por Wilian Delatorre

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sábado, 21 de novembro de 2015

Bilhetes Emitidos para Viagem á Nova Zelândia. Por Celso.

Olá pessoal. Mais um post do Celso. Ele mostrará como pretende emitir as passagens para a próxima viagem. Está sensacional. (Sim, ele pensa em tudo). ;)


Emitindo bilhetes para a viagem

Eu já tinha escrito no blog sobre emissões neste artigo no ano passado. Algumas informações importantes podem ser revistas numa nova leitura.

LINK POST BLOG

A emissão dos bilhetes é um fator a mais para obtenção do visto quando necessário sem maiores burocracias. Nesta viagem, neste momento, tenho visto válido para os USA e a Nova Zelândia não requer visto para turistas brasileiros no período que ficarei lá, uns 15 dias. Eu estarei atento a necessidade de visto, inclusive de transito nos eventuais pontos de conexão.
A emissão pode ser feita com bilhetes pagos, neste caso, cote neste site o melhor valor e depois faça a emissão no site da companhia aérea ou da sua operadora.

MATRIX SOFTWARE

Mas novamente minha emissão será totalmente com milhas.

Tinha muitas milhas no Executive Club da British e no Lifemiles da Avianca, que podem ter sua validade renovável facilmente, mas seria bom gastá-las. Tinha muitas milhas no Programa Le Club e algumas milhas no Programa Amigo da Avianca Brasil e no Multiplus. Tenho muitas milhas no cartão que posso debitar a qualquer momento em várias companhias, incluindo as nacionais, a TAP Victoria, Smiles ou Executive Club (via Ibéria). Aparecendo promoção, e somente neste caso, transfiro milhas do meu cartão cuja validade nunca expira.
As informações sob visto sempre obtenho neste site que é oficial, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil,

PORTAL DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

e confronto com o da Emirates, para brasileiros.

Site da Emirates

ainda pesquiso no site da Star Alliance, que inclui também informações de saúde.

Star Alliance Information

o que também pode ser visto neste site, Visa Mapper

Nesta viagem evitaria visto, exceto no aeroporto, se possível e evitaria pernoites se possível nas cidades envolvidas na rota. Procuraria evitar multiplos check in.Ter opções para poder emitir e não ser surpreendido com falta de disponibilidade de assento numa viagem tão longa é fundamental e ciente da viagem na altíssima temporada. Teria como emitir ONE WAY pelo Smiles, pelo Lifemiles, pelo Amigo, pelo Multiplus e pela Star Alliance somente com a TAP ou com a ONEWORLD via Executive Club, com a Singapore via Krisflyer, com a Virgin Austrália através do Velocity e com a Qantas através do seu programa de FF.

Exclusões para emissão –
a- Impossível viajar com a BRITISH AIRWAYS ONE WAY no sentido LHR>GRU e também em qualquer rota que inclua decolagem de LHR. Eles inventaram taxas que carregam os 2 bilhetes com algo como quase USD 2000 de taxas extras.
b- Emitir com a TAP para empresa da Star Alliance implica emitir ROUND TRIP o que poderá ser feito em parte do roteiro talvez. Entretanto, a TAP é parceira da EMIRATES que voa para Christchurch (CHC) e Auckland (AKL.) No programa Ibéria Plus ocorreria o mesmo problema o que me obrigou a transferi-las ao Executive Club onde é permitido emissão ONE WAY.
c- AIR FRANCE/KLM – até a Ásia- está excluída por penalizar o custo no Smiles excessivamente e não estou disposto a pagar o solicitado.
d- IBERIA- recentemente viajei na nova executiva vindo de Madri para GRU no A 346 e o serviço e o conforto foram muito, muito ruins. Não viajo mais com eles.
e- ETHIOPIAN, ETIHAD, TAP, LUFTHANSA, SWISS, ALITALIA, AIR CHINA são empresas que partem do Brasil e pelos mais variados motivos foram descartadas na elaboração das rotas. Caso lhe interesse ainda há estas opções. Elas foram descartadas por ao menos um dos seguintes motivos: a- empresa aérea de qualidade inferior, b- não tenho milhas suficientes para emitir nesse momento no programa, c- emissão exclusivamente em round trip, d- prêmio solicitado muito alto e e- indisponibilidade de emissão com milhas no trecho seguinte.

