na Alemanha, fonte maior de informações, o autor mostra com riqueza muito do mundo e de sua experiência.
http://gutsytraveler.com/ - Variedades com informações dos mais diversos destinos e com ótica feminina.
http://www.urbantravelblog.com/city-breaks/ - Nos destinos publicados há informações de experiências reais e não encontradas com facilidade na net.
http://www.worldofwanderlust.com/ - Muito rico em informações de qualidade do mundo todo. Vale a pena.
http://gadling.com/ - Completo e maravilhoso.
http://www.justluxe.com/ - Para sonhar e quem sabe....
http://www.luxurytravelmagazine.com/ - Para conhecer o excepcional....
http://www.luxurytravel.com/locations/ - o que existe de melhor....
http://www2.wayn.com/ - muita informação dos destinos...
guias mundiais pagos com versão on line gratuita (com algumas limitações), mas ainda assim muito uteis:
http://www.fodors.com/
http://www.frommers.com/

Wellington Train Station

Com estas informações você já definiu de forma segura o tempo de permanência em cada destino e no destino os caminhos/rotas mais curtas, ou mais rápidas e mais bonitas que fará para visitar os locais.
Pode ainda lhe persistir alguma dúvida sobre um local e visita-lo com imagens pode lhe ajudar a decidir. Apesar do afamado Google Earth utilizo este que no meu entender é muito mais completo não precisar ser baixado, Show My Street .
Erros comuns ao definir permanência é desconsiderar a época exata da viagem, lembrando que o clima interfere inclusive nos horários de funcionamento das atrações e programar idas a atrações fechadas por não ter exato conhecimento dos horários de funcionamento.
O GPS veicular – Em pelo menos 2 situações o GPS veicular foi equipamento de viagem ineficiente. Tenho locado carros que com frequência tem GPS on board, entretanto tais GPS não estão obrigatoriamente atualizados e você pode ter inúmeros problemas com isso. Leve sempre seu GPS. Utilizo um GPS Garmin e em todas viagens com os mapas atualizados foi plenamente eficiente. Não tenho experiência com GPS no i phone e parece existirem buracos na recepção do sinal o que tornaria o equipamento ainda ineficiente em muitas rotas além de precisar de chip especifico do local onde irá se deslocar para aquisição dos dados.
Em 3 situações o GPS causou-me transtornos. Indo de Nice para Mônaco, ao chegar em Mônaco tive queda de sinal no GPS do carro. Por sorte liguei meu GPS e consegui chegar no local reservado em tempo. Nos Emirados o GPS do carro estava totalmente desatualizado apesar do carro ser novo e perdi inclusive uma visita a uma atração. Em Sydney estava com o GPS e no dia do Réveillon o centro de Sydney tem bloqueios policiais e só poderiam ser ultrapassados com credencial que tinha. Mas num determinado ponto um policial não me permitiu seguir por aquele trajeto e o GPS somente me informava tal rota para atingir o destino. Sempre levo mapa impresso dos pontos mais importantes do destino. Proei um outro local no GPS para conseguir atingir o ponto que queria e então o GPS me auxiliou fornecendo outra rota. Portanto, mesmo com GPS tenha um plano B com um pequeno mapa impresso em casos de imprevistos.
Combustível – procuro sempre que o tanque chega a metade já abastecer para evitar imprevistos. Embora antes da viagem saiba informações precisas (incluindo limites de velocidade) no site do pais sobre o transito em rodovias. Entre Sydney e Melbourne são aproximadamente 1.000 km. pela estrada mais rápida e num trecho de 160 km não há nenhum posto na rodovia. Há regiões no deserto Australiano que a distância entre postos é de 400 km. portanto informação é fundamental.
Comida no carro- num país como o Canadá onde a cada 40 km na estrada em muitos territórios há postos com áreas de conveniência superequipadas é totalmente desnecessário. Entretanto, entre longas distancias em áreas pouco povoadas ou em países cujas condições de higiene não sejam exemplares, que tal ter água e alguma guloseima embalada no interior do carro em caso de imprevistos.

O post do próximo mês será como reservar hotéis, passeios e carros.

sábado, 21 de novembro de 2015

Bilhetes Emitidos para Viagem á Nova Zelândia. Por Celso.

Olá pessoal. Mais um post do Celso. Ele mostrará como pretende emitir as passagens para a próxima viagem. Está sensacional. (Sim, ele pensa em tudo). ;)


Emitindo bilhetes para a viagem

Eu já tinha escrito no blog sobre emissões neste artigo no ano passado. Algumas informações importantes podem ser revistas numa nova leitura.

LINK POST BLOG

A emissão dos bilhetes é um fator a mais para obtenção do visto quando necessário sem maiores burocracias. Nesta viagem, neste momento, tenho visto válido para os USA e a Nova Zelândia não requer visto para turistas brasileiros no período que ficarei lá, uns 15 dias. Eu estarei atento a necessidade de visto, inclusive de transito nos eventuais pontos de conexão.
A emissão pode ser feita com bilhetes pagos, neste caso, cote neste site o melhor valor e depois faça a emissão no site da companhia aérea ou da sua operadora.

MATRIX SOFTWARE

Mas novamente minha emissão será totalmente com milhas.

Tinha muitas milhas no Executive Club da British e no Lifemiles da Avianca, que podem ter sua validade renovável facilmente, mas seria bom gastá-las. Tinha muitas milhas no Programa Le Club e algumas milhas no Programa Amigo da Avianca Brasil e no Multiplus. Tenho muitas milhas no cartão que posso debitar a qualquer momento em várias companhias, incluindo as nacionais, a TAP Victoria, Smiles ou Executive Club (via Ibéria). Aparecendo promoção, e somente neste caso, transfiro milhas do meu cartão cuja validade nunca expira.
As informações sob visto sempre obtenho neste site que é oficial, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil,

PORTAL DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

e confronto com o da Emirates, para brasileiros.

Site da Emirates

ainda pesquiso no site da Star Alliance, que inclui também informações de saúde.

Star Alliance Information

o que também pode ser visto neste site, Visa Mapper

Nesta viagem evitaria visto, exceto no aeroporto, se possível e evitaria pernoites se possível nas cidades envolvidas na rota. Procuraria evitar multiplos check in.Ter opções para poder emitir e não ser surpreendido com falta de disponibilidade de assento numa viagem tão longa é fundamental e ciente da viagem na altíssima temporada. Teria como emitir ONE WAY pelo Smiles, pelo Lifemiles, pelo Amigo, pelo Multiplus e pela Star Alliance somente com a TAP ou com a ONEWORLD via Executive Club, com a Singapore via Krisflyer, com a Virgin Austrália através do Velocity e com a Qantas através do seu programa de FF.

Exclusões para emissão –
a- Impossível viajar com a BRITISH AIRWAYS ONE WAY no sentido LHR>GRU e também em qualquer rota que inclua decolagem de LHR. Eles inventaram taxas que carregam os 2 bilhetes com algo como quase USD 2000 de taxas extras.
b- Emitir com a TAP para empresa da Star Alliance implica emitir ROUND TRIP o que poderá ser feito em parte do roteiro talvez. Entretanto, a TAP é parceira da EMIRATES que voa para Christchurch (CHC) e Auckland (AKL.) No programa Ibéria Plus ocorreria o mesmo problema o que me obrigou a transferi-las ao Executive Club onde é permitido emissão ONE WAY.
c- AIR FRANCE/KLM – até a Ásia- está excluída por penalizar o custo no Smiles excessivamente e não estou disposto a pagar o solicitado.
d- IBERIA- recentemente viajei na nova executiva vindo de Madri para GRU no A 346 e o serviço e o conforto foram muito, muito ruins. Não viajo mais com eles.
e- ETHIOPIAN, ETIHAD, TAP, LUFTHANSA, SWISS, ALITALIA, AIR CHINA são empresas que partem do Brasil e pelos mais variados motivos foram descartadas na elaboração das rotas. Caso lhe interesse ainda há estas opções. Elas foram descartadas por ao menos um dos seguintes motivos: a- empresa aérea de qualidade inferior, b- não tenho milhas suficientes para emitir nesse momento no programa, c- emissão exclusivamente em round trip, d- prêmio solicitado muito alto e e- indisponibilidade de emissão com milhas no trecho seguinte.

A emissão específica
Antes de elaborar o roteiro para emissão utilize-se destes sites atualizados, super práticos e rápidos para fornecer informação:
LINK
- Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde e a frequência nos dias da semana na rota. Quando você clica em cima do símbolo do avião no dia e com a empresa que deseja voar, abre-se nova janela, onde há várias informações, como tempo de voo, terminal de partida e chegada (muito importante saber se for fazer conexão em voos em aeroportos imensos) e o tipo de aeronave que opera o voo,
o segundo siteLINK 2 Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem e a classe da cabine que pretende viajar, aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde, o preço do bilhete, informações como tempo de voo, tipo de aeronave que opera o voo, recursos da cabine (wi fi), etc. e ainda atrubuem um score comparativo entre todos os voos da rota. o terceiro site LINK 3
ao indicar a sigla IATA do aeroporto que deseja partir mostra num mapa todas as rotas possíveis a partir deste aeroporto e ao clicar no item listar rotas são exibidas uma a uma.
Com auxilio destes sites vamos começar o planejamento.


