por Wilian Delatorre

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domingo, 29 de março de 2015

Missing British Airways Avios? You’re Not Alone

Missing British Airways Avios? You’re Not Alone

Pessoal que possui conta no Executive Club da British Airways fiquem atentos. Milhares de contas ao redor do mundo foram afetadas. As milhas sumiram da conta por conta de uma "auditoria".
Estou acompanhando e volto a postar em caso de novidades.
Acompanhem essa reportagem do blog. One Mile at Time.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Bilhetes promocionais no Tam Fidelidade para Miami

Olá pessoal! Tudo bem?

O programa Tam Fidelidade oferece aos seus usuários bilhetes promocionais rumo a Miami nos EUA.

Encontrei bilhetes por 18.000 milhas saindo de Belo Horizonte, Brasília ou Manaus.
Para quem é do Paraná encontrei bilhetes saindo de Curitiba por 24.000 ou 25.000.


Claro que nesses trechos as aeronaves são mais antigas mas vale a pena para quem quer economizar milhas para
a próxima viagem.

Confiram!

sexta-feira, 6 de março de 2015

Retornando com a Ibéria - por Celso

Segue o relato do Celso em seu retorno com a cia. espanhola Iberia.



Foi com chuva do lado de fora do terminal que fizemos nosso check in. Com as malas fomos ao setor de alfandega para obter o carimbo e colocar o envelope na caixa do Correio e não ter que pagar com débito no nosso cartão de crédito o imposto que o Tax refund do Free Port já nos tinha devolvido em cash. As malas são dali despachadas diretamente ao avião e não do guichê de check in caso você tenha mercadorias e produtos para exibir. Agora sim fomos ao lounge da Ibéria em LIS. O lounge utilizado é o Blue Lounge. Simples é verdade, mas para um voo muito curto, cumpriu a função inclusive com poucos petiscos, mas gostosos. Embarcamos num A 320 rumo a Madri.


Chegamos em Madri com muita chuva. O A320 pousou no terminal 4 após curto voo sem nada de especial ou comprometedor. Nosso voo decolaria depois de horas do terminal 4S.
O transfer entre o terminal 4 e 4S foi feito numa Van sob um túnel com 3,5km de extensão, por debaixo de pátio ou pista até atingirmos o terminal de voos de longa distância da Ibéria.


Chegamos ao Lounge Mundial da Ibéria em Madri – O lounge Velasques. Muito amplo e mesmo nosso voo sendo o antepenúltimo a decolar o catering foi farto o tempo todo.


Farta opção de vinhos a sua escolha.


Várias ilhas com oferta de bebida e outras com buffet.


Opções com grande variedade e fizemos nosso jantar.


Além do Wi-Fi que funcionava bem havia workstation velozes também.


Antes do voo fui tomar um banho e novamente encontrei instalações adequadas.


Agora iria sentir a nova businness class da Ibéria no A340-600. Deixei de voar com a TAP na volta por causa do assento da Ibéria na nova executiva ser full flat e o da TAP não. Note que nem todos os voos do Brasil ou para o Brasil estão voando neste momento com a nova configuração de classe executiva.


Há monitor de boas dimensões e bem posicionado na frente da poltrona. Os assentos têm à disposição IZI. Tem tal forma que na ponta de qualquer das letras há um assento, sendo a disposição 1-2-1, mas no meio viajam juntos apenas os passageiros de fila sim fila não.


O voo foi muito, muito cansativo. A poltrona é estreita e desconfortável nas laterais e para agravar o Otoman (descanso inferior para os pés) era extremamente apertado e desconfortável. Não consegui ter sono longo. A toda hora acordava com dor em algum lugar pelo desconforto da posição.


O serviço de bordo foi frio por parte da tripulação e o catering fraco para classe executiva. A Ibéria em classe executiva está no mesmo nível da TAP, ou seja, entre as piores que operam a rota Brasil-Europa. Agora é chegado o momento do pouso!
Dias antes de embarcar para Bangkok um dos meus cantores prediletos faleceu. Joe Cocker cujo passado carregado pela dependência de drogas e álcool lhe debilitaram juntamente com o tabagismo. Seu admirável talento permanece na minha lembrança.



Quem sabe o que o amanhã traz?
Num mundo, poucos corações sobrevivem
Tudo que sei é o modo que me sinto
Quando é verdadeiro, eu mantenho vivo.

terça-feira, 3 de março de 2015

Lisboa e os bate e voltas

Continuem acompanhando o relato do Celso em Portugal....



Para explorar os arredores de Lisboa e região optei por ter uma única base permanecendo no Sofitel Lisboa. O inverno em Janeiro na cidade estava extremamente agradável e uma simples blusa de lã nas noites era mais que suficiente. Nessa vista da saída do hotel a Avenida Liberdade era nosso ponto de partida após o sempre muito amável tratamento que nos foi dedicado por todo o staff do hotel.
Na nossa primeira noite tínhamos reserva na cidade alta, na Garrafeira Alfaia. Recomendada na internet para petiscar e tomar um bom vinho, não nos contaram da imensa dificuldade em estacionar em minúsculas vielas, muito menos que a recepção a porta seria tão fria. Isto fez com que mudássemos nossos planos e fossemos jantar na Cervejaria Portugália do Shopping Vasco da Gama. Um suculento lombo de Bacalhau Morua com batatas aos murros e cerveja preta deliciosa foi muito além da expectativa das indicações que tínhamos. Os preços dos artigos em shopping centers em Lisboa, mesmo em promoção, não são nada atrativos.