A emissão específica
Antes de elaborar o roteiro para emissão utilize-se destes sites atualizados, super práticos e rápidos para fornecer informação:
LINK
- Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde e a frequência nos dias da semana na rota. Quando você clica em cima do símbolo do avião no dia e com a empresa que deseja voar, abre-se nova janela, onde há várias informações, como tempo de voo, terminal de partida e chegada (muito importante saber se for fazer conexão em voos em aeroportos imensos) e o tipo de aeronave que opera o voo,
o segundo siteLINK 2 Neste site após digitar origem e destino, data(s) da viagem e a classe da cabine que pretende viajar, aparecem todas a companhias que operam a rota, se tem escala e onde, o preço do bilhete, informações como tempo de voo, tipo de aeronave que opera o voo, recursos da cabine (wi fi), etc. e ainda atrubuem um score comparativo entre todos os voos da rota. o terceiro site LINK 3
ao indicar a sigla IATA do aeroporto que deseja partir mostra num mapa todas as rotas possíveis a partir deste aeroporto e ao clicar no item listar rotas são exibidas uma a uma.
Com auxilio destes sites vamos começar o planejamento.


A viagem, com emissões obrigatórias em classe superior, sempre voando para leste que é menos cansativo, seria até Auckland-na Ilha Norte da Nova Zelândia ou Christchurch na Ilha Sul. Diante das exclusões e condições impostas – haveriam as seguintes opções-
1.LAN– pura – Os voos de GRU a AKL, com escala em Santiago tem esta rota como a mais curta. Nunca viajei na LAN, no trecho SCL-AKL ela opera com o 787 que também nunca voei. Tem disponibilidade razoável em executiva de somente 02 assentos por voo e não operam nenhum voo em First Class. Parte a tarde de GRU com rápida conexão em SCL. Minha esposa não gostou da ideia e viajaríamos no sentido Oeste o que é muito mais cansativo. A emissão via Executive Club não tem prêmio ou taxas exorbitantes.
2- South African Airways + Qantas – GRU-JNB-PERTH com a primeira, com curta conexão em JNB, e PER-AKL com a segunda. A SAA voa A 346 mais velhos ou mesmo os A332 mais novos. Entretanto a companhia vem passando por algumas dificuldades financeiras. Disponibilidade farta na rota, mas não opera First Class. A segunda perna PER-AKL já tem alguns problemas. O voo da África chega em Perth muito em cima da hora, o ideal seria pernoitar em Perth. Existe rara disponibilidade via Executive Club com a Qantas no voo direto PER-AKL somente aos sábados com o A 332. Como frequente flyer Qantas há disponibilidade farta, porém com escalas e parte do trajeto com 738 sempre. Tanto ir como voltar nesta rota não é tão tranquilo. Com o Velocity da Virgin Austrália há mais opções, inclusive via ilha sul da Nova Zelandia-Christchurch.
3- Ir via USA–teria inconveniente de compras na ida e viajar lotado o tempo todo e viagem no sentido Oeste. Descartado.
4- Ir GRU – LHR com a British. Stop em Londres de dois dias. Embarque para BKK via DOH com a Qatar em First Class ou Embarque com a Singapore Airlines em Suítes no A 380 até Sydney. De BKK a AKL podemos ir de Thai em Business (emissão TAP round trip) ou Emirates em Business e First com A 380. Quando você pesquisa nota disponibilidade em todos os trechos, mas o custo em milhas sobe muito. Logo, optando por essa emissão haverá necessidade de emitir com stop em LHR E BKK ou SYD, o que poderá sacrificar um pouco o tempo de permanência na Nova Zelândia. Seria nossa primeira opção. Esta opção poderia combinar as Suítes do A 380 até Singapura com a First class do 77W de Singapura até Auckland. Optando por ir via Sydney abre-se dois trajetos para a Nova Zelândia, se optar por iniciar na ilha norte Auckland pode ser acessada pela LAN em executiva (Executive Club) com farta disponibilidade diária ou com a Emirates em executiva ou primeira via FF da Quantas ou ainda com o Velocity da Virgin Austrália. Caso optemos por iniciar pela ilha sul, podemos ir a Christchurch ou Queensland com os mesmos programas.