A viagem, com emissões obrigatórias em classe superior, sempre voando para leste que é menos cansativo, seria até Auckland-na Ilha Norte da Nova Zelândia ou Christchurch na Ilha Sul. Diante das exclusões e condições impostas – haveriam as seguintes opções-
1.LAN– pura – Os voos de GRU a AKL, com escala em Santiago tem esta rota como a mais curta. Nunca viajei na LAN, no trecho SCL-AKL ela opera com o 787 que também nunca voei. Tem disponibilidade razoável em executiva de somente 02 assentos por voo e não operam nenhum voo em First Class. Parte a tarde de GRU com rápida conexão em SCL. Minha esposa não gostou da ideia e viajaríamos no sentido Oeste o que é muito mais cansativo. A emissão via Executive Club não tem prêmio ou taxas exorbitantes.
2- South African Airways + Qantas – GRU-JNB-PERTH com a primeira, com curta conexão em JNB, e PER-AKL com a segunda. A SAA voa A 346 mais velhos ou mesmo os A332 mais novos. Entretanto a companhia vem passando por algumas dificuldades financeiras. Disponibilidade farta na rota, mas não opera First Class. A segunda perna PER-AKL já tem alguns problemas. O voo da África chega em Perth muito em cima da hora, o ideal seria pernoitar em Perth. Existe rara disponibilidade via Executive Club com a Qantas no voo direto PER-AKL somente aos sábados com o A 332. Como frequente flyer Qantas há disponibilidade farta, porém com escalas e parte do trajeto com 738 sempre. Tanto ir como voltar nesta rota não é tão tranquilo. Com o Velocity da Virgin Austrália há mais opções, inclusive via ilha sul da Nova Zelandia-Christchurch.
3- Ir via USA–teria inconveniente de compras na ida e viajar lotado o tempo todo e viagem no sentido Oeste. Descartado.
4- Ir GRU – LHR com a British. Stop em Londres de dois dias. Embarque para BKK via DOH com a Qatar em First Class ou Embarque com a Singapore Airlines em Suítes no A 380 até Sydney. De BKK a AKL podemos ir de Thai em Business (emissão TAP round trip) ou Emirates em Business e First com A 380. Quando você pesquisa nota disponibilidade em todos os trechos, mas o custo em milhas sobe muito. Logo, optando por essa emissão haverá necessidade de emitir com stop em LHR E BKK ou SYD, o que poderá sacrificar um pouco o tempo de permanência na Nova Zelândia. Seria nossa primeira opção. Esta opção poderia combinar as Suítes do A 380 até Singapura com a First class do 77W de Singapura até Auckland. Optando por ir via Sydney abre-se dois trajetos para a Nova Zelândia, se optar por iniciar na ilha norte Auckland pode ser acessada pela LAN em executiva (Executive Club) com farta disponibilidade diária ou com a Emirates em executiva ou primeira via FF da Quantas ou ainda com o Velocity da Virgin Austrália. Caso optemos por iniciar pela ilha sul, podemos ir a Christchurch ou Queensland com os mesmos programas.
5- Ir GRU-LHR-SIN-SYD com a British fazendo um único Stop em LHR. O custo do trecho seria muito alto por passageiro pois o Executive Club cobra por distancia voada. Nesse caso uma combinação com o trecho SIN-SYD com a Singapore em A 380 não estaria afastada e por sinal seria opção interessante. Há ainda a possibilidade e continuação no SIN-CHC com 772ER ou SIN-AKL com o 77W ambas as rotas diretas com a Singapore. No 772ER interior da aeronave em padrão mais velho e no 77W não há suítes.
6- GRU-DOH-BKK e BKK-AKL
7-GRU-DOH-BKK E BKK-CHC
8-GRU-DOH-SYD e SYD-AKL OU SYD-CHC
9-GRU-IST-DXB-MEL- ILHA NORTE OU ILHA SUL.
10- em muitas outras combinações….
Emissão
Nessa viagem na volta passaríamos por Los Angeles (LAX). Nosso destino final será a Nova Zelândia. A porta de entrada principal Kiwi é Auckland (AKL) a cidade mais populosa e como Wellington (WLG), a capital, ambas na Ilha Norte oferecem aeroportos internacionais como Christchurch (CHC) é a segunda cidade mais populosa e Queenstown (ZQN) essas duas últimas na Ilha Sul. O pais é formado por duas ilhas a norte e a sul, divididas pelo estreito de Cook e ambas têm largura de aproximadamente 120 km, mas de AKL a ZQN a distância aproxima-se de 1500 km.
Todos os custos dos bilhetes expressos neste post são para dois passageiros.
Em 2014 aprendi outra regra: cadastre-se nos melhores programas de fidelidade no mundo. Isso é gratuito e há muitas promoções interessantes que exigem que você já possua conta com seu número fidelidade aberta previa mente, x dias antes da promoção. Para isso avalie os programas que mais lhe interessam. Cadastrei-me na American Airlines, na Alaska Airlines, na Qantas, na Virgin Austrália, na Etihad, na Singapore e na Emirates. Com frequência esses programas lançam promoções para compra de milhas com preços atrativos, mas para voar em classe superior. Descarte viabilidade financeira na compra de milhas para viagem em classe econômica.
Diante das rotas para esta viagem vejamos os custos dos prêmios-
A rota mais curta é GRU-SCL-AKL na ida e AKL-SYD-LAX e depois LAX-GRU. A ida até AKL nessa rota operada pela LAN tem disponibilidade razoável, com 788 em executiva, pelo programa Executive Club. Custo 220.000 milhas. O trecho AKL-SYD tem disponibilidade diária com a LAN, no voo de AKL que segue para Sydney. Custo 40.000 milhas. SYD-LAX é operado pela UNITED que não desejo viajar pelo serviço ruim e não aceitaria como opção. Seriam opções SYD-HND-LAX com a ANA ou SYD-ICN-LAX com a Asiana. Tanto o voo do Japão como da Coreia do Sul para LAX pode ser feito em First Class e com a Asiana o voo é operado com o A 380. Nesse caso a emissão com o Life Miles custaria 260.000 até LAX fazendo o segundo trecho em First Class como emissão de 4 bilhetes, 2 em executiva e os demais em First pois o Lifemiles não permite emissão com trechos em classes diferentes. Neste caso penaliza o passageiro. De LAX a GRU como virei muito carregado não quero voo direto e voarei via BOG com a Avianca, promocionalmente custa 100.000 milhas e há farta disponibilidade. O voo direto da American LAX-GRU não tem disponibilidade no Executive Club em classes superiores com milhas nunca. Austrália e Japão exigem visto de transito, não tarifados.
Sou filiado ao programa Acoor Hotéis que permite transferência para a Qantas na proporção 1:1. Acontece que ao transferir do Multiplus para a Acoor a transferência agora é 3:1, entretanto a disponibilidade do programa da Qantas para emissão é muito boa, inclusive tendo como parceiro a Emirates com disponibilidade em todas as classes, inclusive nas suítes da First Class tanto no A 380 como no 773ER. Neste momento tenho 150.000 milhas na Acoor.

A rota que gostaria seria viajar novamente na Qatar de 1@ classe, conhecendo o lounge Al Safwa em Doha que acaba de abrir e é espetacular em termos de serviço, na Thai de 1@ classe e na Asiana também de 1@ Classe. Analisando as possíveis emissões, para utilizar o lounge Al Safwa (exclusivo de passageiros Qatar First Class) que irá abrir em Doha e desfrutar de todos os serviços. O Smiles oferece uma barbada e por 65000 milhas podemos voar em First Class do Oriente médio a Ásia. O A 380 da Qatar opera DOH-BKK. Procurar um destino inicial no Oriente Médio que permita uma conexão longa em Doha seria o suficiente para desfrutar dos serviços espetaculares do futuro lounge. Entre outros Amâ na Jordânia permite isto (há outros destinos, mas depois entenderão porque Amã). Este trecho AMM-DOH-BKK seria feito com a Qatar em First Class sendo o segundo voo com o A 380. Ama foi escolhida pois no Lifemiles o trecho América do Sul – Oriente médio em executiva custa 195.000 (one way) o que permite combinação excelente até Bangkok. A Jordânia emite visto na chegada para brasileiros por USD 30 por passageiro. O Lifemiles tem farta disponibilidade com a Turkish em voo até Istambul e de lá a Amã. Conexoes rápidas, mas a rota é cansativa e talvez uma parada de uma noite em Amã poderia valer a pena. Em Amã rápida partida com a Qatar até Doha. Em Bangkok faria um stop e no dia seguinte voaria:

a-) de First Class até Sydney com a Thai e em rápida conexão com a LAN até AKL. Com a Thai no Lifemiles 120.000 e com a LAN no Executive Club 40.000. Ambas com farta disponibilidade.

b-) de BKK round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 140.000 (round trip) podendo ir BKK-AKL e voltar CHC-BKK ou vice-versa. Há disponibilidade, mas é limitada em classe executiva somente.

c-) de First Class até Sydney com a Thai e de SYD round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 100.000 (round trip) podendo ir SYD-AKL e voltar CHC-SYD ou vice-versa. Esta opção implica num stop de um dia em SYD na ida ou na volta. Há boa disponibilidade em classe executiva com a Emirates.

d-) de BKK one way com a Emirates emitindo pela Qantas tanto para CHC como para AKL e se quiser round trip. Preços competitivos, farta disponibilidade e combinações de classes.

e-) TAP permite somente emissão round trip, mas tem disponibilidade no voo BKK-AKL com a Thai em classe executiva toda 2@,3@ e 4@, permitindo num mesmo prêmio seguir de AKL as demais cidades da Nova Zelândia, com a Air New Zealand, mas agora em econômica. 140.000 milhas. Entretanto, neste caso podemos voltar de Queenstown também num mesmo prêmio, porém em econômica até AKL e de lá em executiva até BKK.