Iniciamos o dia indo a uma atração não tão conhecida, mas maravilhosa – O Museu do Azulejo de Lisboa. Conhecer a cultura e a arte do azulejo foi um passeio espetacular. Pouco divulgado é uma atração imperdível de Lisboa. Dentro ainda deste Mosteiro transformado em Museu há uma igreja linda. Tendo oportunidade não perca este passeio, belíssimo.


Saímos do Museu e o dia nos reservava outra surpresa agradável. Conhecer a Fundação Calouste Gulbenkian, cuja história de grandeza pode ser conhecida pela net. Ele deixou um legado excepcional para a cidade. Fotos no interior infelizmente são proibidas.


O dia que nos reservou imensas surpresas foi coroado degustando iguarias da culinária portuguesa, as natas originais, os famosos Pastéis de Belém.


Após o café no hotel fomos a Sintra. Conheceríamos inicialmente a Quinta da Regaleira, porém minha esposa ao chegarmos a Sintra visualizou um salão de beleza e adeus o passeio…. Mas na parte da tarde tínhamos programado conhecer o Palácio Nacional da Pena. Fizemos uma visita guiada por um culto professor desempregado, foi uma ótima visita no aspecto cultural, porém não gostamos da mistura de estilos arquitetônicos. Voltamos a Lisboa para comer o melhor Bacalhau de Lisboa, segundo entendidos e nativos, com elogios na net. O Restaurante Bota Alta nos serviu um monte de espinhos num rabo de Bacalhau! Horrível, com certeza o pior restaurante da viagem. Isso faz parte e as fontes consultadas serão descartadas no futuro, inclusive um site gourmet famoso.


Amanheceu o dia e após o café fomos ao Alentejo degustar um dos mais famosos vinhos Portugueses, o Peramanca Tinto. Viajamos perto de 150 km. até Évora por ótima estrada. Talvez o mais famoso vinho português seja o Barca Velha mas o Pega Manca Tinto tem reconhecimento. Fabricado na região do Alentejo, sua última safra foi em 2010, e na Fundação Eugenio de Almeida que o fabrica está esgotado. Para receber o rótulo Pera Manca Tinto há algumas exigências e não são em todas as safras que há produção do mesmo. Antes de 2010 houve safra em 2008. Seu preço (2008) está ao redor de €200 a garrafa. No Brasil R$ 1.300,00. Fizemos então uma degustação dos vinhos da Fundação, com visita guiada instrutiva. Gosto de vinhos frutados, não amadeirados e muito encorpados, por pura curiosidade. Nunca estudei nada a respeito. Degustei 5 vinhos e para minha surpresa não gostei de nenhum!


Terminada a visita fomos ao minúsculo e espetacular Restaurante Tasquinha de Oliveira no centro de Évora. Chegamos e encontramos um minúsculo restaurante com 6 mesas, cujo dono e sua esposa na cozinha encantavam seus clientes. Ele é convencido e ela tem o dom da culinária espetacular. Comemos o melhor Bacalhau de nossa vida, as sobremesas Gemada e Siricaia nos deixavam na dúvida do que era mais delicioso. O vinho sugerido e não da Fundação era maravilhoso.


O dia começou com nossa ida ao Freeport, em Alcochete do outro lado do Rio Tejo, atravessando a Ponte Vasco da Gama. Esse é o maior Outlet da Europa e numa viagem anterior já escrevi sobre ele aqui. Portugal em geral tem promoções durante todo o mês de janeiro e como na viagem anterior chegamos em épocas semelhantes.


O preço que há 4 anos para uma camisa Lacoste de manga cumprida masculina era ao redor de €30 hoje está em €80. Compramos poucas coisas pois os preços não eram compensadores como outrora. Curiosamente havia uma casa de cambio, onde inclusive você pega o Tax Refund. A cotação do Euro frente ao Real era tão vantajosa que troquei todos Reais que tinha por Euros e não o contrário. Entrei na net para ver no Brasil como estava a cotação e curiosamente nesse dia ter Reais na Europa era mais valorizado que no Brasil.


Passamos o dia vendo vitrines e no meio da tarde fomos ver o por do sol em Cascais.


Escolhemos um restaurante a beira mar e ficamos petiscando. E o sol se foi. Voltamos a Lisboa e fomos numa bela padaria das muitas da Avenida Liberdade onde fizemos um lanche gostoso.

CHECK OUT RUMO A GRU
Deixamos Portugal felizes com o que vivenciamos e com o descobrir das nuances de seu povo. O clima deste inverno foi excepcional e um frescor gostoso nos acompanhou por toda estada. Vamos ao aeroporto Portela devolver o carro. Feita devolução, colocamos as malas no carrinho e vamos ao prédio do terminal de passageiro. Opa! O que é isso? Chuva, acreditem começou a chover.............. No último post minha volta e a primeira vez na Ibéria.