5- Ir GRU-LHR-SIN-SYD com a British fazendo um único Stop em LHR. O custo do trecho seria muito alto por passageiro pois o Executive Club cobra por distancia voada. Nesse caso uma combinação com o trecho SIN-SYD com a Singapore em A 380 não estaria afastada e por sinal seria opção interessante. Há ainda a possibilidade e continuação no SIN-CHC com 772ER ou SIN-AKL com o 77W ambas as rotas diretas com a Singapore. No 772ER interior da aeronave em padrão mais velho e no 77W não há suítes.
6- GRU-DOH-BKK e BKK-AKL
7-GRU-DOH-BKK E BKK-CHC
8-GRU-DOH-SYD e SYD-AKL OU SYD-CHC
9-GRU-IST-DXB-MEL- ILHA NORTE OU ILHA SUL.
10- em muitas outras combinações….
Emissão
Nessa viagem na volta passaríamos por Los Angeles (LAX). Nosso destino final será a Nova Zelândia. A porta de entrada principal Kiwi é Auckland (AKL) a cidade mais populosa e como Wellington (WLG), a capital, ambas na Ilha Norte oferecem aeroportos internacionais como Christchurch (CHC) é a segunda cidade mais populosa e Queenstown (ZQN) essas duas últimas na Ilha Sul. O pais é formado por duas ilhas a norte e a sul, divididas pelo estreito de Cook e ambas têm largura de aproximadamente 120 km, mas de AKL a ZQN a distância aproxima-se de 1500 km.
Todos os custos dos bilhetes expressos neste post são para dois passageiros.
Em 2014 aprendi outra regra: cadastre-se nos melhores programas de fidelidade no mundo. Isso é gratuito e há muitas promoções interessantes que exigem que você já possua conta com seu número fidelidade aberta previa mente, x dias antes da promoção. Para isso avalie os programas que mais lhe interessam. Cadastrei-me na American Airlines, na Alaska Airlines, na Qantas, na Virgin Austrália, na Etihad, na Singapore e na Emirates. Com frequência esses programas lançam promoções para compra de milhas com preços atrativos, mas para voar em classe superior. Descarte viabilidade financeira na compra de milhas para viagem em classe econômica.
Diante das rotas para esta viagem vejamos os custos dos prêmios-
A rota mais curta é GRU-SCL-AKL na ida e AKL-SYD-LAX e depois LAX-GRU. A ida até AKL nessa rota operada pela LAN tem disponibilidade razoável, com 788 em executiva, pelo programa Executive Club. Custo 220.000 milhas. O trecho AKL-SYD tem disponibilidade diária com a LAN, no voo de AKL que segue para Sydney. Custo 40.000 milhas. SYD-LAX é operado pela UNITED que não desejo viajar pelo serviço ruim e não aceitaria como opção. Seriam opções SYD-HND-LAX com a ANA ou SYD-ICN-LAX com a Asiana. Tanto o voo do Japão como da Coreia do Sul para LAX pode ser feito em First Class e com a Asiana o voo é operado com o A 380. Nesse caso a emissão com o Life Miles custaria 260.000 até LAX fazendo o segundo trecho em First Class como emissão de 4 bilhetes, 2 em executiva e os demais em First pois o Lifemiles não permite emissão com trechos em classes diferentes. Neste caso penaliza o passageiro. De LAX a GRU como virei muito carregado não quero voo direto e voarei via BOG com a Avianca, promocionalmente custa 100.000 milhas e há farta disponibilidade. O voo direto da American LAX-GRU não tem disponibilidade no Executive Club em classes superiores com milhas nunca. Austrália e Japão exigem visto de transito, não tarifados.
Sou filiado ao programa Acoor Hotéis que permite transferência para a Qantas na proporção 1:1. Acontece que ao transferir do Multiplus para a Acoor a transferência agora é 3:1, entretanto a disponibilidade do programa da Qantas para emissão é muito boa, inclusive tendo como parceiro a Emirates com disponibilidade em todas as classes, inclusive nas suítes da First Class tanto no A 380 como no 773ER. Neste momento tenho 150.000 milhas na Acoor.