Emirates para AKL e BKK de Sydney voa A 380 e de CHC para SYD 773ER.

O Life Miles não tem disponibilidade com a Thai no voo direto BKK-AKL nunca. Doha em conexões menores que 24h permanecendo na área de transito não requer visto. Austrália permanecendo menos que 72 h aceita emitir visto de transito não tarifado. Tailândia requer Vacina contra Febre Amarela para procedentes do Brasil.

Quando eu estava escrevendo este artigo, leio num site australiano que a Qantas que transfere pontos do programa Le Club Accor na proporção 1.1, mas durante um curto período iria bonificar esta transferência em 50%. A Qantas é parceira da Emirates, tinha 190.000 milhas no programa Le Club que foram imediatamente enviadas para o programa FF da Qantas onde posso emitir bilhetes de DXB para Melbourne ou para LAX, em First Class, no A 380. Há farta disponibilidade para emissão com milhas nessas rotas. No primeiro caso por 252.000 milhas e no segundo por 288.000. Pronto, um dos trechos da viagem estava definido com a Emirates em First Class no A 380.
Passa uma semana e agora a Virgin Australian também lança promoção bonificando em 25% a transferência do Le Club e esta última permite transferir para o programa da Singapore Airlines na proporção 1.35/1. Não descartaria ainda o uso de Suites do A 380 da Singapore.
Hoje foi um dia importante onde notei que faria novamente um erro que há muito não cometia. Querer ir em muitos destinos numa mesma viagem! Estava fujindo muito da regra numero de dias viajando dividido pelo número de destinos deve ter resultado próximo de 5 e teria no máximo 24 dias de tempo total para esta viagem. Conhecer realmente as ilhas norte e sul da Nova Zelandia é impossível em menos de uns 13 dias.
Diante desta reviravolta já está definida a rota como sendo, GRU-SCL-AKL ( LAN em executiva por 220.000 milhas)+ carro até Wellington+ Air New Zealand bilhete comprado até Queenstown, pois emitir com milhas é mais caro que o preço do bilhete+ carro até ZZZZZZZZ+ trem Trans Alpino até Christichurch+ CHC-MEL ( Virgin Australian em executiva – com a promoção saiu 55.000 milhas)+ MEL-SIN-BKK-DXB ( com a Singapore Airlines e o ultimo trecho com a Thai, em executiva, 170.000 milhas)+DXB-LAX ( com a Emirates , em First, com a promoção 192.000)+ LAX-BOG-GRU ( com AVIANCA AMIGO – 140.000 milhas)= Total = 777.000 milhas.
Num posto anterior no blog já tinha comentado que tinha um custo de R$ 0,04678, mas agora com a moeda Americana cotada no cartão a R$ 4,1688 o custo para gerar cada milha seria R$ 0,05045. Neste caso, o custo total para gerar tais milhas foi de R$ 39.200,00 o que equivale a USD $ 9.403. Vejamos o custo isolado dos bilhetes: A- 2 BILHETES Emirates first class DXB-LAX, one way (simulado numa segunda feira, onde o bilhete é mais barato, em First descontada) = USD $ 16.099,47*. Veja que somente o preço do bilhete da Emirates, com desconto, supera todo custos do pague contas e saíram gratuitos os voos GRU-SCL-AKL , CHC-MEL, MEL-SIN-BKK-DXB, LAX-BOG-GRU. Se os bilhetes forem emitidos exclusivamente com geração de milhas por pague contas isto seria o custo real! Na realidade, devemos diminuir ainda desse custo as milhas geradas por compra com o cartão, que pode variar segundo o apetite de compra de cada um e a estratégia de aproveitar promoções de pontos em compras.
Com isso a parada que minha esposa desejava em Londres desapareceu, pois tornaria a viagem inviável. A ideia de ir pela Europa acrescentaria muito tempo a viagem.


No planejamento inicial, chegaríamos na Austrália onde são destinos de maior disponibilidade de voos para ir a Nova Zelândia, Melbourne e Sydney, apesar de Brisbane também permitir acesso a Auckland com facilidade.

O destino de chegada na Austrália não é importante frente as opções de rota que dispomos. A entrada no destino adequado na Nova Zelândia nos evitaria pernoites em destinos na volta até LAX.

Para encurtar tempo terei que fazer um voo interno na Nova Zelândia em rota direta que só voam com classe econômica. Entre Wellington(WLG) e Queenstown(ZQN) ele é operado pela Air New Zealand.


Se o retorno fosse de Sydney, você tem as opções de rota mostradas a seguir, mas dependendo da rota terá que pernoitar ao menos uma noite em Sydney. Leia acima como ir a Los Angeles.
O retorno seria de BKK? Neste caso a ida a NRT (Narita) ou HND (Haneda) em Tóquio quer com a Ana ou a Thai e de lá a Los Angeles com a Ana, no Life Miles pode ser feita numa única emissão em executiva ou em duas emissões o primeiro trecho em executiva e o segundo em First Class.


Todas as opções de Sydney com uma única escala ( não pretendo voar com United ) são mostradas no mapa acima.


Neste mapa você visualiza a continuidade dos voos segundo o ponto de escala. Mas, a rota efetiva será outra.


Ao analisar as emissões possíveis, descobri que o Lifemiles permite emitir com farta disponibilidade MEL-SIN-BKK-DXB, inicialdo em Mel com o 773ER da Singapore, seguindo para Bangkok com o 772ER e de lá para Dubai no A333 da Thai, todos os voos em executiva. Entre Christichurch e Mel a Virgin Australian opera com o 738 em executiva. Essa rota não teria problemas com bagagem e somente em Dubai chegaríamos por volta das 20 h com decolagem na manha seguinte com a Emirates para Los Angeles.


Logo pela manhã embarcaria no A 388 da Emirates em First Class rumo a Los Angeles num voo de 16.20 h no stop, em bilhete emitido pela FF da Qantas.


De Los Angeles voaria a GRU com a Avianca no 788 via Bogota, empresa que nunca viajei.

No próximo mês o post será: Como definir o tempo de permanência nos destinos.

Serviço de preenchimento e envio do Formulário DS 160

Olá pessoal !

Informo que estou realizando o serviço de:

Preenchimento e envio do Formulário DS 160 para obtenção do visto americano B1/B2.
Além de agendamento no CASV e Consulados Americanos.
Lista de Documentos Necessários



Até agora todos os que preenchi e enviei foram aprovados. Caso tenha interesse, basta me contatar e preencher o rascunho . Solicito outras informações também para analisar o perfil e as chances de obtenção.

Faça já sua cotação e conheça a Terra dos Livres.


Abraço a todos.

domingo, 25 de outubro de 2015

Emissão com milhas, o pague-contas gerando milhas, comprando milhas de programas de fidelidade, promoções gerando milhas e bilhetes pagos por Celso

Olá pessoal !
Mais um post especial da série que o Celso desenvolveu.
Embarquem nessa viagem, está muito especial.



Emissão com milhas

Se optou por emitir os bilhetes com milhas são necessárias ferramentas precisas para conhecer a disponibilidade em tempo real.
KVS TOOL - a mais completa ferramenta para conhecer a disponibilidade para emitir com milhas numa grande gama de companhias aéreas é o KVS Tool. Entretanto, a ferramenta é paga! KVS Tool , particularmente nunca necessitei ser membro para saber com precisão a disponibilidade que preciso.

Award Nexus - a ferramenta que pode ter inscrição gratuita com algumas limitações para conhecer a disponibilidade para emitir com milhas numa grande gama de companhias aéreas pode ser avaliada em Award Nexus
Expert flyer – ferramenta com muitos recursos, mas também paga. Expert Flyer

Como eu pesquiso a disponibilidade sem pagar por ferramentas?

Voo nas empresas da Star Alliance

Pesquiso inicialmente no site da United, Site United que é rápido e lhe mostra disponibilidades nos dias ao longo dos meses. Não é necessário logar ou ter inscrição para pesquisa.

Feito isso navego no site, ANA, da ANA onde você pode se inscrever gratuitamente e a partir de então pesquisar a disponibilidade na rede Star Alliance, porém agora mostra a disponibilidade dia a dia e não mais semanalmente como no passando, lembrando que eles não fornecem disponibilidade na Singapore em voos com o A380 e 77W em classes superiores. A disponibilidade mostrada é exatamente igual a da TAP.
Se pretendo emitir no LifeMiles, uso o site da United como referência e depois na data que desejo pesquiso no LifeMiles.
Outro site que você pode usar é este com pesquisa múltipla, Flisea.com
O próprio Aeroplan da Air Canadá também permite pesquisa. Necessário logar para pesquisa. Aeroplan

Voo nas empresas da OneWorld

Pesquiso inicialmente no site da British, no Executive Club,Executive Club que é rápido e lhe mostra disponibilidades nos dias ou ao longo dos meses. É necessário logar para pesquisa.
Se pretendo emitir Qantas ou Emirates vou no site próprio da primeira, que é rápido e lhe mostra disponibilidades nos dias. É necessário logar para pesquisa.
AAdvantage não emito, mas pesquiso eventual disponibilidade.
Alaska Airlines irei emitir no futuro próximo.
Amigo irei emitir no futuro próximo, mas via call center.

Voo nas empresas da Sky team

Só viajei na Air France em muitas viagens e a pesquisa pode ser feita no Flying Blue, É necessário logar para pesquisa.
Você irá voar do ponto A ao ponto B, mas no programa que você escolheu não há disponibilidade para emissão. Você desconhece quais empresas voam do ponto A ao B. Como descobrir? Neste site os voos e rotas de todos os aeroportos do mundo estão relacionados inclusive as companhias que operam, os equipamentos, etc, Open Flights
Quer acompanhar um voo pelo mundo, veja isto: Radar Box Brasil
Você precisa conhecer o que cada programa de fidelidade tem a lhe oferecer. Onde ir com o menor prêmio? Qual é o programa que lhe leva ao destino com menor número de milhas e melhor serviço? Conheça então a tabela de prêmios das empresas, Travel Sort ou neste site, Million Miles Secrets


Pague contas para gerar milhas vale a pena?

O pague contas nada mais é que um sistema de compra indireta de milhas em que seus pontos ficam acumulados na conta do cartão.
Eu desconheço na internet uma análise correta e a consequente resposta à pergunta se vale a pena ou não.
Vamos tentar responder esta pergunta sem parcialidade.
Inicialmente vejamos os cenários existentes:
1- O pague contas por uma tarifa previamente definida em reais irá gerar pontos. O valor do boleto será transformado em USD e multiplicado por um fator de premiação do nível do seu cartão gerará pontos na conta do cartão.
2- Quanto mais alto o valor da moeda americana, menor o número de pontos gerados pelo mesmo valor de boleto pago e vice-versa.
3- Quanto mais alto o nível do seu cartão (black) maior o fator de premiação que no Brasil em condições não promocionais é de 1,1 pontos por cada dólar pago em pague contas (com cobrança de tarifas razoáveis – foram excluídas tarifas exorbitantes). Entretanto, quanto maior o nível do seu cartão maior a anuidade.
4- Ao utilizar o pague contas o valor efetivo pode ser aplicado no mercado financeiro por 30 dias, ao menos, dependendo de sua disciplina nos pagamentos.
5- Em períodos de crise há natural redução nos preços dos bilhetes aéreos. Fora da temporada os preços são menores.
6- Destinos em rotas com pouca concorrência tendem a ter preços médios mais altos e pouca ou nenhuma disponibilidade para emissão com milhas.
Diante disto a resposta à pergunta se vale a pena ou não é:
Somente simulando seu caso podemos saber se vale ou não a pena.
O erro mais comum nessa avaliação é a análise estanque levando a conclusão errônea, em muitos casos. Pague contas e emissão são como bolsa de valores, o resultado somente pode ser avaliado no momento da REALIZAÇÃO (emissão do bilhete).
Vou simular minha situação pessoal, tenho um cartão Santander Unlimited Mastercard Black e nele concentro minhas despesas. Os pontos por ele gerados tem validade que nunca expiram. Nesta data no pague contas ele gera 1.1 pontos por cada USD pago em boleto. O maior valor por boleto que pode ser pago é R$ 3.000,00, pelos quais ele cobra R$ 21,90 de tarifa e R$ 11,40 de IOF totalizando por boleto R$ 33,30 e gerando nesta data, com a cotação do dólar hoje, 1 USD = R$3,8655, 853 pontos. A última anuidade deste cartão foi de R$ 816,00.
Vamos simular uma situação real para este momento. Este cartão permite transferir pontos para o programa Ibéria Plus e de lá no combine my avios, os pontos podem ser enviados a programa Executive Club da British Airways. Cada ponto do cartão se transforma num ponto do programa da British.
Vamos simular um bilhete de ida e volta GRU-LHR, em baixa temporada (onde o preço é mais barato), no programa.
Em classe econômica, executiva e primeira os prêmios são de 39.000, 150.000 e 222.000 avios, respectivamente e há disponibilidade na rota.
Os preços dos bilhetes sem taxas são USD 1.495, 3750 e 6426, respectivamente. Nesta data, o valor em moeda nacional corresponde a R$ 5.620,90, R$ 14.099,25 e R$ 24.160.47.
Para obter os prêmios em econômica, executiva e primeira classe nas condições do cartão mencionado são necessários (cada boleto pago gera 853 pontos) 46 boletos, 176 boletos e 261 boletos. O custo desses boletos seria de exatos R$ 1.531,80, R$ 5.860,80 e R$ 8.691,30.
Esse custo deve obrigatoriamente ter incluída a anuidade do cartão pois sem ele você não realiza a operação (o argumento que utiliza o cartão para outras transações não vale pois nesse caso a bonificação é superior e não há taxa de compra de mercadorias), logo a cada um dos valores acrescentamos a anuidade no valor de R$ 816,00.
Portanto o custo PRELIMINAR para obter as milhas foi de R$ 2.347,80, R$ 6.676,80 e R$ 9.507,30 e os respectivos pontos estariam na sua conta.
Suponhamos que seu cartão tenha limite que lhe permita pagar 23 boletos por mês. Assim você conseguiria emitir em ao menos 2 meses, 8 meses e 12 meses todos os boletos para os respectivos prêmios. Portanto, seriam R$ 69.000,00 ao mês em boletos. Como ao pagar o boleto você ganha prazo de até 40 dias, façamos uma média de 30 dias onde seu dinheiro aplicado renderia um mínimo de 0,5% ao mês e com isso juros mensais de R$ 345,00 devem ser abatidos dos valores.
Neste caso, teríamos um novo custo para classes econômica, executiva e primeira de R$ 1.657,80, R$ 3.916,80 e R$ 5.367,30.
Porém esses boletos pagos necessitam do que os milheiros chamam de raquetada voltando a sua conta do cartão inicial. Uso o Itaú e pago IOF de 0,38%. Logo, esse custo mensal de R$ 262,20 deve ser acrescido, assim como a anuidade desse novo cartão, R$ 840,00.
Teríamos nesse caso custo respectivo para os bilhetes de R$ 3.022,20, R$ 6.854,40 e R$ 9.353,70.
*toda esta análise só terá validade de a cotação do dólar frente ao real for a mesma durante todo o período.
Outro custo a ser computado é que o bilhete comprado gera milhas e elas tem valor comercial no mercado. Neste trecho especificamente você ganharia 5896, 17688 e 29480 avios (pontos). Supondo que 10.000 pontos valem no mínimo R$ 350,00 ao compararmos o custo do bilhete prêmio com o bilhete tarifado temos que acrescentar no custo do bilhete premio o valor correspondente aos pontos gerados pelo outro bilhete.
Assim passaríamos a ter os seguintes custos por classe no bilhete prêmio, R$ 3.228,56, R$ 7.473,48 e R$ 10.385,50.
Acontece que algumas variáveis podem ocorrer e alterar de forma brutal a análise.
Situação A - Estes valores gerariam os pontos que estão na sua conta do cartão e seu cartão altera a regra de transferência do tipo 1:1 para algo como 1,25:1 antes de você ter todos os pontos. Isso acarretará aumento do custo no seu bilhete prêmio.
Situação B – O programa de Fidelidade aumenta o valor do prêmio para emitir o mesmo bilhete. Isso acarretará aumento do custo no seu bilhete prêmio.
Situação C – Seu cartão faz uma promoção e a transferência é bonificada 1:2 e neste caso você recebe o dobro dos pontos. Isso acarretará diminuição de custo no seu bilhete prêmio.
Situação D - O programa de Fidelidade promocionalmente diminui o valor do prêmio para emitir o bilhete. Isso acarretará diminuição do custo no seu bilhete prêmio.
Entretanto, não ocorrendo nenhuma das condições das situações de A a D e você emitindo agora o bilhete, sua economia seria na classe econômica, executiva e primeira de: 42% (R$ 5.620,90/3.228,56*), 47% (R$ 14.099,25/7.473,48*) e 57% (R$ 24.160.47/10.385,50*).
*valor do bilhete premio
O custo final da milha gerada artificialmente pelo pague contas foi de R$ 0,04678, cujo custo efetivo somente na emissão poderá ser avaliado, podendo ser menor!
Nesta simulação, com estas condições, é inegável o benefício do pague contas. Porém, estamos falando de voo internacional, de longa distância.
Será que se simularmos voo nacional de curta distância e longa isto também é verdadeiro?
Vejamos:
• Para simulação, analisamos o preço do bilhete normal e a quantidade de milhas solicitada fora das promoções que podem ocorrer.
• Avaliamos dois bilhetes, round trip, entre GRU-FOR e entre CGH-SDU.
O bilhete prêmio na TAM Guarulhos – Fortaleza, round trip, na baixa estação custa R$ 767,80 com exigência de 24.000 pontos e o bilhete da ponte aérea, fora dos finais de semana, custa R$ 196,00 com exigência de 11.000 pontos. Com o pague contas teríamos necessidade de pagamento de 29 e 13 boletos que ao custo de R$ 33,40 por si só já inviabilizam a obtenção dos pontos.
Logo, para bilhetes nacionais o pague contas NÃO tem viabilidade de custo.
No exemplo citado acima, mantendo-se todas as condições relatadas, o pague contas poderia anualmente gerar um máximo de 235.000 milhas. Neste caso o custo da milha seria R$ 0,04187 ou seja cada milha custa USD 0,01 (metade do melhor valor encontrado na NET para compra de milhas) ou 50% menos que o preço bonificado em 100% que o LifeMiles oferece. Vale lembrar que nenhum programa que permita pague contas tem custo inferior ao que simulei. Todos os demais têm custo superior. Observe abaixo como esse valor para comprar milhas NÃO REALIZADAS pode ser muito barato!