A rota que gostaria seria viajar novamente na Qatar de 1@ classe, conhecendo o lounge Al Safwa em Doha que acaba de abrir e é espetacular em termos de serviço, na Thai de 1@ classe e na Asiana também de 1@ Classe. Analisando as possíveis emissões, para utilizar o lounge Al Safwa (exclusivo de passageiros Qatar First Class) que irá abrir em Doha e desfrutar de todos os serviços. O Smiles oferece uma barbada e por 65000 milhas podemos voar em First Class do Oriente médio a Ásia. O A 380 da Qatar opera DOH-BKK. Procurar um destino inicial no Oriente Médio que permita uma conexão longa em Doha seria o suficiente para desfrutar dos serviços espetaculares do futuro lounge. Entre outros Amâ na Jordânia permite isto (há outros destinos, mas depois entenderão porque Amã). Este trecho AMM-DOH-BKK seria feito com a Qatar em First Class sendo o segundo voo com o A 380. Ama foi escolhida pois no Lifemiles o trecho América do Sul – Oriente médio em executiva custa 195.000 (one way) o que permite combinação excelente até Bangkok. A Jordânia emite visto na chegada para brasileiros por USD 30 por passageiro. O Lifemiles tem farta disponibilidade com a Turkish em voo até Istambul e de lá a Amã. Conexoes rápidas, mas a rota é cansativa e talvez uma parada de uma noite em Amã poderia valer a pena. Em Amã rápida partida com a Qatar até Doha. Em Bangkok faria um stop e no dia seguinte voaria:

a-) de First Class até Sydney com a Thai e em rápida conexão com a LAN até AKL. Com a Thai no Lifemiles 120.000 e com a LAN no Executive Club 40.000. Ambas com farta disponibilidade.

b-) de BKK round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 140.000 (round trip) podendo ir BKK-AKL e voltar CHC-BKK ou vice-versa. Há disponibilidade, mas é limitada em classe executiva somente.

c-) de First Class até Sydney com a Thai e de SYD round trip com a Emirates parceira da TAP – emitindo pelo Victoria ao custo de 100.000 (round trip) podendo ir SYD-AKL e voltar CHC-SYD ou vice-versa. Esta opção implica num stop de um dia em SYD na ida ou na volta. Há boa disponibilidade em classe executiva com a Emirates.

d-) de BKK one way com a Emirates emitindo pela Qantas tanto para CHC como para AKL e se quiser round trip. Preços competitivos, farta disponibilidade e combinações de classes.

e-) TAP permite somente emissão round trip, mas tem disponibilidade no voo BKK-AKL com a Thai em classe executiva toda 2@,3@ e 4@, permitindo num mesmo prêmio seguir de AKL as demais cidades da Nova Zelândia, com a Air New Zealand, mas agora em econômica. 140.000 milhas. Entretanto, neste caso podemos voltar de Queenstown também num mesmo prêmio, porém em econômica até AKL e de lá em executiva até BKK.

Emirates para AKL e BKK de Sydney voa A 380 e de CHC para SYD 773ER.

O Life Miles não tem disponibilidade com a Thai no voo direto BKK-AKL nunca. Doha em conexões menores que 24h permanecendo na área de transito não requer visto. Austrália permanecendo menos que 72 h aceita emitir visto de transito não tarifado. Tailândia requer Vacina contra Febre Amarela para procedentes do Brasil.

Quando eu estava escrevendo este artigo, leio num site australiano que a Qantas que transfere pontos do programa Le Club Accor na proporção 1.1, mas durante um curto período iria bonificar esta transferência em 50%. A Qantas é parceira da Emirates, tinha 190.000 milhas no programa Le Club que foram imediatamente enviadas para o programa FF da Qantas onde posso emitir bilhetes de DXB para Melbourne ou para LAX, em First Class, no A 380. Há farta disponibilidade para emissão com milhas nessas rotas. No primeiro caso por 252.000 milhas e no segundo por 288.000. Pronto, um dos trechos da viagem estava definido com a Emirates em First Class no A 380.
Passa uma semana e agora a Virgin Australian também lança promoção bonificando em 25% a transferência do Le Club e esta última permite transferir para o programa da Singapore Airlines na proporção 1.35/1. Não descartaria ainda o uso de Suites do A 380 da Singapore.
Hoje foi um dia importante onde notei que faria novamente um erro que há muito não cometia. Querer ir em muitos destinos numa mesma viagem! Estava fujindo muito da regra numero de dias viajando dividido pelo número de destinos deve ter resultado próximo de 5 e teria no máximo 24 dias de tempo total para esta viagem. Conhecer realmente as ilhas norte e sul da Nova Zelandia é impossível em menos de uns 13 dias.
Diante desta reviravolta já está definida a rota como sendo, GRU-SCL-AKL ( LAN em executiva por 220.000 milhas)+ carro até Wellington+ Air New Zealand bilhete comprado até Queenstown, pois emitir com milhas é mais caro que o preço do bilhete+ carro até ZZZZZZZZ+ trem Trans Alpino até Christichurch+ CHC-MEL ( Virgin Australian em executiva – com a promoção saiu 55.000 milhas)+ MEL-SIN-BKK-DXB ( com a Singapore Airlines e o ultimo trecho com a Thai, em executiva, 170.000 milhas)+DXB-LAX ( com a Emirates , em First, com a promoção 192.000)+ LAX-BOG-GRU ( com AVIANCA AMIGO – 140.000 milhas)= Total = 777.000 milhas.
Num posto anterior no blog já tinha comentado que tinha um custo de R$ 0,04678, mas agora com a moeda Americana cotada no cartão a R$ 4,1688 o custo para gerar cada milha seria R$ 0,05045. Neste caso, o custo total para gerar tais milhas foi de R$ 39.200,00 o que equivale a USD $ 9.403. Vejamos o custo isolado dos bilhetes: A- 2 BILHETES Emirates first class DXB-LAX, one way (simulado numa segunda feira, onde o bilhete é mais barato, em First descontada) = USD $ 16.099,47*. Veja que somente o preço do bilhete da Emirates, com desconto, supera todo custos do pague contas e saíram gratuitos os voos GRU-SCL-AKL , CHC-MEL, MEL-SIN-BKK-DXB, LAX-BOG-GRU. Se os bilhetes forem emitidos exclusivamente com geração de milhas por pague contas isto seria o custo real! Na realidade, devemos diminuir ainda desse custo as milhas geradas por compra com o cartão, que pode variar segundo o apetite de compra de cada um e a estratégia de aproveitar promoções de pontos em compras.
Com isso a parada que minha esposa desejava em Londres desapareceu, pois tornaria a viagem inviável. A ideia de ir pela Europa acrescentaria muito tempo a viagem.