A380 da Emirates

Comprar milhas vale a pena?

Nunca pense em comprar milhas como um investimento, pois o valor das milhas pode ser imensamente desvalorizado. Outro aspecto é que a compra de milhas pode ser em programa que não opere no Brasil e com isso você está totalmente desprotegido em caso de reclamação.
Só pense em comprar milhas de qualquer programa de fidelidade se for IMEDIATAMENTE emitir o benefício. Avalie sempre o custo e o benefício obtido com a despesa efetiva que terá.
Existem inúmeros programas de fidelidade que vendem pontos ou milhas. Companhias aéreas, redes hoteleiras, etc.
Vou citar apenas alguns que acho interessantes.
A- Programas de companhias aéreas
Existe um paradigma que ao comprar milhas aéreas o custo máximo das milhas seria USD 0,02.
De um modo geral você pode comprar direto no site das companhias aéreas milhas, PORÉM em quantidade anuais limitadas, via de regra e normalmente por um custo não muito compensador.
Algumas empresas frequentemente fazem promoções com venda de milhas bonificando a compra, ou seja, mantem o preço habitual de comercialização, mas num período pré-determinado comprando x milhas você receberá x+y onde y é o bônus que em muitos casos pode atingir até 100%.
Dentre os programas de milhagem que frequentemente lançam promoção bonificando a compra de milhas, estão AAdvantage da American Airlines, LifeMiles da Avianca Colômbia, Mileage Plan da Alaska Airlines, entre outros.
Você pode ter informações de promoções de vendas bonificadas de milhas nestes sites:
The Points Guy
Loyalty Lobby

Entretanto ao comprar milhas diretamente nos programas os preços ainda são muito elevados. Quando bonificadas as da American costumam ter o bônus na casa dos 40% e o mesmo na Alaska Airlines. Para American você pode emitir Etihad com prêmio imensamente inferior ao oferecido no Smiles, na Alaska também com bonificação ao redor de 40% emita Emirates e Cathay com disponibilidade farta em First Class e prêmio muito, muito competitivo e quando lançam promoção somente neste programa a quantidade de milhas que você pode comprar é ilimitada, com a Avianca há limitações de rotas e classe a serem emitidas mas há algumas barbadas na Star Alliance e frequentemente há promoções com bonificação de 100%. Nos dois primeiros programas citados se não for emitir na Etihad, Emirates ou Cathay, entendo que mesmo bonificado os valores são muito desvantajosos, lembrando que o produto American é muito ruim. No LifeMiles há necessidade de conhecer previamente a disponibilidade para ver se o destino que busca tem disponibilidade e na classe que deseja. Não compre por impulso e depois seja surpreendido com falta de disponibilidade como atingir Auckland em executiva o que não há disponibilidade nunca em nenhuma companhia.


Onde comprar milhas na NET
O primeiro site e com preço muito vantajoso é este:
The Miliage Club
o segundo site e neste é permitido compra ilimitada de milhas é este:
Buy Airlines Miles

Leia detalhadamente as regras dos sites antes de comprar as milhas.
Comprando neste site você conseguiria viajar de First Class entre Guarulhos e Barcelona, round trip, com a Singapore Airlines por USD 2213 mais taxas comprando milhas ou USD 1745 em executiva, preço excepcional.
o terceiro site First Class Flights tem opções interessantes de compra.

SANTANDER ESFERA, SEMPRE PRESENTE e similares

Os próprios programas de fidelidade dos bancos foram comentados aqui e somente em condições excepcionais podem ser usados.
Compra de milhas SMILES – O prazo de validade é ínfimo nas milhas compradas e/ou bonificadas, as tabelas mudam com frequência e sempre em detrimento do consumidor, a disponibilidade é ruim e o call center horroroso. Exceto se precisa completar um prêmio para emissão imediata, nem pense nessa possibilidade.
Promoções gerando milhas – Fique atento para não ser enganado. Promoção implica em ter o produto ofertado por preço igual ao menor preço do mercado e ainda ter milhas de bônus. Em algumas situações há grande quantidade de milhas como bônus, mas o preço não é o menor do mercado. Neste caso há uma venda de milhas disfarçada e cuidado para não estar pagando verdadeiro absurdo por elas. Outra pratica comum é a empresa ter dois sites, num ligado ao programa de fidelidade oferece milhas bônus e no seu próprio site não. Mas no segundo caso, o preço do mesmo produto é inferior. Se isso viola o Código de Defesa do Consumidor ou configura propaganda enganosa não sei, mas que isto ocorre com certa frequência posso afirmar. Desconfie de toda promoção com prazo muito curto para decidir e aderir, via de regra isto é estratégia para induzir o consumidor a adquirir algo que não o beneficiará no futuro.

A380 da Thai

Compra de pontos nas redes hoteleiras valem a pena?

Resposta imparcial a esta pergunta também depende de seu caso específico e somente simulando a situação real podemos aferir a vantagem. Citarei duas situações que entendo valer a pena.
Imagine que você irá a Sydney – NSW - próximo do Reveilon onde as diárias da rede hoteleira explodem em valor em função da procura e ele inclusive aceitam reservas pagas por um número mínimo de dias, independentemente de sua estadia. Você que ficar num hotel confortável, lá e nesse período. Como as diárias pagas em pontos tem valor fixo, se você consegui-se uma rede que lhe vendesse pontos, com promoção de desconto, sem black out dates para uso dos pontos, teria inclusive feito um hedge para evitar a disparada dos preços. Mas isto existe? Sim, neste caso a rede IHG, do hotel Intercontinental oferece todas estas condições. A compra nesta rede em outras situações pode não ser tão favoráveis.
Rede Accor – Neste caso ao transferir pontos para a rede que podem ser gerados através de parceiros (HSBC, Multiplus....) você ganha níveis de status e em alguns casos há vantagens significativas como o uso gratuito de lounges executivos nos hotéis, up grade gratuito de quarto, early check in gratuito, later check out gratuito, internet hi speed gratuito full time sem limite de transferências, possibilidades de troca de pontos por vouchers que podem ser usados em todas as despesas de hotel, para pagar inclusive locações de veículos em alguns países, etc...
A compra de pontos nas redes hoteleiras pode funcionar como mecanismo de Hedge fixando a cotação da moeda estrangeira no voucher pré-pago.
Emissão paga
Você pode não dispor de milhas para emissão e gostaria de emitir bilhetes pelo menor preço. Como fazer.
Neste caso as fontes para melhor pesquisa são estes sites: Matrix Software e o Google voos, Google Flights diante desta cotação procure sua agência e faça emissão. Se o mesmo preço não lhe for garantido procure um CONSOLIDADOR de bilhetes. Que tal este sediado nos USA que inclusive tem loja física na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro, Click Flandy
Aqui um alerta. Desconfie de bilhetes de empresas com preço muito abaixo de suas concorrentes na mesma rota. Air Mexico, Swissair, entre outras realizaram estas práticas antes de falir e o comprador ficou com o problema na mão. Em Classe econômica variação a menor maior que 10% no preço do bilhete levanta grande suspeita. Claro que promoções por curtíssimo espaço de tempo podem ocorrer, mas diferença sem limites de prazo de compra ou data de voo são altamente suspeitas.
Ao ler uma avaliação, tenha em mente que ela representa o conhecimento individual de quem a realiza. Pode ser muito bom viajar na Aerolíneas para quem só viajou de ônibus, ou Deli maravilhoso para quem vive em Karachi. Se você não conhece a experiência de vida de quem faz uma avaliação, seria prudente compará-la com muitas do mesmo local, fato, etc, para diminuir os riscos de erro.