No planejamento inicial, chegaríamos na Austrália onde são destinos de maior disponibilidade de voos para ir a Nova Zelândia, Melbourne e Sydney, apesar de Brisbane também permitir acesso a Auckland com facilidade.

O destino de chegada na Austrália não é importante frente as opções de rota que dispomos. A entrada no destino adequado na Nova Zelândia nos evitaria pernoites em destinos na volta até LAX.

Para encurtar tempo terei que fazer um voo interno na Nova Zelândia em rota direta que só voam com classe econômica. Entre Wellington(WLG) e Queenstown(ZQN) ele é operado pela Air New Zealand.


Se o retorno fosse de Sydney, você tem as opções de rota mostradas a seguir, mas dependendo da rota terá que pernoitar ao menos uma noite em Sydney. Leia acima como ir a Los Angeles.
O retorno seria de BKK? Neste caso a ida a NRT (Narita) ou HND (Haneda) em Tóquio quer com a Ana ou a Thai e de lá a Los Angeles com a Ana, no Life Miles pode ser feita numa única emissão em executiva ou em duas emissões o primeiro trecho em executiva e o segundo em First Class.


Todas as opções de Sydney com uma única escala ( não pretendo voar com United ) são mostradas no mapa acima.


Neste mapa você visualiza a continuidade dos voos segundo o ponto de escala. Mas, a rota efetiva será outra.


Ao analisar as emissões possíveis, descobri que o Lifemiles permite emitir com farta disponibilidade MEL-SIN-BKK-DXB, inicialdo em Mel com o 773ER da Singapore, seguindo para Bangkok com o 772ER e de lá para Dubai no A333 da Thai, todos os voos em executiva. Entre Christichurch e Mel a Virgin Australian opera com o 738 em executiva. Essa rota não teria problemas com bagagem e somente em Dubai chegaríamos por volta das 20 h com decolagem na manha seguinte com a Emirates para Los Angeles.


Logo pela manhã embarcaria no A 388 da Emirates em First Class rumo a Los Angeles num voo de 16.20 h no stop, em bilhete emitido pela FF da Qantas.


De Los Angeles voaria a GRU com a Avianca no 788 via Bogota, empresa que nunca viajei.

No próximo mês o post será: Como definir o tempo de permanência nos destinos.

Serviço de preenchimento e envio do Formulário DS 160

Olá pessoal !

Informo que estou realizando o serviço de:

Preenchimento e envio do Formulário DS 160 para obtenção do visto americano B1/B2.
Além de agendamento no CASV e Consulados Americanos.
Lista de Documentos Necessários



Até agora todos os que preenchi e enviei foram aprovados. Caso tenha interesse, basta me contatar e preencher o rascunho . Solicito outras informações também para analisar o perfil e as chances de obtenção.

Faça já sua cotação e conheça a Terra dos Livres.


Abraço a todos.