Cuidados antes de emitir:

1- O feriado no meio do caminho- Antes de fazer a emissão verifique todos os feriados nos destinos. Informe-se sobre o que permanece aberto. Há feriados e determinados países onde tudo está fechado, principalmente feriados religiosos em determinadas culturas. Se você procura por um calendário mundial de feriados está aqui: Calendário
2- Não perca seu voo. A distância de downtown na Cidade do México ao aeroporto internacional pode ser de 4 horas, one way, dependendo do horário. No momento obras no entorno do aeroporto internacional de Los Angeles podem fazer seu deslocamento até o terminal durar mais de 2 horas! Eu particularmente levei mais de 4 horas para embarcar em Sharjah nos Emirados Árabes. Portanto, informe-se previamente sobre o deslocamento até o aeroporto na NET e ao chegar ao hotel novamente especificando o horário de decolagem, o tempo de deslocamento e se há congestionamentos no trajeto. Estas informações são importantes principalmente se seu voo for pela manhã. Avalie decolagens mais tarde.
3- Datas de grandes eventos na cidade. Amplie brutalmente seu tempo de antecedência para o aeroporto.
4- Cuidado com fronteiras de países, e informe-se detalhadamente dos tempos para evitar aborrecimento. Se está em Seattle e decolará de Vancouver saiba exatamente os tempos gastos na fronteira e previna-se contra imprevistos. Instabilidades políticas em fronteiras são critérios de exclusão de rota a meu ver.
5- Precisa de um relógio mundial, veja aqui: Time Zone Check
6- Precisa saber sobre o tempo e clima no mundo, veja aqui: Wunder

Próximo Post: 12/2015: Avaliando variantes para emissão





quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Canadá inicia processo para expansão de vistos - Brasil incluso

Olá pessoal ! Tudo bem?


Uma notícia para os brasileiros. O Canadá anunciou um plano para expansão de vistos. Veja os detalhes.

Link do Governo Canadense

Facilitar as deslocações legítimas para o Canadá apóia a agenda econômica do governo por impulsionar o comércio e apoiar o crescimento económico.

No Plano de Ação Econômica 2015, o Governo anunciou que o Canadá está expandindo a elegibilidade para a autorização electrónica de viagem (ETA) para os viajantes de baixo risco do Brasil, Bulgária, México e Romênia para tornar mais fácil e mais rápido para os viajantes legítimos desses países para vir para o Canadá.

Logo após a ETA é totalmente implementado março 2016 para os viajantes que estão atualmente isenção de visto, os cidadãos do Brasil, Bulgária, México e Romênia que tenham sido titulares de um visto canadense nos últimos 10 anos ou que possuam um Visto dos Estados Unidos de não-imigração válido deixarão precisa aplicar para um visto canadense quando chegar por via aérea. Em vez disso, eles só precisam de uma ETA. Estes viajantes ETA elegíveis ainda serão pré-selecionados, a fim de identificar e prevenir aqueles indivíduos que são conhecidos por ser inadmissível de chegar no Canadá, em primeiro lugar.

Esta abordagem permitirá que o Governo do Canadá a melhores requisitos de rastreio sob medida com base nos riscos apresentados por viajantes individuais, tornando mais fácil e mais rápido para os viajantes de baixo risco de vir para o Canadá.

Em particular, a expansão inicial permitirá CIC para validar que o sistema ETA pode suportar maiores volumes e efetivamente facilitar a viajantes provenientes de países necessário de vistos, garantindo a integridade do programa e segurança pública. Se comprovado de sucesso, as opções serão exploradas para a implementação mais ampla, na primeira oportunidade.

Esta medida também ajudará a fazer do Canadá um destino mais atraente para turismo e negócios, permitindo ao Governo para concentrar os recursos onde mais importa - em viajantes de alto risco.


E então, gostaram da notícia?
Vamos aguardar até março de 2016 e ver como funcionará na prática. Abraço a todos.

domingo, 4 de outubro de 2015

Programas de Fidelidade. Parte Final. Por Celso.

Continuação...

Accor – O programa de fidelidade desta rede francesa permite entre outras 3 parcerias que julgo interessantes. Cada 2.000 pontos no programa lhe permitem trocar por um voucher no valor de € 40. No voucher do tipo A – você pode emitir e pagar o que gastar no hotel com quantos vouchers quiser, incluindo consumo do período hospedado. Eletronicamente também pelo site pode pagar inclusive tarifas pré-pagas ou promocionais com os pontos que dispuser na sua conta sempre na relação 2.000 pontos = € 40. Outra parceira importante do programa é a Europcar. Somente em determinados países da EUROPA (veja no site) você pode emitir vouchers específicos para pagamento de despesas junto a Europcar na relação de 2.000 pontos = € 40. Requer reserva no site específico Accor-Europcar. Em nenhuma das situações anteriores seus pontos serão desvalorizados. Outra parceria que julgo importante é com companhias aéreas. Muitas, mas com deságio via de regra (2:1) mas o programa FF da Qantas aceita 1:1 e tem excelente disponibilidade, inclusive na EMIRATES em First Class. Os pontos no programa têm período de validade facilmente postergado.

Velocity Frequent Flyer e Krisflyer
Aqui o pulo do gato! Se você realmente pretende voar com a Singapore Airlines, sem ter cartão AMEX, a maneira mais barata é transferir seus pontos para o programa Accor inicialmente. Normalmente, todos os anos, no mês do seu aniversário a Multiplus lança uma promoção onde transferir pontos para sua conta Multiplus são bonificados em 30%. A cada 100.000 pontos você recebe 130.000 pontos Multiplus e transferidos para a Accor (na proporção 1:3, só no HSBC 1:2) lhe geram 43.333. Esses pontos podem ser transferidos para o Programa Velocity da Virgin Austrália na proporção 1.1. Neste caso, os mesmos pontos iriam para a Virgin. Cada 1.35 pontos da Virgin Austrália pode ser transferido para o Krisflyer da Singapore na proporção 1.35-1. Com isso você teria 32.100 pontos no Krisflyer. O programa oferece por 116.450 milhas uma round trip em First Class para Barcelona. No artigo do mês que vem irei mostrar que gero milhas ao custo de R$ 0,04678 por milha. O custo final da milha gerada artificialmente pelo pague contas foi de R$ 0,04678, cujo custo efetivo somente na emissão poderá ser avaliado, podendo ser menor! Neste caso, em First Class essa round trip teria custo de R$ 5.447,53 ou USD 1410! Um espetacular preço. Entretanto, esse mesmo bilhete pode ser pago e é vendido por USD 8993, na mesma data. Ou seja, o desconto obtido foi de 84,43%!. Fique atento que a Accor permite transferência direta para o programa KrisFlyer, mas neste caso a conversão é 2:1. Para recompensa melhor é necessário transferir primeiro para o Velocity.

Km de vantagens – O benefício nessa associação é limitado e sob poucos aspectos tem valor real. Se você pensa em gerar pontos para transferir para o Multiplus e emitir TAM, somente naquelas situações elencadas acima isso teria pequena vantagem. Em todos os demais prêmios o programa é muito ruim. Não ficar atrelado unicamente ao Multiplus para transferência junto a TAM é muito adequado. Entretanto se pensa em gerar pontos para transferi-los para a Accor você conseguiria os seguintes valores. Cada 1.000 km que você obtiver com relacionamento junto ao Km de vantagens permitem com o pagamento de taxa de R$ 51,00, gerar 2.000 pontos no Multiplus. Como o abastecimento no posto preferido geram pontos em dobro no KM de vantagens. Ao abastecer nesse posto, eu pago R$ 0,15 a mais no litro se comparado ao posto vizinho. Como ao abastecer R$ 31,00 eu ganho 200 pontos neste posto e isso equivale a R$ 2,60 mais caro por abastecimento. Com 5 abastecimentos (R$ 13,00) mais R$ 51,00, ou seja, R$ 64,00 eu gero 2.000 pontos Multiplus, ou seja, R$ 0,032. 6.000 pontos Multiplus, custam R$ 192,00 e gera 2.000 pontos Accor que equivale a um voucher de 40 Euros, no valor de hoje, R$ 174,23. Logo, somente em promoções isso teria valor. No momento há uma promoção onde, transferir 2.000 do Km de vantagens para o Multiplus gera 10.000 pontos e retorna 3.000 km de bônus na sua conta com taxa de transferência de R$ 275,04 + o custo de R$ 26,00 teríamos, R$ 301,04 ou R$ 0,023 por ponto, custando 6000 pontos Multiplus R$ 139,00 contra o benefício de R$ 174,23, o que só teria sentido se você realmente necessita-se gerar pontos para emitir ou usufruir de algo rápido, pois há amplos limites nessas transferências. Neste momento, combinado ainda cada 2.500 pontos Multiplus e não 3.000, geram 1.000 pontos na Accor o que melhora o custo para R$ 115,75 para benefício de R$ 174,23. E nesse caso, na promoção, para obter o bilhete em First Class com a Singapore nas mesmas condições o custo seria (157.207 pontos) de aproximadamente R$ 18.172,00, ou seja, USD 4.704 o que é muito mais caro que o uso do pague contas. Este programa poderia ser usado se pretende viajar com brevidade e não tem como gerar milhas em tempo hábil, entretanto por custo superior. É o preço da rapidez! Há uma peculiaridade neste programa. Trata-se da parametrização pelo Real e não pelo Dólar norte-americano. Todos os pontos gerados são em função do gasto em Reais. Com o câmbio desfavorável este programa vai se tornando menos desinteressante. Porém, como as taxas de conversão e transferência são ruins isto reduz a vantagem tão intensa sobre câmbio desfavorável. Entretanto, faça conta no momento das aquisições de pontos e conversão.
Marriott Rewards, Hhonors, Hyatt, Intercontinental, Fairmont, Starwood, IHG, incluindo outras redes hoteleiras mundiais que conheço devem ser avaliados em situações específicas dos viajantes. Entretanto, não há outras opções para estes programas para transferências por valores razoáveis em programas de companhias parceiras.
SANTANDER ESFERA, SEMPRE PRESENTE e similares Os próprios programas de fidelidade dos bancos emitem a preços NUNCA vantajosos bilhetes normais, onde você paga totalmente ou parcialmente com pontos os mesmos. Como esses bilhetes são pagos há total disponibilidade e você ainda ganha milhas no programa que optar pelo bilhete comprado e após ter voado. Esta opção só tem interesse em casos muito específicos e pode ser ocasionalmente a salvação do itinerário. Imagine que a emissão com milhas para voar de Sydney na Austrália para Auckland na Nova Zelândia em classe executiva não tenha disponibilidade nunca ou que em qualquer classe não há disponibilidade para emissão entre 22 de dezembro e 2 de janeiro. Você PRECISA voar nessa data ou tem muita bagagem que voando em classe superior justifica o sobre preço do bilhete. Nestes casos específicos a emissão por esses programas podem ser a tábua de salvação. Atente que quanto menor a distância do trecho voado menor será o valor desfavorável a pagar, pois na realidade neste programa há uma conversão desfavorável dos seus pontos por dinheiro e os mesmos pagam diretamente um parceiro para emitir seu bilhete.

Os programas Frequent Flyer no mundo
Opte pelo programa que melhor atender seus desejos de destino. O que no passado já foi ótimo, Smiles da Varig, hoje é inaceitável. Nunca imagine poupar milhas. Milha aérea conquistada tem que ter planejamento de uso.Entretanto há alguns fatores que podem lhe ajudar a decidir sobre o melhor programa:

1º- Ter uma tabela de prêmios competitiva quando comparada com outros programas.
2º- Milhas que nunca expiram, ou que podem ter sua validade renovada ou que podem ter sua validade renovada por custo ínfimo. 3º Disponibilidade farta para emissão, quer de destino, classes de voo e períodos.
4º Permitir emissão one way.
5º Permitir stopover.
6º Ter bons parceiros no programa e permitir emissão com valores competitivos.
7º Se você voa longas distancias prefira programas que cobram por região, se voa curtas distancias opte por programa que cobram por distância. 8º Se tem possibilidade de ter muitos pontos, opte por dividir em mais de um programa, aproveitando assim o melhor de cada um deles. Se tem poucos pontos concentre tudo num programa para emitir um prêmio.
9º Prefira programas que permitam compra de pontos ainda que seja somente para completar um prêmio. 10º Pense que seu programa pode ter um parceiro que lhe interesse mais que o programa, por exemplo se quiser emitir com a Singapore, somente transferindo do American Express sem deságio. Etihad por prêmio barato somente no AAdvantage.
11º Avalie programas com multiplicadores sem custo. Programas que bonificam com frequência determinadas ações, como compra em parceiro e bônus adicional significativo sem custo. 12º Procure programas que permitem emissão via site e call center com 0800 se possível.
13º Evite programas que mudam regras com frequência.
Muito provavelmente nesta ordem relacionada você poderá alterar algo em termos de prioridade pessoal, mas não sairá muito destas escolhas. Fato importante é que todas estas informações são válidas nesta data, setembro 2015, e caso opte por algo verifique antes se ainda continuam válidas. Atente que o futuro da economia do país é incerto no momento e transferir pontos para programas cujas milhas tem prazo de validade não renovável facilmente é no mínimo imprudente. Neste momento, ninguém pode prever com segurança como estará o país no fim de 2.016, portanto aguardar um norte mais cristalino é medida primordial. Por ora, evitaria qualquer transferência de pontos para esses programas ainda que com bonificação. Somente programas com renovação de prazo de validade e com bonificação eventualmente me atraem.
Para terminar regras de Ouro –
1- Antes de transferir seus pontos avalie disponibilidade no programa.
2- Se possível transfira seus pontos com viagem ao menos em mente.
3- Se previamente souber que o programa irá mudar suas regras e essas regras não estiverem claramente informadas NUNCA transfira seus pontos, pois a desvantagem será nítida para o consumidor e nesse caso a lei pode não lhe amparar.
4- A melhor milha é aquela efetivamente voada!

No próximo mês o tópico será Emissão com milhas

sds

sábado, 3 de outubro de 2015

Continuação Programas de Fidelidade. Por Celso

Continuação....

Londres

Executive Club - Oneworld member- O programa da British Airways não tem cartões de crédito brasileiros que permitam transferir pontos para o programa, exceto American Express, entretanto você pode transferir para a Ibéria e utilizando o mecanismo combine meus Avios, transferir sem deságio da Ibéria para o Executive Club. Desfrute da imensa disponibilidade para emitir em qualquer classe, com prêmios competitivos. O programa cobra pela distância voada e não por regiões. Quanto mais longo o voo maior é o prêmio a ser pago. Em algumas situações tem prêmios cujo custo é muito inferior à média de mercado, em outras situa-se compatível com os valores de mercado. Permite emissão one way, renovar as milhas após os 36 meses de validade para não expirar tem custo muito baixo. Mas aqui um cuidado especial! Voo com a British que decolem ou pousem em Londres são carregados com taxas de mais de USD 1000 o que inviabiliza a emissão. A única exceção é se o voo da British parte do Brasil não ocorrendo neste caso as tais taxas. Os demais parceiros da Oneworld têm taxas variadas conforme o parceiro, mas nada absurdo. Permite Stopover mesmo no bilhete one way.Atendimento via 0800 com pessoal muito bem treinado que fala em português, se preferir. Permite emissão via site para todos os parceiros da Oneworld. Recentemente aplicou pequeno acréscimo no valor dos prêmios a serem pagos pelos membros do programa de fidelidade, entretanto também passou a garantir que em qualquer classe em todos os voos da British iria disponibilizar ao menos 2 lugares, o que me parece justo. Se for emitir Qantas ou Cathay Pacific em First Class há pouquíssima disponibilidade e ainda assim em rotas não nobres.


Alaska Airlines- O programa da Alaska não tem cartões de crédito brasileiros que permitam transferir pontos para o programa, entretanto você pode comprar pontos em promoções frequentes que ocorrem umas 3 x ao ano, sempre com bônus de algo como 40%. Desfrute da imensa disponibilidade para emitir em qualquer classe, com prêmios competitivos, e os prêmios da EMIRATES em primeira classe chegam a custar 15% dos bilhetes pagos. O programa exige que o destino de partida ou chegada do voo seja OBRIGATORIAMENTE a AMERICA DO NORTE. Cobra por regiões e por companhia. Em algumas situações tem prêmios cujo custo é muito inferior à média de mercado (com a EMIRATES E CATHAY PACIFIC), em outras situa-se compatível com os valores de mercado. Permite emissão one way, inclusive com até 2 stopovers. Permite emissão via site para os parceiros inclusive EMIRATES, mas com a CATHAY PACIFIC somente via call center. Farta disponibilidade de First Class. Validade das milhas 24 meses, mas com fácil renovação.

Krisflyer da Singapore Airlines – no Brasil somente o American Express transfere milhas para esse excepcional programa. Veja no tópico Accor como utilizar este maravilhoso programa. Empresa Star Alliance member. Este programa tem imensa disponibilidade em todas as classes inclusive nas suítes, em qualquer dia e em todas as rotas. Note que para outros membros da Star, exceto a Lufthansa, a Singapore não disponibiliza executiva, primeira ou mesmo suíte em qualquer voo operado pelo A 380 e 77W. O programa tem parceria som a Silk Air do mesmo grupo entre outras empresas. Entretanto tem taxas de combustível para emissão de bilhete prêmio. Desfrute da imensa disponibilidade para emitir em qualquer classe, com prêmios muito competitivos e inigualável serviço das Singapore Girls. O programa cobra por regiões, independente da distância voada e tem como pilar não mudar constantemente as regras e valores das emissões. Há situações onde a emissão requer contato com o Call Center. Permite emissão one way e as milhas tem validade de 3 anos! Permite compra de milhas para até 50% do valor do bilhete prêmio ao custo de USD 40 cada bloco de 1000 milhas. Permite um Stopover somente em emissões round trip. Emissão via site com 15% de desconto em voo puros da Singapore e somente via call center para parceiros Star Alliance e neste último caso com cobrança de taxa de emissão. Tabela diferente para parceiros da Star Alliance onde também é permitido emitir one way. Turquia neste programa é considerada Oriente Médio. Cobra taxas de combustível significativa em todos bilhetes prêmios, exceto se você partir do Brasil, apenas.

American Airlines- Oneworld member- O programa AAdvantage tem parceria mundial com o City Bank e somente cartões de crédito deste banco permitem transferir pontos para o programa, entretanto em taxas não tão boas como em outros cartões (2, 2:1) de outras instituições e você fica atrelado ao City e ao programa. Desfrute da imensa disponibilidade para emitir em qualquer classe, com prêmios competitivos. O programa cobra por regiões, independente da distância voada. Em algumas situações tem prêmios cujo custo é muito inferior à média de mercado, em outras situa-se compatível com os valores de mercado, mas tem como pilar não mudar constantemente as regras e valores bem competitivos. Apesar da American ser péssima no atendimento on board, com muitos aviões velhos e lounges muito ruins, há grande quantidade de parceiros aéreos e bons. Há situações onde a emissão requer contato com o Call Center no Brasil. Permite emissão one way, renovar as milhas após o período de validade para não expirar tem custo muito baixo. Mas aqui um cuidado especial! Voo com a British que decolem ou pousem em Londres são carregados com taxas de mais de USD 1000 o que inviabiliza a emissão. A única exceção é se o voo da British parte do Brasil não ocorrendo neste caso as tais taxas. Permite compra de milhas. Os demais parceiros da Oneworld têm taxas variadas conforme o parceiro, mas nada absurdo. Permite Stopover mesmo no bilhete one way. Permite emissão via site para parceiros da Oneworld, entretanto em outros parceiros somente via call center. Há prêmios muito interessantes nos parceiros Etihad, Cathay Pacific, etc.

Velocity Frequent Flyer da Virgin Australia - no Brasil nenhum cartão de crédito transfere milhas para esse programa. Veja no tópico Accor como utilizar este programa. Este programa tem imensa disponibilidade em econômica e executiva e somente no parceiro Etihad inclui disponibilidade para emissão em First Class (incluindo the Apartaments, mas não The Residence!), em qualquer dia e em todas as rotas. Note que para outros parceiros como a Delta não disponibiliza primeira nos voos de longa distância. Não tem taxas de combustível para emissão de bilhete prêmio. O programa cobra por distância. Há situações onde a emissão requer contato com o Call Center. Permite emissão one way, renovar as milhas após o período de validade para não expirar tem custo muito baixo. Não permite compra de milhas. Permite um Stopover somente em emissões round trip. Permite emissão via site para parceiros específicos, entretanto em outros parceiros somente via call center.

Continua.....



domingo, 27 de setembro de 2015

Programas de fidelidade: Qual a melhor opção? Parte III. Por Celso

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TAP- empresa é Star Alliance member. Milhas com validade de 3 anos renovável com pagamento muito caro por blocos de 1.000 milhas. Permite um único stop over que pode ser tanto na ida como na volta mesmo não sendo na região de destino, permite combinações de cabine no mesmo bilhete com cobrança de prêmio proporcional, a disponibilidade do Call center é a mesma do site da ANA e há como montar rota desde que os bilhetes estejam disponíveis individualmente. A disponibilidade para emissão é boa, mas em algumas rotas e principalmente em algumas classes, inexistente. Singapore Airlines não permite emissão em voos operados com o A388 e 77W em classes superiores, nos demais há acréscimo de 15% sobre o prêmio de todas as outras empresas da Star para emissão. Os custos para emissão de bilhete prêmio são MUITO competitivos. Não fazem promoção de venda de milhas 2X1, mas no passado ocasionalmente bonificação transferência de pontos no cartão com bônus de até 100% o que não ocorre há uns 3 anos. Não permite emissão milhas mais dinheiro, porém permite compra de milhas com custo nada competitivo. Tem muitas emissões interessantes. Se sua flexibilidade para emissão em termos de datas for limitada este programa parece ser boa opção. Se seus destinos são limitados a América do Sul há disponibilidade, mas com prêmios desvantajosos a serem pagos. Call Center com 0800 atende com funcionários bem treinados. Site emite somente para voo TAP. Bilhete one way somente em voo TAP. É parceira da Emirates com emissão com prêmios competitivos e boa disponibilidade, mas no máximo em executiva. Não permite emissão em FIRST na Emirates. Vários cartões de credito do Brasil transferem pontos para o programa. Avalie este programa como viável. Risco: A TAP foi comprada pelo David Neeleman que também é dono da AZUL. Como ele irá determinar mudanças no Programa Victoria e se é que elas ocorrerão isso é uma incógnita neste momento. Se pretende emitir imediatamente transfira pontos para este programa, entretanto se não vai emitir aguardaria melhor momento para transferir. Dica – Neste programa o Havaí é considerado América do Norte.


Emirates-Skywards- O programa da Emirates não tem cartões de crédito brasileiros que permitam transferir pontos para o programa, exceto American Express. Entretanto com deságio de 50% você pode transferir do programa Accor para a Emirates e desfrutar da imensa disponibilidade para emitir, porém os prêmios sempre têm alto valor. O programa cobra pela distância voada e não por regiões. Quanto mais longo o voo maior é o prêmio a ser pago. Tem excelente disponibilidade em todas as classes. Emite pelo site.


Qantas- Oneworld member- O programa da FF da Qantas não tem cartões de crédito brasileiros que permitam transferir pontos para o programa. Entretanto sem deságio você pode transferir do programa Accor para a Qantas (1:1) e desfrutar da imensa disponibilidade para emitir. O programa cobra pela distância voada e não por regiões. Quanto mais longo o voo maior é o prêmio a ser pago. Em algumas situações tem prêmios cujo custo é inferior ao do Executive Club da British e mesmo do Skywards da Emirates na mesma rota e voo. Permite emissão one way. Validade das milhas 18 meses, mas com fácil renovação. Emite pelo site inclusive One world e Emirates. Tem farta disponibilidade em muitas rotas para bilhetes de First Class com preços razoáveis.

Continua.......

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Programas de Fidelidade. Qual a melhor opção? Por Celso. Parte II

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Amigo – (Avianca Brasil) - o programa foi remodelado e agora a empresa também é Star Alliance member. As regras ainda não estão oficialmente publicadas. Parece que as milhas têm tempo de validade limitada. A disponibilidade para emissão parece ser a mesma do LIFEMILES (programa da Avianca Colômbia) mas eles negam este fato, não há disponibilidade em algumas rotas e principalmente em algumas classes. Os custos para emissão de bilhete prêmio são exorbitantes em algumas rotas em prejuízo do passageiro. Tem parceiros cujo premio para emissão são superiores aos mesmos prêmios quando emitidos por outros programas. Tem poucas emissões interessantes. Parceira da Avianca Colômbia-TACA oferece farta disponibilidade nas rotas operadas pela Avianca-Taca, mas a disponibilidade é ruim inclusive em classes superiores com premio altos quando comparados a outros programas. Se sua flexibilidade para emissão em termos de datas for limitada este programa não parece ser boa opção. Se seus destinos são limitados ao Brasil há boa disponibilidade com prêmios não tão onerosos, mas para poucos destinos. Neste último caso, somente, avalie este programa como viável. Call Center atende com funcionários muito mal treinados e que desconhecem as regras do programa. Site não emite nas parceiras da Star Alliance o que só pode ser feito via Call center que fica em SP. Dica – Neste programa Turquia é considerado Norte da Ásia.


Azul – Neste momento o programa da Azul tem limitações e internacionalmente além dos poucos destinos está atrelado a uma parceria somente com a United, companhia com serviços nitidamente ruins. Os valores para emissão de bilhetes prêmios internacionais com a United são altamente desvantajosos. Nas pouquíssimas rotas internacionais que opera o serviço ainda está sendo desenhado. Vejamos o que irão oferecer no futuro próximo. Por enquanto, exceto em situações específicas este programa ainda é muito ruim.


LifeMiles – (Avianca Colômbia) - empresa é Star Alliance member. Milhas com validade de 2 anos renovável com pagamento simbólico comprando 1.000 milhas. Não permite stop over, não permite combinações de cabine no mesmo bilhete, a disponibilidade do Call center é a mesma do site e não há como montar rota, mesmo que os bilhetes estejam disponíveis individualmente mesmo pelo Call center. A disponibilidade para emissão é boa, mas em algumas rotas e principalmente em algumas classes, inexistente. Os custos para emissão de bilhete prêmio são MUITO competitivos. Frequentemente fazem promoção de venda de milhas 2X1, ao custo aproximado de USD 33 por 1.000 milhas (2000). Permite emissão milhas mais dinheiro (custo competitivo também). Tem muitas emissões interessantes. Se sua flexibilidade para emissão em termos de datas for limitada este programa parece ser boa opção. Se seus destinos são limitados ao Brasil há disponibilidade, mas com número de destinos limitados. Avalie este programa como viável. Call Center com 0800 atende com funcionários que precisam as vezes de mais treinamento outras não. Site emite para todas parceiras da Star Alliance. Desvantagem – número muito limitado de cartões de credito parceiro para transferir milhas para o programa, exceto American Express. Dica – Neste programa Turquia é considerado Europa.

Continua.....